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Um mau ano não assusta o Brasil


 

Uma má e uma boa notícia para Brasil. Esta quinta-feira passada o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) confirmou que o país sofreu em 2009 sua primeira contração econômica em quase duas décadas. No entanto o governo brasileiro melhorou suas perspectivas de crescimento para este ano.

O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerou “razoável” a queda de0,2% do Produto Interno Bruto (PIB registrada em 2009, ano no qual se viveu uma das piores crises econômicas da historia em grande parte do mundo).

Mantega destacou que a economia brasileira tinha se visto muito menos abatida pelo débâcle que outras nações desenvolvidas.

 

A primeira economia do mundo, Estados Unidos, se apertou um 2,4% entanto que a da União Européia viu um retrocesso do 4,1% que foi ainda mais pronunciado em paises tais como Grã Bretanha e Itália.

Em tanto, em América Latina, Brasil (a primeira economia da região), se saiu melhor parada que sua escolta, México, que se apertou um 6,5% e que outros paises fortes como Chile que baixou um 1,7%.

De qualquer forma, o certo e que a pesar de ter registrado um forte crescimento no ultimo trimestre de 2009, o país sofreu no ano passado sua primeira evolução econômica negativa desde 1992.

No entanto, segundo Mantega, o presidente brasileiro, se mostrou contente com os números e destacou um bom desempenho no ultimo trimestre (que mostrou um aumento interanual de 4,3% como um sinal positivo para o presente ano).

O otimismo pelos resultados, levou o governo a aumentar do 5,2% ao 5,7% sua perspectiva de crescimento para 2010.

Mercado interno

Economistas consultados neste sentido, coincidiram em atribuir a resistência da economia brasileira em 2009 a fortaleza do seu mercado interno e ao êxito das políticas econômicas aplicadas pelo governo Lula.

O consumo interno no país cresceu fortemente, já que muitas pessoas saíram da faixa da pobreza.

Expertos falam que Brasil poderia alcançar no presente ano um crescimento de 6,5% a 7%.

No entanto especialistas advertem sobre possíveis riscos inflacionários que poderiam estar associados com um crescimento tão forte.

Segundo o Ministro Mantega, um desenvolvimento de 5,7% e uma coisa “sustentável” e supõe um “crescimento com qualidade” já que esta baseada em uma melhora da indústria e dos investimentos.

Si se confirmarem os cálculos oficiais, Brasil registrará seu maior crescimento desde 2007, ano no qual o país expandiu sua economia um 6,1% o número mais alto dos últimos 15 anos.

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  1. […] O informe destaca que, entre outubro e dezembro de 2009, o PIB registrou uma expansão de 2% respeito do trimestre anterior e do 4,3% frente ao mesmo período de 2008, quando explodiu a fase mais aguda da crise. […]

    Pingback por Em 2009 se registrou a primeira queda do PIB Brasileiro em 17 anos. — 20 de outubro de 2011 #

  2. […] bioclimática pode conseguir grandes economias e até mesmo se tornar totalmente sustentável. Embora o custo de construção pode ser maior, pode ser rentável, e que a habitação aumentou é […]

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