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Espera-se crescimento de 5% da economia brasileira em 2012


A presidente Dilma Rousseff estimou nesta sexta-feira que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012 deve ficar em torno de 5%. “Minha meta é de cinco, a do (ministro da Fazenda) Guido (Mantega) é de cinco, da área econômica é cinco”, afirmou. “A minha expectativa é otimista, vocês queriam que fosse pessimista?”, disse em tom bem humorado.

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Segundo fontes do Planalto, o governo espera um crescimento de menos de 3,5% em 2011. No terceiro trimestre deste ano, a economia brasileira ficou estagnada, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a presidente a inflação não deverá ultrapassar o teto da meta, de 6,5%, neste ano.

Dilma disse que o Brasil vai bater com facilidade a meta de superávit de 2011, que é de US$ 91,7 bilhões. “Vamos atingir sem nenhum problema”, disse. A presidente comemorou ainda a situação fiscal brasileira que garante fôlego para uma crise de longo prazo.

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0,3% foi a contração da produção industrial no Brasil


A produção industrial brasileira se contraiu 0,3% em julho em relação ao mesmo mês do ano passado após dois meses de crescimento, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado de julho confirmou a tendência de desaceleração do setor neste ano após o crescimento de 10,5% em 2010, sua maior expansão em 24 anos. Em comparação com junho, a produção industrial de julho foi 0,5% superior.

Nos sete primeiros meses do ano, a produção das fábricas cresceu 1,4%, resultado inferior aos 15% registrados no mesmo período de 2010, acrescentou o IBGE. Da mesma forma, a produção acumulada no período de 12 meses até julho foi de 2,9%, abaixo dos 8,3% observados entre agosto de 2009 e julho de 2010.

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Menor gasto do governo equivale a juros mais baixos


O corte dos gastos e aumento do superávit primário que deve ser anunciado nesta segunda-feira pelo governo pode contribuir com a redução da taxa de juros oficial, a Selic, porque pressionaria menos a elevação de preços e os índices de inflação.

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Na avaliação d e especilaistas em finanças públicas, os gasto do governo a exemplo dos gastaso das famílias pressiona a demanda e dificulta um equilíbrio com a oferta de bens e serviços no País. " À medida que se consegue uma política fiscal mais austera, com menos gastos e mais popupança, possibilita em redução na taxa de juros", diz o economista Felipe Salto, especialista em finanças públicas da Tendências Consultoria.

Com o objetivo de tentar antecipar o processo de redução da taxa de juros, atualmente em 12,5%, já para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central que começa amanhã, o ministro da Fazenda Guido Mantega vai se reunir com a presidenta Dilma Rousseff e com ministros do conselho político para apresentar uma proposta de corte de gastos e aumento do superávit primário.

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