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Diz o presidente do Brasil, que EEUU deve respeitar a OMC


O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, diz que Estados Unidos deve respeitar a determinação da Organização Mundial de Comercio (OMC) que deu a razão e sua direita a Brasil ao considerar ilegais os subsídios estadounidenses sobre o algodão.

“Brasil não tem nenhum interesse em confrontar com Estados Unidos, mas Estados Unidos precisa respeitar a decisão da OMC, ou então o mundo vai se tornar uma confusão só”, manteve o líder brasileiro, com calma, mas com a firmeza que dá estar e defender o que e certo e legalmente amparado.

Em agosto de 2009, a OMC permitiu ao Brasil, no que diz respeito a toma de represálias comerciais com Estados Unidos, por até 830 milhões de dólares que é aproximadamente a quantia em matéria de dano econômico causada pelos subsídios que USA vem praticando.

O governo brasileiro publicou um listado com os produtos estadounidenses cuias tarifas de importação seriam elevadas, para compensar os prejuízos sobre sua produção de algodão.

Após a publicação do listado, que vai entrar em regência no dia 8 de abril, a casa Branca, se diz “decepcionada”, mas ainda não apresentou nenhuma proposta ao Brasil para resolver o problema.

Lula da Silva resaltou, que todos os países, não importa seu tamanho, devem ser tratados da mesma forma pela OMC e pelos seus sócios comerciais.

“Todos somos soberanos e devemos ser tratados em igualdade de condições. Não sei se Obama vai me escutar. Os estados unidos são muito ricos e podem fazer o que bem entender com a sua economia doméstica, mas não com a economia internacional de comercio”.

“Mas não e justo, porque se os Estados Unidos estivessem com Brasil na ronda de Doha, não estaríamos nesta situação” afirmou.

Segundo o presidente Lula, os países que mais perdem com os subsídios norte-americanos ao algodão são os africanos.

“Quem precisa da redução do subsídios no algodão não e o Brasil, senão os países africanos; y este e um chamado que faço al presidente Obama” finalizou.

A briga comercial entre Brasil e EEUU ainda pode se resolver.


Diz-se que faz muitos anos que um delegado de comercio norteamericano que negociava com seu par australiano se inclinou na mesa e falou “no café da manhã nos engolimos paises como o seu”.

O que sim e certo que os sócios comerciais dos USA, resistem cada vez mas a intimidação. O Brasil anunciou que aumentará as alíquotas aplicadas a mais de 100 importações originarias de USA, em represália dos subsídios ilegais que recebem os produtores de algodão dos EEUU.

Os números que isto implica não são enormes e a briga que leva anos, ainda pode se resolver. Quando Brasil se converteu no primeiro país em desenvolvimento em apresentar um caso agrícola contra os Estados Unidos perante OMC em 2002, pressionou para que sejam aplicadas fortes sanções.

Em agosto de 2009, a OMC promulgou que só teria autorização para dispor de U$S 830 milhões em multas sobre os produtos.
A verdade e que o destino das economias de Estados Unidos e Brasil, dependem menos do comercio do que temem os investidores. A pesar do rápido crescimento do Brasil e seu mais alto perfil, sua economia e bastante fechada em termos de estándares internacionais.

As exportações de produtos e serviços representam só 14% da produção do Brasil, contra 40% de Chile e China e 30% do México.

A penetração das importações, ainda que tenham se duplicado desde 1990, também e so de 13%.

O mesmo que os Estados Unidos, aonde o Brasil representou unicamente 2,5% das exportações do ano passado, uma décima parte do valor dos carregamentos de produtos que chegam no Canadá e a metade do que se dirige para Japão.
O consumo e seis vezes mais importante que as exportações totais para a economia na sua totalidade. Os delegados de comercio estadounidense nem sempre se saíram com a sua, mas se o gasto aumentar, a estranha represália não estragará o café da manhã.

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