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Etiqueta Arquivos: Setores da economia

Brasil e França firmam parcerias para promover inovação


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou hoje, em Paris, durante palestra do “The 2nd Brazil Business Summit”, organizada pela Economist Conferences, grupo da revista britânica The Economist, que “a França pode ajudar muito o Brasil com a sua indústria altamente inovadora por meio da transferência de tecnologia em setores estratégicos”.

FRANCA

Pimentel disse ainda que “nosso país precisa muito do dinamismo da economia francesa e este é o momento para integrarmos, definitivamente, os nossos esforços para o salto da inovação que queremos dar com o lançamento da nova política industrial”.

Em viagem oficial à França, Pimentel se encontrou com o ministro de Economia, François Baroin, e com o assessor especial da Presidência francesa, Jean-David Levitte. Nas audiências, o ministro destacou que o país que mais recebe investimentos franceses no mundo hoje é o Brasil e lembrou ainda que, entre as quarenta maiores empresas francesas, 38 estão firmemente estabelecidas no Brasil.

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Superaquecimento da economia ameaça vários mercados emergentes


Quando o ministro Guido Mantega disse em Londres que o Brasil estava em guerra contra a inflação (de novo), parecia estar citando diretamente a revista “The Economist”, que aponta o Brasil, ao lado de países como Argentina, Indonésia, Índia, Turquia e Vietnã como economias emergentes em ponto de superaquecimento.

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Analisando pontos como inflação, déficit público, balança comercial e crescimento do PIB, o estudo da “Economist” mostra que embora tenha tido um crescimento invejável em 2010, de 7,5% ao ano, o Brasil agora está crescendo rapidamente e de forma insustentável.

A análise da “Economist” levou em conta 27 economias e criou um ranking de superaquecimento, levando em conta seis fatores. O primeiro seria inflação, que avançou em média 6,7% em maio. Mas há um abismo entre os emergentes. Enquanto a inflação ficou na casa de 1,7% em Taiwan, a alta dos preços atingiu 20% ou mais na Argentina, Venezuela e Vietnã. Mais

China cobra do Brasil reconhecimento


O diretor do departamento da América Latina do Ministério das Relações Exteriores da China, Yang Wanming, cobrou, esta semana, o cumprimento das promessas que Brasil e Argentina fizeram, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner, de reconhecer o país asiático como uma economia de mercado. “As palavras de Lula em 2004 se transformaram em letras mortas”, disse.

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O diplomata também fez dura crítica às regras antidumping adotadas especialmente pela Argentina. As queixas em relação aos dois maiores países do Mercosul alteraram o tom de uma entrevista do diplomata chinês a jornalistas latino-americanos, em Pequim, no fim da tarde de segunda-feira.

Realizada no suntuoso edifício do Ministério das Relações Exteriores, no bairro de Chaoyang, o mesmo que abrigou a Olimpíada de 2008, a entrevista, em princípio, não poderia se estender além de 40 minutos em razão de outros compromissos, avisou Wanming. O diplomata anotou uma pergunta de cada um dos 16 jornalistas presentes, que representavam o mesmo número de nações. Avisou que daria as respostas de uma só vez. Mais

Emprego e Consumo


O consumo interno vem segurando a onda da economia brasileira, neste 1º semestre de 2011, mesmo diante das medidas de austeridade monetária implementadas pelo Banco Central, desde o final de 2010. De fato, a absorção doméstica continua sendo impulsionada pela combinação entre queda do desemprego e subida dos rendimentos e da geração líquida de empregos formais.

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A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas do País acompanhadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) situou-se em 6,4% da População Economicamente Ativa (PEA) em abril de 2011, o menor nível para o mês desde o começo da nova série em 2002, contra 6,5% em março de 2011 e 7,3% em abril de 2010. Já a remuneração real média mensal atingiu R$ 1.540,00 em abril de 2011, com incremento de 1,9% em relação a abril de 2010, apesar do declínio de 1,8% frente a março de 2011.

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Brasil vira referencia no mercado de trabalho das empresas aeronáuticas


O Brasil começa a se tornar referência para o mundo na formação de mão de obra demandada pelas fabricantes de aeronaves. Universidades tentam ampliar cursos sem comprometer a qualidade.

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A indústria Aeronáutica brasileira atravessa um momento de elevada produção e, conseqüentemente, enfrenta o problema da falta de mão de obra qualificada. Na Helibras, filial da francesa Eurocopter, sediada em Itajubá, tal escassez é motivo de assombro. A empresa, que já está trabalhando em dois turnos, pretende dobrar de tamanho e mais do que triplicar o número de funcionários até 2012; de 300 para 1 mil.

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O 64% do aumento no consumo e gerado pelos produtos importados


O consumo aparente no País entre o primeiro trimestre de 2010 e o mesmo período deste ano cresceu 4%, mas dois terços desta alta foram aproveitados por produtos importados.

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A conclusão é do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que divulgou hoje os resultados dos coeficientes de exportação e importação da indústria brasileira.

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Os fluxos de capital no Brasil


O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o governo brasileiro promoverão um seminário, no Rio de Janeiro, nos dias 26 e 27 de maio, para debater os fluxos de capitais em mercados emergentes. O programa prevê a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na abertura do seminário, além do primeiro subdiretor da instituição, John Lipsky. clip_image001

O encerramento será feito pelo economista-chefe e diretor do Departamento de Pesquisa do FMI, Olivier Blanchar, e pelo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

No primeiro dia do seminário (26), haverá duas mesas de debates. A primeira delas debaterá "Causas da onda recente de fluxos de capitais para as economias de mercado emergente". Dentre os debatedores, estão previstos: Joyce Chang (JP Morgan) e José Antonio Ocampo (Columbia University). A segunda mesa discutirá "Fluxos de entrada de capitais: bons ou maus?", com a presença prevista de Nicolas Eyzaguirre (diretor do FMI) e John Williamson (Peterson Institute for International Economics). No jantar, o orador será o professor Jagdish Bhagwati, da Columbia University.

No segundo dia (27), a primeira sessão de debates terá como tema "Como os emergentes podem gerenciar influxos rápidos de capital?". Dentre os debatedores, estão previstos: Subir Vithal Gokarn (Banco Central da Índia) e Olivier Jeanne (Johns Hopkins University). Na segunda mesa, o tema será "Perspectivas regionais na administração de fluxos de entrada de capitais", com representantes dos governos da África do Sul, Chile, Turquia, Colômbia e Tailândia.

Autoridades do governo, acadêmicos, banqueiros e economistas vão se concentrar na origem da aceleração dos fluxos de capital, no impacto disso sobre as economias dos países emergentes e nas repostas políticas apropriadas, informou o FMI. Entre os participantes do evento também estarão o ministro da Economia da África do Sul, representantes de bancos centrais de Índia, Chile, Turquia, Colômbia e Tailândia e autoridades do FMI.

O Brasil tem sido um crítico aberto da resposta do mundo desenvolvido para a crise financeira e econômica global, dizendo que as políticas ultra expansionistas inundaram os mercados emergentes com capital. O governo brasileiro tem expressado frustração com o que diz ser uma falta de resposta dos organismos internacionais, como o FMI.

Em um comunicado, o FMI afirmou que, embora os fluxos de capital possam fornecer investimento crucial para países com baixos níveis de poupança, "(muitos mercados emergentes) também estão preocupados com a fragilidade que os grandes fluxos de capital – e o comportamento de manada que contribui para os booms – podem gerar".

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