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Brasil vira referencia no mercado de trabalho das empresas aeronáuticas


O Brasil começa a se tornar referência para o mundo na formação de mão de obra demandada pelas fabricantes de aeronaves. Universidades tentam ampliar cursos sem comprometer a qualidade.

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A indústria Aeronáutica brasileira atravessa um momento de elevada produção e, conseqüentemente, enfrenta o problema da falta de mão de obra qualificada. Na Helibras, filial da francesa Eurocopter, sediada em Itajubá, tal escassez é motivo de assombro. A empresa, que já está trabalhando em dois turnos, pretende dobrar de tamanho e mais do que triplicar o número de funcionários até 2012; de 300 para 1 mil.

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Investimentos e demanda interna puxam otimismo no Rio de Janeiro.


Investimentos e demanda interna puxam otimismo no Rio de Janeiro.

Os empresários industriais do Rio de Janeiro estão otimistas com o futuro de seus negócios e da economia do País, mas desconfiam das condições atuais, com aceleração da inflação, alta de juros e real muito valorizado.

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A conclusão é do Índice de Confiança do Empresário Industrial Fluminense (Icei-RJ), elaborado pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O indicador, medido no fim do primeiro trimestre, ficou em 60,6 pontos. A escala vai de 0 a 100, sendo 50 pontos o indicador de estabilidade. Há oito meses o Icei-RJ não só está positivo como permanece acima de sua média histórica.

Brasil – O maior PIB em 14 anos


A economia brasileira teve crescimento de 1,2% no segundo trimestre de 2010 (de abril a junho) em relação ao trimestre anterior, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado ficou um pouco acima do esperado pela média do mercado, mas ainda representa desaceleração se comparado ao crescimento de 2,7% observado nos primeiros três meses deste ano.

O crescimento ficou acima das expectativas do mercado e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, no início da semana, disse que estimava que o Brasil tivesse crescido entre 0,5% e 1% no segundo trimestre.

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Os fluxos de capital no Brasil


O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o governo brasileiro promoverão um seminário, no Rio de Janeiro, nos dias 26 e 27 de maio, para debater os fluxos de capitais em mercados emergentes. O programa prevê a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na abertura do seminário, além do primeiro subdiretor da instituição, John Lipsky. clip_image001

O encerramento será feito pelo economista-chefe e diretor do Departamento de Pesquisa do FMI, Olivier Blanchar, e pelo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

No primeiro dia do seminário (26), haverá duas mesas de debates. A primeira delas debaterá "Causas da onda recente de fluxos de capitais para as economias de mercado emergente". Dentre os debatedores, estão previstos: Joyce Chang (JP Morgan) e José Antonio Ocampo (Columbia University). A segunda mesa discutirá "Fluxos de entrada de capitais: bons ou maus?", com a presença prevista de Nicolas Eyzaguirre (diretor do FMI) e John Williamson (Peterson Institute for International Economics). No jantar, o orador será o professor Jagdish Bhagwati, da Columbia University.

No segundo dia (27), a primeira sessão de debates terá como tema "Como os emergentes podem gerenciar influxos rápidos de capital?". Dentre os debatedores, estão previstos: Subir Vithal Gokarn (Banco Central da Índia) e Olivier Jeanne (Johns Hopkins University). Na segunda mesa, o tema será "Perspectivas regionais na administração de fluxos de entrada de capitais", com representantes dos governos da África do Sul, Chile, Turquia, Colômbia e Tailândia.

Autoridades do governo, acadêmicos, banqueiros e economistas vão se concentrar na origem da aceleração dos fluxos de capital, no impacto disso sobre as economias dos países emergentes e nas repostas políticas apropriadas, informou o FMI. Entre os participantes do evento também estarão o ministro da Economia da África do Sul, representantes de bancos centrais de Índia, Chile, Turquia, Colômbia e Tailândia e autoridades do FMI.

O Brasil tem sido um crítico aberto da resposta do mundo desenvolvido para a crise financeira e econômica global, dizendo que as políticas ultra expansionistas inundaram os mercados emergentes com capital. O governo brasileiro tem expressado frustração com o que diz ser uma falta de resposta dos organismos internacionais, como o FMI.

Em um comunicado, o FMI afirmou que, embora os fluxos de capital possam fornecer investimento crucial para países com baixos níveis de poupança, "(muitos mercados emergentes) também estão preocupados com a fragilidade que os grandes fluxos de capital – e o comportamento de manada que contribui para os booms – podem gerar".

As designações 3º mundo em vias de desenvolvimento e países do sul


Países do 3º mundo – esta expressão foi utilizada a partir de 1952 e tem uma analogia com o 3º estado (1º estado – clero; 2º estado – nobreza; 3º estado – povo), tinha um fundamento mais geopolítico do que económico e procurava demarcar um lugar próprio para os países que não queriam ser engolidos nas esferas capitalista e comunista. É a busca do “Não alinhamento” e do antigo colonialismo.

Países em vias de desenvolvimento – esta designação expressa uma comparação entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento e propõe-se indicar que o país está em vias de atingir um certo número de transformações no plano económico, que traduzem um melhor e mais intensivo emprego das forças produtivas. É utilizada indiferentemente como sinónima de “países subdesenvolvidos” embora a rigor haja países subdesenvolvidos que não estão em vias de desenvolvimento.

Países do Sul – esta expressão surgiu a partir dos anos 80 e resulta da constatação que a maior parte dos países pobres se encontram no hemisfério sul.

O subdesenvolvimento pode ser caracterizado pela fraca prestação no seguinte conjunto de indicações:

  • nível de nutrição
  • analfabetismo
  • mortalidade infantil
  • doenças venéreas
  • nível de industrialização
  • nível de salários

Como medir o crescimento e desenvolvimento

Só há crescimento desde que a produção aumente e o seu aumento não seja obra do acaso. O crescimento económico pode ser encarado num duplo sentido:

sentido restrito – para significar um aumento da produção a curto prazo, mas que é reversível.

O termo mais correcto é o de expansão.

sentido lato – inclui as mudanças de estrutura englobando as mudanças sectoriais e as mudanças que tornam o crescimento auto-sustentado.

O crescimento económico em sentido lato apresenta as seguintes características:

– é um movimento ascendente de algumas grandezas económicas (rendimento nacional e produto nacional bruto (PNB) );

– é um fenómeno irreversível, pois provoca modificações nas condições de produção, incorpora progresso técnico, gera novos hábitos de consumo, etc.;

– é um movimento de transformação estrutural, porque permite o aparecimento de novas indústrias e modifica alguns sectores económicos.

O crescimento económico associa a si mudanças sociais porque gera:

  • novas relações de propriedade;
  • novas tecnologias;
  • aumento dos bens de produção.

Tipos de crescimento

Crescimento extensivo – é aquele que se obtém pelo aumento dos factores de produção utilizados.

Crescimento intensivo – é aquele que se obtém a partir da utilização mais eficaz das forças produtivas.

Crescimento potencial – é aquele que se obtém pela utilização máxima de todos os recursos disponíveis.

Crescimento equilibrado – é aquele que se obtém através do crescimento assente nos equilíbrios macro-económicos clássicos: orçamental e da balança de pagamentos, sem tensões inflacionistas.

Crescimento exponencial – é aquele que se verifica quando se regista uma taxa de crescimento constante.

Crescimento zero – é aquele que pretende preservar o equilíbrio ecológico e a conservação dos recursos naturais. Este crescimento procura fazer crescer os sectores não poluentes, ao mesmo tempo que desincentiva os sectores poluentes.

Como surgiu o subdesenvolvimento


O subdesenvolvimento é na perspectiva marxista fruto de: abre_pobreza

  • Colonização;
  • Pilhagem do Sul pelo Norte;
  • Demografia galopante;
  • Culpa dos países colonialistas.

O subdesenvolvimento remonta à revolução industrial, já que até então as diferenças relevantes que existiam entre os diferentes países se deviam fundamentalmente ás estruturas sociais e religiosas dos referidos países.

Embora a Revolução Industrial tenha surgido na Inglaterra, veio mais tarde a difundir-se por outros países (Europa e EUA) provocando várias transformações demográficas, económicas e sociais.

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As respostas das economias mistas de mercado


As crises cíclicas que desde a década de 70 têm afectado as economias de mercado, puseram em causa alguns dos seus instrumentos de política económica.images (7)

As crises económicas (abrandamento do crescimento económico e do comércio internacional, aumento do desemprego, etc.) e financeiras (a queda das bolsas, aumento das taxas de juro, etc.), culminaram com a crise de 1982 nos EUA, com uma das mais graves recessões desde a 2ª guerra mundial.

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