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Brasil tem a maior taxa do cartão de crédito


 
Em comparação com seis países da América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e México), e apesar das recentes quedas na Selic, o Brasil tem a maior taxa média de juros nas operações com cartão de crédito! 
 

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As designações 3º mundo em vias de desenvolvimento e países do sul


Países do 3º mundo – esta expressão foi utilizada a partir de 1952 e tem uma analogia com o 3º estado (1º estado – clero; 2º estado – nobreza; 3º estado – povo), tinha um fundamento mais geopolítico do que económico e procurava demarcar um lugar próprio para os países que não queriam ser engolidos nas esferas capitalista e comunista. É a busca do “Não alinhamento” e do antigo colonialismo.

Países em vias de desenvolvimento – esta designação expressa uma comparação entre os países desenvolvidos e os em vias de desenvolvimento e propõe-se indicar que o país está em vias de atingir um certo número de transformações no plano económico, que traduzem um melhor e mais intensivo emprego das forças produtivas. É utilizada indiferentemente como sinónima de “países subdesenvolvidos” embora a rigor haja países subdesenvolvidos que não estão em vias de desenvolvimento.

Países do Sul – esta expressão surgiu a partir dos anos 80 e resulta da constatação que a maior parte dos países pobres se encontram no hemisfério sul.

O subdesenvolvimento pode ser caracterizado pela fraca prestação no seguinte conjunto de indicações:

  • nível de nutrição
  • analfabetismo
  • mortalidade infantil
  • doenças venéreas
  • nível de industrialização
  • nível de salários

Como medir o crescimento e desenvolvimento

Só há crescimento desde que a produção aumente e o seu aumento não seja obra do acaso. O crescimento económico pode ser encarado num duplo sentido:

sentido restrito – para significar um aumento da produção a curto prazo, mas que é reversível.

O termo mais correcto é o de expansão.

sentido lato – inclui as mudanças de estrutura englobando as mudanças sectoriais e as mudanças que tornam o crescimento auto-sustentado.

O crescimento económico em sentido lato apresenta as seguintes características:

– é um movimento ascendente de algumas grandezas económicas (rendimento nacional e produto nacional bruto (PNB) );

– é um fenómeno irreversível, pois provoca modificações nas condições de produção, incorpora progresso técnico, gera novos hábitos de consumo, etc.;

– é um movimento de transformação estrutural, porque permite o aparecimento de novas indústrias e modifica alguns sectores económicos.

O crescimento económico associa a si mudanças sociais porque gera:

  • novas relações de propriedade;
  • novas tecnologias;
  • aumento dos bens de produção.

Tipos de crescimento

Crescimento extensivo – é aquele que se obtém pelo aumento dos factores de produção utilizados.

Crescimento intensivo – é aquele que se obtém a partir da utilização mais eficaz das forças produtivas.

Crescimento potencial – é aquele que se obtém pela utilização máxima de todos os recursos disponíveis.

Crescimento equilibrado – é aquele que se obtém através do crescimento assente nos equilíbrios macro-económicos clássicos: orçamental e da balança de pagamentos, sem tensões inflacionistas.

Crescimento exponencial – é aquele que se verifica quando se regista uma taxa de crescimento constante.

Crescimento zero – é aquele que pretende preservar o equilíbrio ecológico e a conservação dos recursos naturais. Este crescimento procura fazer crescer os sectores não poluentes, ao mesmo tempo que desincentiva os sectores poluentes.

Como surgiu o subdesenvolvimento


O subdesenvolvimento é na perspectiva marxista fruto de: abre_pobreza

  • Colonização;
  • Pilhagem do Sul pelo Norte;
  • Demografia galopante;
  • Culpa dos países colonialistas.

O subdesenvolvimento remonta à revolução industrial, já que até então as diferenças relevantes que existiam entre os diferentes países se deviam fundamentalmente ás estruturas sociais e religiosas dos referidos países.

Embora a Revolução Industrial tenha surgido na Inglaterra, veio mais tarde a difundir-se por outros países (Europa e EUA) provocando várias transformações demográficas, económicas e sociais.

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As respostas das economias mistas de mercado


As crises cíclicas que desde a década de 70 têm afectado as economias de mercado, puseram em causa alguns dos seus instrumentos de política económica.images (7)

As crises económicas (abrandamento do crescimento económico e do comércio internacional, aumento do desemprego, etc.) e financeiras (a queda das bolsas, aumento das taxas de juro, etc.), culminaram com a crise de 1982 nos EUA, com uma das mais graves recessões desde a 2ª guerra mundial.

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As economias mistas de direção central


 

O socialismo de mercado é o resultado da adoção de políticas de descentralização levadas a cabo por algumas economias de direção central, casos da Hungria e da Ex-Jugoslávia.images (2)

Nestes dois casos a propriedade dos meios de produção continuou a ser majoritariamente coletiva, pelo menos na indústria.

A planificação deixou de ser imperativa e a distribuição centralizada dos recursos foi substituída pelo relacionamento direto entre as empresas. O estado passou a intervir indiretamente na economia através dos preços, da fiscalidade, das despesas públicas e da política de crédito.

As respostas das economias mistas de direcção central


Atualmente na Europa tem-se assistido ao desmembramento dos regimes econômicos próximos do modelo de economia de direção central. A organização econômica destes países tende a aproximar-se cada vez mais do modelo de economias mistas de mercado.images (6)

Os disfuncionamentos do modelo levaram às crises dos países socialistas da década de 80. Estas crises são basicamente de três tipos:

crise conjuntural, em que a existência de ciclos de atividade econômica nos países de economia de direção central é contraditória com a idéia da economia planificada, pois esta é suposto estar associada a um crescimento regular programado e efetivo na atividade econômica.

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Insuficiências dos modelos das economias de mercado (condições teóricas)


Os modelos pretendem interpretar e dar forma à realidade, logo são simplificações que encerram em si um conjunto de condições teóricas:images

  1. Plena mobilidade dos factores de produção – trabalho e capital.
  2. Perfeita transparência dos mercados.
  3. Manutenção das estruturas de mercados concorrenciais.
  4. Pressuposto de que a livre iniciativa será capaz de dar resposta a todas as necessidades dos consumidores.

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