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Presidente da Nyse vem ao Brasil na procura de empresas prospect


Em meio à crise econômica internacional, que abala os mercados financeiros de todo o mundo, o presidente da Bolsa de Nova York, Duncan Niederauer, manteve sua agenda de compromissos e veio ao Brasil para ter conversas com representantes de empresas privadas e do mercado de capitais, de olho em um segmento que continua crescendo, mesmo com a crise nos países desenvolvidos.

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Durante palestra promovida pela secretaria municipal de Fazenda do Rio e pela agência de fomento da cidade, Rio Negócios, o presidente da Nyse afirmou que nunca foi mais fácil crescer no mercado global do que atualmente. Diversos empresários brasileiros estiveram presentes ao evento, como representantes da MMX, a mineradora de Eike Batista, da Embratel e da Diagnósticos da América (Dasa).

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Restrição no crédito afeta a atividade econômica


A atividade econômica do País cresceu 0,5% em maio na comparação com abril. Em relação ao mesmo mês de 2010, a expansão da atividade foi de 3,2% e, nos últimos 12 meses encerrados em maio, houve elevação de 5,1%. É o que aponta a pesquisa mensal realizada pela Serasa Experian.

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Segundo o economista da empresa, Luiz Rabi, ao olhar para os meses deste ano, o Brasil continua crescendo. No entanto, ao compararmos os trimestres, é possível notar que as medidas fiscais e monetárias adotadas pelo atual governo começam a produzir trajetória de desaceleração na economia, em linha com as necessidades de se promover a convergência da inflação à sua meta.

Brasil e França firmam parcerias para promover inovação


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou hoje, em Paris, durante palestra do “The 2nd Brazil Business Summit”, organizada pela Economist Conferences, grupo da revista britânica The Economist, que “a França pode ajudar muito o Brasil com a sua indústria altamente inovadora por meio da transferência de tecnologia em setores estratégicos”.

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Pimentel disse ainda que “nosso país precisa muito do dinamismo da economia francesa e este é o momento para integrarmos, definitivamente, os nossos esforços para o salto da inovação que queremos dar com o lançamento da nova política industrial”.

Em viagem oficial à França, Pimentel se encontrou com o ministro de Economia, François Baroin, e com o assessor especial da Presidência francesa, Jean-David Levitte. Nas audiências, o ministro destacou que o país que mais recebe investimentos franceses no mundo hoje é o Brasil e lembrou ainda que, entre as quarenta maiores empresas francesas, 38 estão firmemente estabelecidas no Brasil.

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Superaquecimento da economia ameaça vários mercados emergentes


Quando o ministro Guido Mantega disse em Londres que o Brasil estava em guerra contra a inflação (de novo), parecia estar citando diretamente a revista “The Economist”, que aponta o Brasil, ao lado de países como Argentina, Indonésia, Índia, Turquia e Vietnã como economias emergentes em ponto de superaquecimento.

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Analisando pontos como inflação, déficit público, balança comercial e crescimento do PIB, o estudo da “Economist” mostra que embora tenha tido um crescimento invejável em 2010, de 7,5% ao ano, o Brasil agora está crescendo rapidamente e de forma insustentável.

A análise da “Economist” levou em conta 27 economias e criou um ranking de superaquecimento, levando em conta seis fatores. O primeiro seria inflação, que avançou em média 6,7% em maio. Mas há um abismo entre os emergentes. Enquanto a inflação ficou na casa de 1,7% em Taiwan, a alta dos preços atingiu 20% ou mais na Argentina, Venezuela e Vietnã. Mais

China cobra do Brasil reconhecimento


O diretor do departamento da América Latina do Ministério das Relações Exteriores da China, Yang Wanming, cobrou, esta semana, o cumprimento das promessas que Brasil e Argentina fizeram, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner, de reconhecer o país asiático como uma economia de mercado. “As palavras de Lula em 2004 se transformaram em letras mortas”, disse.

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O diplomata também fez dura crítica às regras antidumping adotadas especialmente pela Argentina. As queixas em relação aos dois maiores países do Mercosul alteraram o tom de uma entrevista do diplomata chinês a jornalistas latino-americanos, em Pequim, no fim da tarde de segunda-feira.

Realizada no suntuoso edifício do Ministério das Relações Exteriores, no bairro de Chaoyang, o mesmo que abrigou a Olimpíada de 2008, a entrevista, em princípio, não poderia se estender além de 40 minutos em razão de outros compromissos, avisou Wanming. O diplomata anotou uma pergunta de cada um dos 16 jornalistas presentes, que representavam o mesmo número de nações. Avisou que daria as respostas de uma só vez. Mais

Brasil tem 143 mil milionários


A América Latina se tornou a terceira região do mundo onde houve o maior aumento do número de milionários em 2007, com o Brasil na liderança, de acordo com um estudo anual do banco americano Merrill Lynch e da consultoria de informática Capgemini, divulgado nesta terça-feira.

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O mundo tem agora mais de 10 milhões de milionários, segundo o estudo, que destaca um aumento 6% em relação a 2006, quando havia 9,5 milhões.

Ocupando o terceiro lugar, com sua agricultura próspera, seus metais e o etanol, o Brasil, atrás da Índia e da China, é o país onde mais aumentou a quantidade de grandes fortunas (19,1%). No total, há 143 mil milionários brasileiros.

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