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Corte de juros em agosto feita pelo BC já previa piora da crise externa


A piora do cenário econômico externo havia sido prevista pelos membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), na reunião mais recente, em agosto. Alexandre Tombini, presidente da instituição, disse nesta terça-feira (27), no Senado, que enxerga menos pressão sobre a inflação nos próximos meses, em função da instabilidade internacional, o que abre mais espaço para cortes de juros.size_590_bovespa-germano-luders

Na ocasião reunião do Copom de agosto, houve corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica, a Selic, para 12% ao ano, em decisão que surpreendeu investidores do mercado financeiro e analistas ligados a bancos e à mídia. "O cenário internacional se tornou mais complexo no período recente, algo que nós já havíamos alertado (na ata do Copom)", afirmou.

Tombini disse não ter "bola de cristal", mas considera que a interlocução permanente com autoridades monetárias de outros países permite uma visão privilegiada do cenário. Ao colocar a análise autônoma do BC sobre o cenário econômico brasileiro, ele reforça a ideia de que a condução da instituição mudou.

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2011 o Brasil deve crescer menos, segundo estimativas do BC


A economia brasileira deve crescer, em 2011, em ritmo menos intenso que o registrado em 2010, de acordo com o Boletim Regional divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira. Segundo o comunicado, isto é resultado das ações da política monetária e das medidas macroprudenciais adotadas.

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O BC também afirmou que a instabilidade internacional continua exercendo contribuição negativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Segundo o boletim, a expansão da economia brasileira no primeiro semestre deste ano evidenciou o impacto da safra de grãos sobre a agropecuária e o desempenho da demanda doméstica. Os investimentos devem continuar crescendo nesta área, mas serão menores que os feitos em 2010.

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Medidas já são analisadas por causa da desaceleração da economia no Brasil


A desaceleração da atividade econômica do País, verificada com a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) nesta quarta-feira, fatalmente impactará o Produto Interno Bruto (PIB), na avaliação de Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria. O indicador, explica Bacciotti, é utilizado como uma prévia do PIB.

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Como trouxe números que mostram uma queda de 0,26% na atividade econômica do País em junho, comparada a maio, o PIB do segundo trimestre, que será divulgado em setembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será menor que o atualmente previsto.

A Tendências, por exemplo, esperava um crescimento de 1,1% para o período, expansão menor que a registrada no primeiro trimestre, de 1,3%. “Mas iremos rever esse número, em virtude da desaceleração”, diz.

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