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Crescimento industrial no Brasil


Produção industrial do Brasil cresceu menos que o esperado de 0,2 por cento em Junho face a Maio. Não é exatamente um motivo para comemorar você pode pensar …

No entanto, o ministro das Finanças, Guido Mantega, anunciou os dados nesta quarta-feira como o “ponto de viragem” para o país – prova de que a economia estava começando a ganhar impulso.

Se qualquer coisa, porém, resposta Mantega é um sinal de quão ruim as coisas têm para a economia mundial de mercado da segunda maior emergente. Dados de junho era de fato o primeiro rebote após três meses seguidos de queda na produção.

Após o ataque recente de medidas de estímulo fragmentadas no Brasil – que vão desde incentivos fiscais para papel de parede para carros com motor de um tamanho determinado – que também é difícil julgar o quão sustentável qualquer tipo de crescimento é.

Os analistas também foram um pouco mais cético do que Mantega sobre o significado dos números de quarta-feira.

Isto vindo de Neil Shearing, economista-chefe emergentes mercados da Capital Economics:

Em suma, enquanto 0,2 por cento de expansão industrial pode ser de fato melhor do que a contração, parece economistas podem precisar de provas um pouco mais antes que eles possam começar a falar de “momentum” de novo.

Brasil continuará a crescer em 2012, mas quadro é de alerta para o setor industrial


Crise da dívida na Zona do Euro, diminuição do consumo e encarecimento do crédito. Depois de um 2011 que teve o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro abaixo das expectativas traçadas no começo do ano – entre 6% e 7% – o próximo ano também não deve ser de expansão muito forte, embora o desempenho tenda a superar os países desenvolvidos.

BRASIL CRESCE

“As expectativas para a economia brasileira devem ser encaradas da perspectiva para o próprio mundo. Os analistas ainda estão pessimistas em relação ao primeiro semestre de 2012, devido à expectativa de que o pior da crise econômica mundial ainda não passou”, diz Antonio Colangelo Luz, professor da Trevisan Escola de Negócios. Isso acaba por gerar diversos problemas, principalmente em relação ao setor da economia que depende das exportações para o seu crescimento.

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Agroindustriais de Brasil sí quieren un TLC con México


Um acordo de livre comercio entre México e Brasil, não devastaria a industria agrícola mexicana, disse José Antonio do Prado Fay, presidente da empresa BRF Brasil Foods, principal exportadora de carne de frango a nivel mundial e uma das mais grandes empresas do ramo da Turquia.

Entre Brasil e México tem muito mais em comum “temos espaço para as empresas mexicanas, acredito que deve se concretar (O TLC) porque México tem muita dependência de Estados Unidos e nos somos bem semelhantes” falou o empresário.

Para José António Luciano Penido, presidente do Conselho de Administração da empresa Fibria Celulose, fornecedor de 11% da celulosa que se consome no mundo, falou que as duas economias sejam bem similares e por tanto ganhariam com a assinatura de um TLC.

Durante a celebração da 14º edição do SAP Fórum nesta cidade e que reúne diversas empresas da região. Do Pardo ressaltou que o segmento de alimentos brasileiro continúa firme na sua intenção de assinar um TLC com o México e destacou que são muitas as experiências de negocio que podem ser compartidas, ao afirmar “Das empresas mexicanas, respeito muito seus processos de distribuição e nos temos a capacidade de produzir em nível de custos bem interessantes”

A UNA solicita ficar de fora

Entanto, durante a reunião de trabalho ante a Comissão de Comercio e Fomento Industrial do Senado, o Secretario de Economia, Gerardo Ruiz Mateos, tranqüilizou os senadores sobre as críticas que tem se levantado entre alguns setores na eventual assinatura de um TLC com o Brasil.

“Na temos pressa para assinar o TLC, Não tem um acordo prévio de acabar o tratado antes que acabe a administração do Presidente Lula, este vai ser um acordo negociado… o tempo que seja necessário, em conjunto com o setor privado” destacou.

Após destacar que o primeiro que será negociado com Brasil, vão ser as barreiras não aliquotistas em assuntos de alfândegas, a normativa, subsídios e fiscal, assegurou que também vai incluir medidas em favor dos grupos que ficam mais vulneráveis.

No entanto, o setor avícola mexicano, pediu ficar de fora do acordo comercial com o Brasil, alegando entre outros motivos, porque teria uma drástica baixa na produção, uma queda nos preços, baixa nos empregos e possíveis práticas desleais como o dumping.

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