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Etiqueta Arquivos: indice de atividade economica brasil

Resultado do comércio reflete desaceleração da economia


A estagnação do volume de vendas do comércio varejista brasileiro em outubro deste ano, na comparação com setembro, reflete a atual situação de desaceleração da economia brasileira. A avaliação é do pesquisador Reinaldo Pereira, da Coordenação de Serviços e Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

desaceleração economica

“Não tivemos crescimento no comércio, o que está de acordo com o que estamos vivendo, que é esta desaceleração do crescimento da economia. Nós tivemos seis atividades [de comércio varejista] das dez que pesquisamos com sinal negativo [queda] e apenas quatro com sinal positivo [alta].”

Entre as dez atividades do comércio varejista ampliado, as únicas que apresentaram aumento no volume de vendas foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (3,6%), combustíveis e lubrificantes (0,6%), móveis e eletrodomésticos (1,1%) e livros, jornais, revistas e papelaria (2,7%).

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Menor crescimento para o Brasil estimado pela Fitch


A agência de classificação de risco Fitch reviu para baixo hoje sua previsão de crescimento para a economia do Brasil em 2011 para 2,8%, da estimativa anterior de 3,5%. Em seu relatório trimestral Perspectiva Econômica Global, a agência afirma ainda que o PIB brasileiro deve crescer 3,2% em 2012.

Fitch ratings

“A economia brasileira desacelerou este ano devido à política monetária mais apertada, incluindo medidas prudenciais para controlar o crescimento do crédito e uma postura fiscal restritiva.

O setor manufatureiro foi atingido pela força do real até recentemente e o fim de medidas de estímulo. Questões estruturais como a alta carga de impostos e a fraca infraestrutura estão dificultando a competitividade do setor”, diz a Fitch no relatório.

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Economia do Brasil desacelera


A economia brasileira deve registrar em 2011 o melhor desempenho em 25 anos, mas o terceiro trimestre deste ano foi, talvez, a pausa para tomar fôlego. Essa pausa, no entanto, não foi suficiente para alterar as posições relativas entre os Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

desaceleração brasil

O crescimento de 6,7% entre julho e setembro (sobre o mesmo período de 2009) marcou a terceira posição do Brasil no grupo, na qual o país já vinha se mantendo. Na lanterna está a Rússia, que teve um crescimento de 2,7% no trimestre passado.

O desempenho estelar da China, com 9,6% de crescimento, garante ao país uma liderança quase isolada no grupo – a Índia é o candidato que mais incomoda na disputa, com avanço de 8,9%. A distância entre ambos já foi maior: a China cresceu 10,3% no segundo trimestre, e a Índia cresceu 8,8% no mesmo período.

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Novo cenário do Brasil de cara ao futuro do Euro


A pouco tempo de completar dez anos de existência, em 1º de janeiro de 2012, o euro, moeda que simboliza a aliança entre os países que compõem a União Europeia (UE), vive seu momento de maior fragilidade.

crise zona euro

Caso a falta de integração fiscal entre essas nações não seja resolvida – ou pelo menos atenuada -, já é cogitada por economistas uma medida drástica de afastamento de integrantes, que voltariam a usar suas moedas antigas. Nesse cenário de forte pessimismo, o Brasil vive uma situação de certo conforto, amparado pelo poderio oferecido pelo mercado interno. No entanto, a inflação e o endividamento preocupam.

Momento de freio

“A economia vive um momento de freio, mas não pela crise europeia e mais por questões internas. O problema para o qual temos que atentar é o endividamento.

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Estrangeiros mantêm confiança no Brasil a pesar da crise


Somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões de 2010.

investimentos estrangeiros

Mesmo com a crise, investidores internacionais mantêm confiança na economia brasileira. O Ministério da Fazenda informa que, com base em sondagens e anúncios de empresas internacionais, somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões apurados em 2010.

Na publicação “Economia Brasileira em Perspectiva” relativa ao período agosto-outubro, a Fazenda aponta que os investimentos em infraestrutura devem crescer 54%, no período 2011 a 2014, situando-se ao redor de R$ 381 bilhões, com base em informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Desaceleração da economia brasileira preocupa países vizinhos do Brasil


Os países vizinhos do Brasil estão apreensivos com o desempenho da economia brasileira. Os sinais de desaceleração ficaram claros com a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre deste ano, que registrou variação zero em relação ao trimestre anterior, de acordo com o IBGE.

preocupaçao

Assessores dos governos e analistas econômicos destacaram que o desempenho da economia brasileira tem hoje influência maior nos países vizinhos do que a crise europeia e dos Estados Unidos.

“O que acontece no Brasil hoje afeta diretamente a economia argentina. A crise na Europa ainda é para nós um fato distante. Por isso, o resultado do PIB merece nossa atenção. Se o Brasil vai bem, podemos exportar mais para seu mercado“, disse o economista argentino Diego Giacomini, da consultoria Economia e Regiões, de Buenos Aires.

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Empresários do Brasil ganham mercado na zona do euro


A contenção da economia nas maiores potências do globo ainda não intimidou as marcas brasileiras. Em 2010, as franquias nacionais registraram um crescimento de 12% no exterior, e aumentaram para 79 o número de empresas brasileiras com representação fora do território nacional, segundo dados da Associação Brasileira de Franquias (ABF). “Temos um terreno muito próspero na Espanha e em Portugal, que é, aliás, o país na Europa com o maior número de marcas nossas”, disse em conversa com a DW Brasil Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF. São 38 marcas brasileiras em 118 lojas portuguesas. Na Espanha e França estão instaladas, respectivamente, 33 e 15 franquias.

euro-dolar

Na Alemanha, duas marcas brasileiras administram três representações. Sem medo da crise, a Morana Acessórios se prepara para inaugurar sua terceira unidade em Portugal. A loja de bijuterias se lançou no mercado internacional em 2006 e administra outras duas representações nos Estados Unidos. “Percebemos que o DNA de moda brasileira funciona fora do país. E até em função da crise, vários consumidores começam a olhar o nosso produto com outros olhos: por causa da queda do poder aquisitivo, as pessoas deixam de comprar joias”, avalia Eduardo Morita, diretor do Grupo Ornatus.

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