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Entrada de dólares no Brasil soma US$ 5,2 bi em maio


O Banco Central informou nesta quarta-feira (8) que o ingresso de dólares na economia brasileira somou US$ 5,2 bilhões em maio. O valor é maior do que o mês de abril, quando houve a entrada de US$ 1,5 bilhão no país, mas é menor do que janeiro (+US$ 15,5 bilhões), fevereiro (+US$ 7,4 bilhões) e março (+US$ 12,66 bilhões) deste ano.

Dinero-mercado

O ingresso de recursos no país em maio, porém, aconteceu somente pelo segmento comercial, que contabiliza os contratos de câmbio para exportações e importações. Pela conta comercial, ingressaram US$ 7,26 bilhões no mês passado.

Pelo segmento financeiro, pelo qual transitam os investimentos estrangeiros diretos e os recursos para aplicações financeiras, além das remessas de lucros e dividendos e empréstimos tomados no exterior, entre outros, o saldo ficou negativo em US$ 2 bilhões em maio.

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Argentina eleva ação contra Brasil na ONU


A Argentina redobrou na segunda-feira suas ações de diplomacia contra a aspiração do Brasil para integrar o Conselho de Segurança da ONU como membro permanente, no momento em que as duas maiores economias sul-americanas mantêm uma disputa comercial.

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O chanceler argentino, Héctor Timerman, em Roma para uma reunião especial sobre a ampliação do organismo da Organização das Nações Unidas, fez comentários que foram interpretados por diplomatas como uma campanha contra a adesão do Brasil ao Conselho.

Timerman disse em nota oficial que "a reforma do Conselho de Segurança deve ganhar mais representatividade democrática e que não haja novos privilegiados", em uma frase que diplomatas consultados interpretaram como dirigida ao Brasil.

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Brasil tem se convertido num país “asiático”.


A agenda de negócios do presidente brasileiro Lula, pelo oriente médio, mostra uma crescente influencia do pais na estrutura do poder mundial.

Brasil crescerá este ano um 5,5% do PIB, arrastado por um espetacular incremento da demanda interna, induzida pelo nível histórico de consumo popular e uma forte aceleração dos investimentos.

O consumo cresce praticamente o dobro que ou do produto. No quarto trimestre de 2009, aumentou 7,7% comparado com o ano anterior, e no primeiro trimestre desde ano, tinha crescido dois pontos amais: 9%. As vendas do varejo aumentaram 10,4% em janeiro (ano sobre ano) e 2,7% com relação ao mês anterior. Mais

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