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Etiqueta Arquivos: Economia Brasil

Novo cenário do Brasil de cara ao futuro do Euro


A pouco tempo de completar dez anos de existência, em 1º de janeiro de 2012, o euro, moeda que simboliza a aliança entre os países que compõem a União Europeia (UE), vive seu momento de maior fragilidade.

crise zona euro

Caso a falta de integração fiscal entre essas nações não seja resolvida – ou pelo menos atenuada -, já é cogitada por economistas uma medida drástica de afastamento de integrantes, que voltariam a usar suas moedas antigas. Nesse cenário de forte pessimismo, o Brasil vive uma situação de certo conforto, amparado pelo poderio oferecido pelo mercado interno. No entanto, a inflação e o endividamento preocupam.

Momento de freio

“A economia vive um momento de freio, mas não pela crise europeia e mais por questões internas. O problema para o qual temos que atentar é o endividamento.

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Estrangeiros mantêm confiança no Brasil a pesar da crise


Somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões de 2010.

investimentos estrangeiros

Mesmo com a crise, investidores internacionais mantêm confiança na economia brasileira. O Ministério da Fazenda informa que, com base em sondagens e anúncios de empresas internacionais, somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões apurados em 2010.

Na publicação “Economia Brasileira em Perspectiva” relativa ao período agosto-outubro, a Fazenda aponta que os investimentos em infraestrutura devem crescer 54%, no período 2011 a 2014, situando-se ao redor de R$ 381 bilhões, com base em informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Medidas para manter o crescimento do Brasil


Ao contrário do que pensava muita gente, a crise econômica que atinge a Europa, especialmente Grécia, Portugal e Espanha, com ameaças pairando sobre a Itália também, contribuiu para a estagnação no ritmo de crescimento do Brasil no último 3º trimestre.

crescimento

Outro fator impactante foi a redução no ritmo do consumo das famílias, o que está ligado em parte à crise econômica europeia, e em parte à política de juros do Banco Central.

Esse movimento já era esperado pelo Governo Federal, de forma que quase simultaneamente ao anúncio da estagnação no crescimento econômico, foram anunciadas medidas de incentivo com a redução do IPI que incide sobre produtos da chamada “linha branca” que inclui geladeiras, fogões, microondas e máquinas de lavar.

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Desaceleração da economia brasileira preocupa países vizinhos do Brasil


Os países vizinhos do Brasil estão apreensivos com o desempenho da economia brasileira. Os sinais de desaceleração ficaram claros com a divulgação do resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre deste ano, que registrou variação zero em relação ao trimestre anterior, de acordo com o IBGE.

preocupaçao

Assessores dos governos e analistas econômicos destacaram que o desempenho da economia brasileira tem hoje influência maior nos países vizinhos do que a crise europeia e dos Estados Unidos.

“O que acontece no Brasil hoje afeta diretamente a economia argentina. A crise na Europa ainda é para nós um fato distante. Por isso, o resultado do PIB merece nossa atenção. Se o Brasil vai bem, podemos exportar mais para seu mercado“, disse o economista argentino Diego Giacomini, da consultoria Economia e Regiões, de Buenos Aires.

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Estagnação da economia no 3º trimestre não surpreende


A estagnação do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre do ano, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, não surpreendeu, embora a expectativa fosse de um pequeno crescimento no período.

Estagnação

A avaliação é da economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Silvia Matos. Para ela, a piora da economia no cenário internacional por conta da crise na Europa foi o fator que mais contribuiu para o resultado.

“A gente estava esperando um resultado um pouco positivo, mas a estabilidade não surpreendeu, afinal o ano já tinha começado com uma política de aperto monetário. O que contribuiu bastante realmente foi a piora do cenário internacional. Tivemos notícias muito ruins, câmbio com muita volatilidade e o investimento e a indústria sofrendo muito”, disse.

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Empresários do Brasil ganham mercado na zona do euro


A contenção da economia nas maiores potências do globo ainda não intimidou as marcas brasileiras. Em 2010, as franquias nacionais registraram um crescimento de 12% no exterior, e aumentaram para 79 o número de empresas brasileiras com representação fora do território nacional, segundo dados da Associação Brasileira de Franquias (ABF). “Temos um terreno muito próspero na Espanha e em Portugal, que é, aliás, o país na Europa com o maior número de marcas nossas”, disse em conversa com a DW Brasil Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF. São 38 marcas brasileiras em 118 lojas portuguesas. Na Espanha e França estão instaladas, respectivamente, 33 e 15 franquias.

euro-dolar

Na Alemanha, duas marcas brasileiras administram três representações. Sem medo da crise, a Morana Acessórios se prepara para inaugurar sua terceira unidade em Portugal. A loja de bijuterias se lançou no mercado internacional em 2006 e administra outras duas representações nos Estados Unidos. “Percebemos que o DNA de moda brasileira funciona fora do país. E até em função da crise, vários consumidores começam a olhar o nosso produto com outros olhos: por causa da queda do poder aquisitivo, as pessoas deixam de comprar joias”, avalia Eduardo Morita, diretor do Grupo Ornatus.

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FMI diz, “Economia do Brasil é sólida e resistente à crise


Em uma visita protocolar ao Brasil, a chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, e o ministro Guido Mantega (Fazenda) destacaram o risco de contaminação de outros países com a crise na Europa e a necessidade de os governos agirem rapidamente, mas não avançaram em direção a medidas concretas do fundo com a participação de economias emergentes.

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Em entrevista após o encontro, Lagarde comentou a ação coordenada feitas pelos Bancos Centrais do Canadá, Reino Unido, Japão, EUA e Suíça, além do Banco Central Europeu na quarta-feira (30), quando reduziram taxas para o intercâmbio de moeda entre os países. “Notamos que esse tipo de ação produz efeitos imediatos. Trata-se de uma iniciativa positiva, não a única necessária, mas positiva”.

Lagarde afirmou que nenhum país está imune à crise na Europa, mas que o Brasil está mais protegido. Segundo ela, as projeções do órgão para o crescimento da economia mundial serão reduzidas. A chefe do FMI destacou a estratégia macroeconômica do país baseada em três pilares: metas de inflação, taxa de câmbio flutuante e responsabilidade fiscal. “Graças a esse coquetel, a economia está sólida e pode resistir”; o Brasil “está protegido pela força de seu mercado interno e por suas boas políticas macroeconômicas”, acrescentou.

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