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Etiqueta Arquivos: desemprego no Brasil

Novembro, a menor geração de empregos em 11 meses no Brasil


A economia brasileira teve em novembro a menor geração de empregos formais em 11 meses, registrando a pior criação de vagas para o mês em três anos, em mais um indicativo dos efeitos da crise internacional sobre a atividade doméstica.

trabalho

Em novembro, foram gerados 42.735 postos de trabalho com carteira assinada, informou o Ministério do Trabalho nesta terça-feira, com base em números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número veio bem abaixo da estimativa feita no mês passado pelo então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para quem o país teria geração líquida de pelo menos 70 mil postos.

O dado de novembro representa um tombo de 69% ante os 139 mil postos criados em outubro.

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Desemprego no Brasil


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o encarregado de coordenar mensalmente a Pesquisa Mensal do Emprego que determina a taxa de desemprego ou de desocupação no Brasil. Os estudos são feitos com a População Economicamente Ativa (PEA) das seis maiores regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife).

São classificadas como pessoas desempregadas ou desocupadas aquelas que não se encontram trabalhando nos trinta dias anteriores à semana em que se responde à pesquisa. Fazem parte da população em idade ativa (PIA) os maiores de dezoito anos de idade, em condições saudáveis para exercer alguma atividade na sociedade, e que por alguma circunstância, não estão podendo realizar uma função.

A pesquisa foi iniciada em 1980 e em 2001, passou por um de revisão metodológica para ampliar a investigação com vistas ao melhor conhecimento da população ocupada e da população à procura de trabalho; e modificaram os instrumentos e os procedimentos de coleta, introduzindo a coleta eletrônica e alterações no processo de expansão da amostra. A revisão permitiu realizar estudos mais profundos acerca de temas específicos, que contemplam características demográficas, sociais e econômicas do mercado de trabalho.

Em abril de 2004 se registrou a maior taxa de desocupação (13,1%) e a menor foi a de dezembro de 2010 (5,3%). Em junho de 2011 a taxa de desocupação registrada foi de 6,4%.

Imagem e dados do IBGE

2011 o Brasil deve crescer menos, segundo estimativas do BC


A economia brasileira deve crescer, em 2011, em ritmo menos intenso que o registrado em 2010, de acordo com o Boletim Regional divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira. Segundo o comunicado, isto é resultado das ações da política monetária e das medidas macroprudenciais adotadas.

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O BC também afirmou que a instabilidade internacional continua exercendo contribuição negativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Segundo o boletim, a expansão da economia brasileira no primeiro semestre deste ano evidenciou o impacto da safra de grãos sobre a agropecuária e o desempenho da demanda doméstica. Os investimentos devem continuar crescendo nesta área, mas serão menores que os feitos em 2010.

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Medidas já são analisadas por causa da desaceleração da economia no Brasil


A desaceleração da atividade econômica do País, verificada com a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) nesta quarta-feira, fatalmente impactará o Produto Interno Bruto (PIB), na avaliação de Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria. O indicador, explica Bacciotti, é utilizado como uma prévia do PIB.

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Como trouxe números que mostram uma queda de 0,26% na atividade econômica do País em junho, comparada a maio, o PIB do segundo trimestre, que será divulgado em setembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será menor que o atualmente previsto.

A Tendências, por exemplo, esperava um crescimento de 1,1% para o período, expansão menor que a registrada no primeiro trimestre, de 1,3%. “Mas iremos rever esse número, em virtude da desaceleração”, diz.

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Criação de emprego formal cai 14% até julho


O Ministério do Trabalho anunciou nesta terça-feira que o Brasil gerou de janeiro a julho 1,59 milhão de novos empregos formais, uma redução de 14% frente ao mesmo período de 2010, resultado atribuído à perda de competitividade das empresas nacionais pela entrada em massa de produtos importados baratos.

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O ‘grande problema’ do Brasil atualmente é a concorrência dos produtos importados, que chegam baratos pela valorização do real frente ao dólar e pela necessidade das empresas de países desenvolvidos em crise de buscar novos mercados a qualquer custo, afirmou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

‘O que mais afeta a indústria nacional e reduz a geração de emprego é a concorrência internacional. Há produtos importados que em muitos casos chegam mais baratos que os nacionais’, acrescentou Lupi em entrevista coletiva.

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Desemprego no Brasil sobe para 7,4% em fevereiro.


O desemprego no Brasil, subiu menos que o esperado em fevereiro, no meio de uma recuperação na maior economia da América Latina que empolgou a mais pessoas a sair procurar seu emprego, segundo dados oficiais divulgados pelo governo.

A taxa de desemprego no Brasil, se elevou até 7,4% em fevereiro, perante ao 7,2% de janeiro, foi o que revelou o estudo feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).

Esperava-se que a desocupação pulasse até o 7,7%, segundo a mediana dos prognósticos dos economistas, já que as estimações flutuaram entre um 7,4% e 8,2%.

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