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Finanças Públicas do Brasil na Crise Global


A partir de 2008 os países ricos começaram a elevar os gastos públicos visando amenizar a crise econômica global iniciada no mercado imobiliário dos Estados Unidos. De início, o Congresso norte americano destinou US$ 700 bilhões para socorrer banqueiros e o G-20 injetou US$ 1 trilhão na economia.

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O aumento dos gastos públicos nos países ricos não teve o resultado esperado, uma vez que suas economias cresceram pouco ou permaneceram estagnadas. As conseqüências das despesas governamentais maiores foram a expansão das dívidas públicas e o aumento dos déficits orçamentários.

Nos Estados Unidos o endividamento atingiu o limite de US$ 14,3 trilhões e só foi autorizado um novo teto depois de um embate político histórico no Congresso daquele país. Contudo, o acordo gerado, que prevê aumento de tributos e cortes de despesas, não foi capaz de prover um plano fiscal abrangente. Há a expectativa de aumento do endividamento mais à frente e previsões apontam que dentro de seis meses a um ano será preciso um novo limite para a dívida.

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Os avanços em quanto a moeda eletrônica no Brasil


A tecnologia está revolucionando os meios de pagamento ao redor do mundo. Aos poucos a moeda eletrônica substitui a moeda manual e o Brasil assume papel de destaque nesse processo. A proporção do papel moeda na economia brasileira em relação ao PIB, cerca de 3%, é uma das mais baixas do mundo. Está no mesmo patamar observado na França, Alemanha e Holanda.

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A tendência é que as economias migrem cada vez mais dos pagamentos realizados com papel moeda, e até mesmo com cheques, para meios eletrônicos de liquidação de operações. Isso se deve ao custo envolvendo ambas as formas de pagamento. Uma transação eletrônica custa o equivalente a um terço de uma operação utilizando papel.

Dados do Banco Central dão uma ideia da utilização crescente da moeda eletrônica nas economias. No relatório Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil – Adendo 2010, entre 2005 e 2009 países como, por exemplo, Alemanha, Bélgica, Espanha, Portugal, Reino Unido e Suíça reduziram, em média, em mais de 51% a participação dos cheques nas transações sem uso de dinheiro manual.

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A crise global e como afeta o Brasil


Apenas em seu primeiro ano, a crise no mercado hipotecário de alto risco (subprime) nos Estados Unidos gerou perdas estimadas em mais de US$ 330 bilhões, valor que pode variar conforme o método de cálculo. Segundo a agência Fitch, metade do prejuízo refere-se a bancos e o restante às instituições financeiras que atuaram como garantidoras, além de seguradoras, administradores de recursos e fundos de hedge.

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A crise do subprime tem sua origem em 2001, quando o Federal Reserve (Fed) passou a reduzir os juros nos Estados Unidos e o crédito imobiliário foi facilitado para consumidores com elevada probabilidade de inadimplência. Em meados de 2004 os juros começaram a subir e esses mutuários começaram a deixar de honrar seus compromissos.

A turbulência financeira começou a ser anunciada em 2006 e 2007 e se concretizou no final de 2008. A crise se deu porque enquanto os juros subiam o preço dos imóveis caiam e muitos mutuários não conseguiam renovar seus contratos. O problema é que o patrimônio recuperado pelo setor bancário valia menos, mas a dívida não foi reduzida.

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Estímulos e reestruturação da dívida podem melhorar economia americana


A inflação, fantasma que assombrou durante décadas a economia brasileira e foi vencido com grandes sacrifícios e políticas econômicas ousadas e responsáveis pode ser o remédio para estimular as economias dos países ricos.

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Uma combinação de novos estímulos monetários nos Estados Unidos com uma profunda renegociação das dívidas dos países da União Europeia aliada a uma maior tolerância com a inflação tem sido apontada como uma solução possível por respeitados economistas para estimular o crescimento das economias em crise.

O principal defensor dessa tese tem sido o ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) e professor de Economia e Políticas Públicas na Universidade de Harvard, Kenneth Rogoff. Segundo ele, a prioridade nos Estados Unidos é aliviar a dívida, principalmente a das famílias. Na região do euro, de acordo com Rogoff, é necessário reduzir os déficits dos países mais periféricos como Grécia, Portugal e Irlanda.

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