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Etiqueta Arquivos: crise dos mercados emergentes

Alguém tem que perder se outro ganhar, a economia brasileira de olho na crise


Durante muito tempo analisamos todas as possibilidades, negociamos incertezas com uma certa convicção e esquecemos que o improvável não significava impossível. Depois de décadas, passamos por uma grande crise novamente, tudo por causa da longa cauda estatística. O que deveria nos salvar quase nos destruiu.

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Os fatos começaram há três anos, na crise de 2008, mas, como em tudo, na economia também existe uma inércia, e assim elas seguiram. A crise parecia ter acabado, mas as caudas continuavam longas.

Sabe aquela velha história que uma borboleta no pacífico pode gerar um furacão no atlântico? Creio que o contrário também é verdadeiro, e conhecemos isso como teoria do Caos. Mas afinal o que quer dizer Caos? Mais que um Deus grego, o Caos hoje é uma forma simples e direta de dizer que as coisas estão indo mal. Então, se a maior potência estiver à beira de um colapso? E se o velho mundo, detentor de boa parte da história da humanidade estivesse ruindo? E se tivéssemos que repensar os modelos econômicos? E se tudo que aprendemos estivesse errado ou fosse obsoleto? Como chamaríamos isso? Caos?

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Restrição no crédito afeta a atividade econômica


A atividade econômica do País cresceu 0,5% em maio na comparação com abril. Em relação ao mesmo mês de 2010, a expansão da atividade foi de 3,2% e, nos últimos 12 meses encerrados em maio, houve elevação de 5,1%. É o que aponta a pesquisa mensal realizada pela Serasa Experian.

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Segundo o economista da empresa, Luiz Rabi, ao olhar para os meses deste ano, o Brasil continua crescendo. No entanto, ao compararmos os trimestres, é possível notar que as medidas fiscais e monetárias adotadas pelo atual governo começam a produzir trajetória de desaceleração na economia, em linha com as necessidades de se promover a convergência da inflação à sua meta.

Brasil e França firmam parcerias para promover inovação


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou hoje, em Paris, durante palestra do “The 2nd Brazil Business Summit”, organizada pela Economist Conferences, grupo da revista britânica The Economist, que “a França pode ajudar muito o Brasil com a sua indústria altamente inovadora por meio da transferência de tecnologia em setores estratégicos”.

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Pimentel disse ainda que “nosso país precisa muito do dinamismo da economia francesa e este é o momento para integrarmos, definitivamente, os nossos esforços para o salto da inovação que queremos dar com o lançamento da nova política industrial”.

Em viagem oficial à França, Pimentel se encontrou com o ministro de Economia, François Baroin, e com o assessor especial da Presidência francesa, Jean-David Levitte. Nas audiências, o ministro destacou que o país que mais recebe investimentos franceses no mundo hoje é o Brasil e lembrou ainda que, entre as quarenta maiores empresas francesas, 38 estão firmemente estabelecidas no Brasil.

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Superaquecimento da economia ameaça vários mercados emergentes


Quando o ministro Guido Mantega disse em Londres que o Brasil estava em guerra contra a inflação (de novo), parecia estar citando diretamente a revista “The Economist”, que aponta o Brasil, ao lado de países como Argentina, Indonésia, Índia, Turquia e Vietnã como economias emergentes em ponto de superaquecimento.

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Analisando pontos como inflação, déficit público, balança comercial e crescimento do PIB, o estudo da “Economist” mostra que embora tenha tido um crescimento invejável em 2010, de 7,5% ao ano, o Brasil agora está crescendo rapidamente e de forma insustentável.

A análise da “Economist” levou em conta 27 economias e criou um ranking de superaquecimento, levando em conta seis fatores. O primeiro seria inflação, que avançou em média 6,7% em maio. Mas há um abismo entre os emergentes. Enquanto a inflação ficou na casa de 1,7% em Taiwan, a alta dos preços atingiu 20% ou mais na Argentina, Venezuela e Vietnã. Mais

China cobra do Brasil reconhecimento


O diretor do departamento da América Latina do Ministério das Relações Exteriores da China, Yang Wanming, cobrou, esta semana, o cumprimento das promessas que Brasil e Argentina fizeram, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner, de reconhecer o país asiático como uma economia de mercado. “As palavras de Lula em 2004 se transformaram em letras mortas”, disse.

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O diplomata também fez dura crítica às regras antidumping adotadas especialmente pela Argentina. As queixas em relação aos dois maiores países do Mercosul alteraram o tom de uma entrevista do diplomata chinês a jornalistas latino-americanos, em Pequim, no fim da tarde de segunda-feira.

Realizada no suntuoso edifício do Ministério das Relações Exteriores, no bairro de Chaoyang, o mesmo que abrigou a Olimpíada de 2008, a entrevista, em princípio, não poderia se estender além de 40 minutos em razão de outros compromissos, avisou Wanming. O diplomata anotou uma pergunta de cada um dos 16 jornalistas presentes, que representavam o mesmo número de nações. Avisou que daria as respostas de uma só vez. Mais

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