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Infraestrutura na economia do Brasil, boas possibilidades


A carência da infraestrutura no Brasil, começando pelo fornecimento de água tratada, esgotamento sanitário, passando pelo transporte rodoviário dificultado pelas estradas em péssimas condições; e transporte ferroviário tímido e sucateado; ou pelo tráfego aéreo próximo do esgotamento, com aeroportos saturados, com instalações para atendimento aos passageiros, caóticas, tudo é um problema antigo, crônico, quase trágico.

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A experiência tem demonstrado que o comodismo e a inércia na adoção de decisões e ações administrativas para o efetivo enfrentamento desses gargalos estruturais estão atrelados a uma lógica perversa: quanto mais grave se tornam os problemas, mais caras e complexas se tornam as suas soluções.

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Espera-se crescimento de 5% da economia brasileira em 2012


A presidente Dilma Rousseff estimou nesta sexta-feira que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012 deve ficar em torno de 5%. “Minha meta é de cinco, a do (ministro da Fazenda) Guido (Mantega) é de cinco, da área econômica é cinco”, afirmou. “A minha expectativa é otimista, vocês queriam que fosse pessimista?”, disse em tom bem humorado.

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Segundo fontes do Planalto, o governo espera um crescimento de menos de 3,5% em 2011. No terceiro trimestre deste ano, a economia brasileira ficou estagnada, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a presidente a inflação não deverá ultrapassar o teto da meta, de 6,5%, neste ano.

Dilma disse que o Brasil vai bater com facilidade a meta de superávit de 2011, que é de US$ 91,7 bilhões. “Vamos atingir sem nenhum problema”, disse. A presidente comemorou ainda a situação fiscal brasileira que garante fôlego para uma crise de longo prazo.

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Medidas para manter o crescimento do Brasil


Ao contrário do que pensava muita gente, a crise econômica que atinge a Europa, especialmente Grécia, Portugal e Espanha, com ameaças pairando sobre a Itália também, contribuiu para a estagnação no ritmo de crescimento do Brasil no último 3º trimestre.

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Outro fator impactante foi a redução no ritmo do consumo das famílias, o que está ligado em parte à crise econômica europeia, e em parte à política de juros do Banco Central.

Esse movimento já era esperado pelo Governo Federal, de forma que quase simultaneamente ao anúncio da estagnação no crescimento econômico, foram anunciadas medidas de incentivo com a redução do IPI que incide sobre produtos da chamada “linha branca” que inclui geladeiras, fogões, microondas e máquinas de lavar.

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