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Prognóstico do crédito desacelera para o segundo semestre


O Ministério da Fazenda avalia no documento "Economia Brasileira em Perspectiva" do bimestre março e abril que os dados de crédito mostram um realinhamento para uma trajetória mais sustentável de crescimento. No documento, a Fazenda ressalta que as projeções do Banco Central indicam que a taxa atual de crescimento das operações – próxima a 20% – irá gradualmente desacelerar, para atingir 15% no final do ano.

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O ministério destaca essa desaceleração não significa "uma parada brusca no mercado de crédito", mas apenas que as operações continuarão crescendo a taxas menos elevadas. "Ademais, algumas linhas de crédito, como os empréstimos imobiliários, e os financiamentos para investimentos de longo prazo continuarão sendo incentivadas", diz o boletim.

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Crescimento do PIB se mantem em 4,5%


O Ministério da Fazenda divulgou nesta segunda-feira (4) o documento "Economia Brasileira em Perspectiva" referente aos meses de março e abril e manteve a sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano em 4,5%, acima, portanto, dos 4% de expansão esperados pelo Banco Central e pelos analistas do mercado financeiro.

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Para 2012, a previsão de expansão do PIB da equipe do ministro Guido Mantega também não se alterou, permanecendo em 5%. Já para 2013 e 2014, a estimativa permaneceu em 5,5% de crescimento nestes dois anos.

Brasil é otimista com o futuro da economía


Os brasileiros são os mais otimistas com relação ao futuro da economia nos próximos seis meses, segundo pesquisa da Ipsos Mori divulgada nesta quinta-feira. Com 72% dos pesquisados acreditando que a economia brasileira estará mais forte no próximo semestre, o país ficou bastante acima da média geral de 27% e liderou o ranking com 24 países.

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Em seguida, aparecem Arábia Saudita (60%), Índia (55%) e Argentina (42%). No entanto, quando questionados se a atual situação econômica é "boa", os brasileiros caem para a 8ª posição, com 52%, atrás de Arábia Saudita (87%), Suécia (78%), Índia (76%), China (75%), Austrália (70%), Canadá (68%) e Alemanha (67%).

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Economia brasileira acelera


Indicadores de produção industrial, vendas no varejo, licenciamento de carros, consumo de energia elétrica e fluxo de veículos nas estradas mostram que o desempenho da economia no terceiro trimestre será melhor do que o de abril a junho deste ano e do que o de igual período de 2008.

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Economistas e representantes de entidades da indústria e do comércio preveem que, de julho a setembro, o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deva subir cerca de 3% ante o trimestre anterior e 0,5% sobre igual período do ano passado.

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Economia brasileira cresce 1,3% no primeiro trimestre


A economia brasileira cresceu 1,3% no primeiro trimestre do ano, em relação aos três primeiros meses anteriores, tendo o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro atingido os 939,6 mil milhões de reais (410,5 mil milhões de euros).

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O maior destaque vai para o sector agro-pecuário, que cresceu 3,3%, seguido da indústria (2,2%) e dos serviços (1,1%). No cálculo do crescimento económico, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) considera as variações sazonais.

Previsão para PIB em 2012 diminui


A projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira em 2011 foi mantida em relação à última semana, pela oitava vez consecutiva.

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De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC), a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano permaneceu em 4,00%. Já para 2012, a previsão de expansão recuou de 4,20% para 4,10%.

Na mesma base de comparação, a aposta para a Selic em 2011 manteve-se em 12,50%, assim como para 2012 seguiu em 12,25%.

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Lula descarta pacote para travessia da crise


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista aos portais de Internet que o seu papel na crise é de levar serenidade para a sociedade. Ele voltou a admitir que a crise financeira mundial é grave, mas que o país tomou uma espécie de vacina e, por isso, ainda não está sentindo os fortes efeitos do restante do mundo.

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"Nós temos que acompanhar com lupa para não sermos pegos de surpresa. E depois o papel do presidente é passar para a sociedade a serenidade que a sociedade precisa para continuar acreditando no país. E isso nós estamos fazendo e vamos continuar fazendo", argumentou.

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