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Restrição no crédito afeta a atividade econômica


A atividade econômica do País cresceu 0,5% em maio na comparação com abril. Em relação ao mesmo mês de 2010, a expansão da atividade foi de 3,2% e, nos últimos 12 meses encerrados em maio, houve elevação de 5,1%. É o que aponta a pesquisa mensal realizada pela Serasa Experian.

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Segundo o economista da empresa, Luiz Rabi, ao olhar para os meses deste ano, o Brasil continua crescendo. No entanto, ao compararmos os trimestres, é possível notar que as medidas fiscais e monetárias adotadas pelo atual governo começam a produzir trajetória de desaceleração na economia, em linha com as necessidades de se promover a convergência da inflação à sua meta.

Brasil e França firmam parcerias para promover inovação


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou hoje, em Paris, durante palestra do “The 2nd Brazil Business Summit”, organizada pela Economist Conferences, grupo da revista britânica The Economist, que “a França pode ajudar muito o Brasil com a sua indústria altamente inovadora por meio da transferência de tecnologia em setores estratégicos”.

FRANCA

Pimentel disse ainda que “nosso país precisa muito do dinamismo da economia francesa e este é o momento para integrarmos, definitivamente, os nossos esforços para o salto da inovação que queremos dar com o lançamento da nova política industrial”.

Em viagem oficial à França, Pimentel se encontrou com o ministro de Economia, François Baroin, e com o assessor especial da Presidência francesa, Jean-David Levitte. Nas audiências, o ministro destacou que o país que mais recebe investimentos franceses no mundo hoje é o Brasil e lembrou ainda que, entre as quarenta maiores empresas francesas, 38 estão firmemente estabelecidas no Brasil.

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China cobra do Brasil reconhecimento


O diretor do departamento da América Latina do Ministério das Relações Exteriores da China, Yang Wanming, cobrou, esta semana, o cumprimento das promessas que Brasil e Argentina fizeram, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner, de reconhecer o país asiático como uma economia de mercado. “As palavras de Lula em 2004 se transformaram em letras mortas”, disse.

OS-BRICS

O diplomata também fez dura crítica às regras antidumping adotadas especialmente pela Argentina. As queixas em relação aos dois maiores países do Mercosul alteraram o tom de uma entrevista do diplomata chinês a jornalistas latino-americanos, em Pequim, no fim da tarde de segunda-feira.

Realizada no suntuoso edifício do Ministério das Relações Exteriores, no bairro de Chaoyang, o mesmo que abrigou a Olimpíada de 2008, a entrevista, em princípio, não poderia se estender além de 40 minutos em razão de outros compromissos, avisou Wanming. O diplomata anotou uma pergunta de cada um dos 16 jornalistas presentes, que representavam o mesmo número de nações. Avisou que daria as respostas de uma só vez. Mais

Brasil e cinco emergentes redefinirão economia global


De acordo com o Banco Mundial, o Brasil integra um grupo de seis países de economias emergentes que vão redefinir a estrutura econômica global nos próximos anos. Relatório divulgado nesta quarta-feira (17), em Washington, dá conta de que até 2025 as economias do Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Coreia do Sul vão ser responsáveis por mais de 50% do crescimento global.
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O documento diz que “à medida que o poder econômico muda, essas economias bem-sucedidas vão ajudar a conduzir o crescimento em países de baixa renda por meio de transações comerciais e financeiras fronteiriças”. Segundo o relatório “Horizontes do Desenvolvimento Mundial 2011 – Multipolaridade: a nova Economia Mundial”, os países emergentes vão crescer, em média, 4,7% ao ano até 2025. Ao mesmo tempo, os países desenvolvidos vão crescer, em média, 2,3%, no mesmo período.

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