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Atividades económicas


Indústria

A economia brasileira vai relativamente bem, mas a indústria está praticamente estagnada, castigada por uma série de fatores, tais como a pesada carga tributária (cerca de 50%), juros altos, salários crescentes, burocracia oficial, deficiente infraestrutura e taxa de câmbio adversa. Diante da ameaça de desindustrialização, o Ministro da Fazenda assumiu o comando das iniciativas para reverter essa situação. A primeira medida, correta, foi aplicar o IOF de 6% aos ingressos de capital externo de menos de 5 anos, com visível efeito sobre a taxa de câmbio, que já chegou a R$ 1,80 por dólar. Parabéns.

Economia2A segunda medida constitui um equívoco, qual seja, o de pretender reduzir o peso da carga tributária transferindo a contribuição previdenciária do empregador (e a do empregado?) da folha de pagamento para o faturamento. Essa medida já foi adotada antes, experimentalmente, para um pequeno grupo de empresas, e o resultado foi nulo, possivelmente negativo. Insistir nessa direção é como “mudar o sofá de lugar”.

A situação da indústria nacional é preocupante. Após permanecer estagnada em 2011 (+0,3%), a produção industrial caiu 2,1% em janeiro/12, segundo o IBGE. Em 2010, o setor havia crescido 10,5%. A produção da indústria automobilística caiu 19,5% nos dois primeiros meses do ano, e a de máquinas agrícolas caiu 6,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A produção de petróleo foi recorde em janeiro, com 2,231 milhões de b/d e o consumo de gás cresceu 3,6%. A venda de imóveis novos em São Paulo sofreu queda de 15,3% em 2011, ante 2010.

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O pior já passou. Mas reflexos mais graves ainda podem estar por vir


Na tentativa de manter a tranqüilidade diante da crise global, o governo federal adotou a tese de que o pior já passou. Ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, deram entrevistas na última semana transmitindo a mensagem de que o país sobreviveu à fase mais aguda da turbulência.

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De fato, os mercados se comportaram melhor nos últimos dez dias – o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou de 29 mil pontos, no dia 27 de outubro, para 40 mil pontos na terça-feria, dia 4, enquanto o dólar tem oscilado menos do que nas três primeiras semanas de outubro. O problema da tese oficial é que ela deixa de fora todos os efeitos da crise sobre a economia real, e desdenha do risco de um novo momento de pânico.

“Discordo da avaliação do governo”, diz o economista Marcelo Curado, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “O que passou foi uma fase de ajustes nos preços de ativos, como ações e o dólar. O reflexo da crise no lado real da economia será mais grave e não está nem perto de ter mostrado a cara inteiramente.”

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Economia brasileira deve ganhar força a partir do segundo trimestre


A economia brasileira deve crescer 3,7% neste ano, afirmou nesta quinta-feira (29) o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros. A expectativa é um pouco superior à media do mercado, já que o último Relatório Focus revelou projeção de 3,2%.

Economia6Em encontro com executivos do varejo e membros do conselho de desenvolvimento estratégico da Alshop, Octavio afirmou que o fundo do poço da crise será o primeiro trimestre deste ano, quando a expectativa é que o crescimento anualizado seja de 0,6%.

Esse número, no entanto, já é fruto de uma revisão, tendo em vista que a estimativa anterior era de cerca de 1%. Uma nova leitura foi necessária após constatar altos níveis de estoques nas indústrias, afirmou.

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Economia brasileira cresce abaixo do potencial, diz BC


O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um “ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.” Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no mercado interno.

Economia15“As compras de produtos externos reduz a demanda nos mercados de insumos domésticos e, dessa forma, contribui para arrefecimento de pressões de custos e eventuais repasses para os preços ao consumidor”, informou o documento.

No Relatório de Inflação, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares “ligeiramente acima” de 8,75% ano ano e se estabilizar. O BC, de acordo com o documento, prevê crescimento de 3,5% neste ano.

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Finanças do Brasil


Depois de gastar a maior parte de seu capital político combatendo a corrupção, Dilma Rousseff teve de escolher suas batalhas. Sete senadores de sua coalizão indignada já se demitiram, e outros avisam que poderão fazer o mesmo. Rousseff colocou a maioria de seus planos legislativos em espera até que as relações melhorem.

Economia9Mas ela está treinando seu poder de fogo restante no que talvez seja o maior problema de política pública do Brasil: um sistema de aposentadoria voraz, que ameaça estourar o orçamento e danificar a economia.

Em 29 de fevereiro, a Câmara dos Deputados aprovou uma reforma da aposentadoria dos funcionários públicos. Ela limitaria os planos de benefícios dos futuros empregados do governo federal em 3.916 reais, o mesmo nível que os trabalhadores do setor privado. E quem quisesse mais teria de contribuir com um fundo separado. Isso tornaria o sistema menos injusto e, em longo prazo, um pouco mais barato.

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Brasil é visto entre os maiores destinos de investimento


O Brasil será neste ano um dos três maiores receptores de investimentos estrangeiros no mundo, indicou nesta terça-feira um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Economia6Na sexta edição, a pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil foi feita com representantes das embaixadas, de empresas do mercado financeiro e membros de câmaras binacionais.

Conforme o Ipea, 38% dos entrevistados considera que o Brasil estará entre os três maiores receptores de capital estrangeiro.

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Desaceleração chinesa causaria transtornos em todo o mundo


O pujante crescimento da economia chinesa tem impulsionado os mercados emergentes e equilibrado os efeitos da crise mundial, que prejudicam os Estados Unidos e a Europa desde 2008. No entanto, dados recentes mostraram uma possível desaceleração do gigante asiático, assustando os investidores de todo o mundo.

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No início de março, Wen Jiabao, presidente do país, anunciou uma expectativa de crescimento econômico de 7,5%, bem abaixo do especulado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), de 9%. E, na última semana, pesquisa realizada pelo banco HSBC mostrou uma depreciação na atividade industrial do país. Não demorou muito para que as bolsas reagissem com temor e todos os índices da Europa, dos EUA e do Brasil registraram forte queda nos últimos dias.

A importância econômica da China hoje é indiscutível e se a tendência for confirmada, todos os mercados mundiais, inclusive o Brasil, sofreriam grandes perdas, afirma o economista Pedro Paulo Bastos, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

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