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Programa de aceleração do crescimento


Presidente Dilma Rousseff a mais recente iniciativa para acelerar a economia brasileira é um caso de “sim, mas”.

Rousseff também se voltou para o setor privado para construir a nova infra-estrutura (com alguma ajuda de financiamento do BNDES, o banco de desenvolvimento estatal).

Tudo o que é para o bem. O plano aborda alguns dos gargalos de fornecimento chave que cravar crescimento brasileiro. Ele também reconhece eficiência do setor privado sobre a ineficiência do Estado.

No entanto, há deficiências. “O Brasil vai finalmente ter uma infra-estrutura compatível com seu tamanho”, disse Rousseff. Mas isso só será o caso se as novas estradas e ferrovias na verdade são construídas. Burocracia estatal Bizantino – nos níveis federal, estadual e local – pode ainda ver os planos executados nas areias.

Além disso, os projetos não são suficientes, por si só, para levar investimentos brasileiros até o nível que deve ser. Espalhada por cinco anos, o programa equivale a investimento extra equivalente a 0,5 por cento do PIB. Mas para o Brasil para aumentar sua taxa de investimento de 18 por cento até normas de mercados emergentes, como no México ou no Peru, ele precisa investir 5 pontos percentuais a mais a cada ano. Só então o Brasil vai se tornar totalmente o Rousseff país “mais rico, mais forte, mais moderno e mais competitivo”, diz que sim.

Bottom line? Pelo menos o Brasil vai obter alguma da rede de transportes necessita para os Jogos Olímpicos em 2016, se não a tempo para a Copa do Mundo vai acolher em 2014.

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1 Comentário

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  1. […] implica em custos menores das transações e isso, em última análise, determina grande parte da estrutura de uma economia. Quanto mais os custos forem reduzidos pelas novas formas de dinheiro as trocas serão […]

    Pingback por Os avanços em quanto a moeda eletrônica no Brasil — 6 de novembro de 2012 #

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