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PAC 2, o plano para o crescimento.


O governo de Lula colocou na marcha o Programa de Aceleração do Crescimento, segunda versão (PAC 2). Ainda com a primeira etapa não conclusa e com uma pouco bem sucedida gestão do Plano 1, a administração governamental brasileira anunciou ontem uma nova fase do programa que prevê investimentos milionários. A noticia contou com uma forte operação de imprensa, segundo a oposição, foi um ato de campanha eleitoral completo, até teve choro e emoção.

Do total previsto de US$ 860,379 bilhões em investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que foi lançado em Brasília pelo governo, US$ 518,716 bilhões vão ser gastos entre 2011 e 2014, e os US$ 341,663 restantes estão previstos para gastar após 2014.

A maior parte, va para o setor energético (US$ 590,718 bilhões). So com petróleo, assim como também gás, estão previstos gastos por US$ 475,495 bilhões e para geração elétrica US$ 73,894, segundo o anuncio da Empresa Brasil de Comunicação.

A exploração do depósito de hidrocarbonetos do pré-sal vai contar com um aporte de uns US$ 69,981 bilhões, dos quais US$ 35,909 bilhões vão ser incorporados desde 2011 até 2014 e US$ 34,071 a partir de 2014. Estes valores vão financiar a analise dos seguintes depósitos de hidrocarbonetos: Tupi, Nordeste, Carioca e Ircema.

O inicio da produção esta prevista para Guará, Iara, piloto de Tupi e Baleia Azul. Segundo a noticia oficial, serão adquiridas 28 sondas para exploração e perfuração em águas profundas FPSO.

Severos problemas que aguardam uma melhor gestão; cabe informar que para o secreto caso do saneamento o PAC 2 vai destinar uns US$ 12,304 bilhões. Para prevenção em território de risco e previsão US$ 6,124 bilhões, de acordo com a informação governamental.

E necessário remarcar que dentro das diretivas previstas na segunda fase do programa PAC 2 esta contemplada a situação da colheita e tratamento cloacal, redes coletoras, estações elevadoras, interceptoras e estações de tratamento. Alem disso, a ampliação do tratamento de resíduos sólidos, como soterramento sanitário e modernização da tecnologia.

O lançamento do PAC 2, dividiu o governo e a oposição. Para o líder do partido de governo, representante na Câmara de Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), o anuncio das metas do programa e um marco histórico para Brasil; segundo o congressista, o PAC 2 e um avanço em relação ao primeiro tramo iniciado em 2007, por contar com políticas que colocam o ênfase nas questões energéticas, transportes, habitação, cidades e cidadania.

O PAC 2 e um desdobramento do PAC 1, um pulo a frente, porque vão se ter seis meses para o debate, envolvendo governadores, prefeitos e a sociedade, para delinear a aplicação de mais de US$ 860,379 bilhões, em quatro anos, para conduzir o desenvolvimento do país.

Segundo Vaccarezza, o PAC 1 esta sendo um sucesso, tanto na realização de obras quanto na concepção do país, por contemplar a distribuição de renda, a geração de empregos, entre outras medidas.

Em relação as criticas que a oposição efetua sobre o PAC 2, o líder oficialista voltou a recusar as mesmas. Segundo o congressista, a oposição esta divorciada do povo e do interesse do país.

Para o líder da oposição, o deputado João Almeida (PSDB – BA), em vez de lançar o PAC 2 o governo deveria fazer uma avaliação do PAC 1, “que e uma falha total em termos de gestão, com um nível de execução muito baixo. O lançamento hoje do PAC 2 foi um ato de campanha, completo até com choro e emoção” agregou.

Na segunda edição do PAC, feito publico pelo governo brasileiro, com um anuncio grandioso nos médios locais de informação, não contempla o modelo de desenvolvimento sustentável aos projetos, foi o dito pelos ambientalistas consultados.

Parte do dinheiro, previsto para o período entre 2011 e 2014 poderia ser utilizado em novas tecnologias que contribuam para a mudança de trajetória de uma economia mais verde, segundo os analistas da Greenpeace.

“A grande preocupação e a falta de alinhamento do programa com a visão de sustentabilidade; continua a ser uma coleção de ações individuais; poderia utilizar alternativas que sejam ambientalmente muito mais interessantes, deveríamos estar falando de um PAC eólico, por exemplo, e não se fala”.

Entre os contrastes está o mantimento de investimentos na energia sem um plano ambicioso para alternativas de geração elétrica, como a energia solar, eólica, alias os poucos projetos de trens que são mais sustentáveis que as carreteiras no meio da selva e assim se começaria a ver a solução ao problema endêmico de transprte, manutenção de estradas e custos dos fretes e cargas.

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