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Obama envia um funcionário chave para negociar com o Brasil


O Presidente norteamericano Barack Obama, se encarregou de enviar para Brasília esta semana, funcionários que lhe reportaram diretamente as novidades.

A idéia, e se colocar no corrente do confronto comercial com Brasil que já tomou um ar bastante politizado.

Seu assistente em Seguridade Nacional para assuntos econômicos internacionair Michel Froman, foi o escolhido para explorar as possibilidades de uma pacificação no que muitos já batizaram como a “guerra do algodão

Este funcionário se reuniu durante esta semana com o secretario de assuntos econômicos do Itamaratí, Pedro Luiz Carneiro. Segundo transcendeu a prensa brasileira, Froman teria informado do interesse de Washington em um arranjo negociado que contemple a “redução de subsídios”.

Nem por isso, nas altas capas, tanto econômicas como diplomáticas do governo de Lula, não se quis levantar excessivas expectativas sobre o assunto.

Primeiro, porque Froman não e o homem que poderá discutir em termos específicos como e que se chega num acordo sobre o assunto do algodão. O indicado sería que se chegue em Brasília um representante da USTR, a oficina do Representante Comercial estadounidense Ron Kirk. E pelo que tem transcendido isto estaria prestes a acontecer nesta semana.

Brasil avança em tanto na confeção de uma segunda lista de bens originários de norteamérica a ser afetados por retaliações que foram permitidas pela OMC (Organização Mundial de Comercio) como conseqüência de que Estados Unidos não cumpriu com a instrução do organismo em eliminar os subsídios sobre o algodão.

O presidente Lula disse que se requer de dois passos para solucionar o assunto: primeiro que Obama envie para Brasil “pessoas com autoridade” para avançar nos trámites, e não continuar enrolando os dias mandando enviados que nada podem fazer; e segundo que Washington se empenhe em cumprir as resoluções de organismos multilaterais “porque de outra forma o mundo vai se voltar ingovernável”.

Para compensar o problema do algodão, cujos produtores são fortemente subsidiados nos Estados Unidos (com o que se provoca uma baixa artificial nos preços que impede a competência dos agricultores de paises sub-desenvolvidos), Forman sugeriu que EEUU pode eliminar os tributos aduaneiros que regem sobre o etanol brasileiro, ao mesmo tempo que poderia retirar subsídios para a fabricação de álcool combustível gerado a partir de milho.

Mas tudo depende das decisões do Congresso que tem atadas as mãos do Executivo estadounidense (ou al menos que pareça que isto e assim)

Em quanto ao algodão, uma das possibilidades e eliminar os subsídios gubernamentais e não os parlamentares.

A final de contas, até parece que so estão colocando panos molhados para esfriar o assunto, mas nada que seja determinante e indique que a situação não há de se repetir no futuro…

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1 Comentário

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  1. […] milhões de dólares que é aproximadamente a quantia em matéria de dano econômico causada pelos subsídios que USA vem […]

    Pingback por Diz o presidente do Brasil, que EEUU deve respeitar a OMC — 20 de outubro de 2011 #

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