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O Prejuízo do Contrabando e da falsificação de moeda


O contrabando e a falsificação de produtos é um problema enfrentado por todos os setores da economia brasileira. Ontem (21 palestras marcaram o I Congresso de Capacitação de Recursos Humanos para Identificação de Concorrência Desleal, Contrabando e Tráfico de Drogas. Além dos prejuízos em decorrência do não recolhimento de tributos, há o risco para quem consome os produtos ilegais.

contraban

Na primeira palestra do dia, o gerente de Planejamento Estratégico da Souza Cruz, Rodrigo Moraes, abordou o comércio ilegal de cigarros, a diferenciação entre cópia e produto original. Conforme a apresentação, cerca de 30% dos cigarros vendidos no Brasil é de origem ilegal. Segundo Moraes, diferente do original, o cigarro falso brilha no escuro. “A cinco anos era fácil identificar o cigarro falso do original. Hoje em dia é quase impossível”, ressaltou Rodrigo.

A segunda palestra, teve como tema “Identificação de Produtos falsificados”, ministrada por Bruno Kiminato, gerente de Nacional de Trade Marketing da BIC. Por meio de vídeos, foram demonstradas as principais diferenças entre isqueiros, canetas e barbeadores brasileiros fabricados no Paraguai. "Os isqueiros falsos soltam todo o líquido e ao contato com a água estilhaçam por completo. As canetas piratas quando apertadas fortemente no papel entopem e estouram. Os barbeadores fabricados no Paraguai têm o cabo soldado na gilete, enquanto os nossos são fixos”, explicou Kiminato.

No período da tarde as palestras foram as seguintes: "Identificação de Moedas Falsificadas”, do perito da Casa da Moeda do Brasil, Alberto Martins e “Perícias de Produtos Falsificados apreendidos em Mato Grosso do Sul”, a cargo dos peritos criminais, Melissa Porto Tronchini, Rogério Pereira de Oliveira, Janary Nunes França e Orivaldo José da Silva Junior.

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