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O novo dono do dinheiro


O atual diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, Alexandre Antonio Tombini, será quem assuma a presidência da entidade na nova administração federal da Dilma Rousseff, ainda que seja transitória. Ele terá a tarefa de manter e controlar a inflação e procurar a redução dos juros.

Os analistas consideram que o nome de Tombini é politicamente menos forte do que o do atual presidente Henrique Meirelles. Agora Tombini tem a missão de manter a inflação no esquema para o BC em 2011 é de 4,5% pelo IPCA.

Dilma também persegue a meta de chegar à taxa de juro real de 2% ao ano ao fim do seu governo (hoje, a taxa está próxima de 5,5% ao ano). Para 2011 devem ser necessárias elevações do juro.

A escolha por Tombini tomou em conta o respaldo imediato do mercado financeiro. Ele e visto como um homem fiador da manutenção da política monetária atual.

Entendem no governo próximo que seus votos no Comitê de Política Monetária (Copom) costumavam se alinhar aos de Meirelles, embora seu histórico acadêmico e profissional tenha uma linha mais desenvolvimentista.

O anúncio serviu para contemplar demandas do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e de Nelson Barbosa, secretário de política econômica do ministério, de ativo rol na campanha de Dilma. Tombini já passou pela Fazenda, onde tem bom trânsito e seu nome foi confirmado após conversa entre Dilma e Mantega.

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