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O comercio brasileiro do varejo, se recupera nos primeiros meses de 2010.


O comercio de varejo no Brasil, tem acelerado sua recuperação em janeiro, com um aumento de 2,7% nas vendas e um 3% nos ingressos com relação a dezembro, informou o governo.

O pulo foi ainda maior (10,4% nas vendas e 12,3% nos ingressos) em comparação com janeiro de 2009, quando Brasil se encontrava no meio da onda da crise mundial, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

O resultado positivo de janeiro, chegou após um retrocesso das vendas de 0,4% registrado em dezembro, e um aumento moderado do 5,9% no computo do ano passado, segundo estatísticas do IBGE.

O comercio de varejo, e um dos setores que melhor tem suportado no Brasil os golpes da crise mundial, que tem levado a economia do gigante sul americano a fechar 2009 com uma pequena contração de 0,2% do seu PIB.

A retomada no crescimento do comercio varejista, se apoiou no crescimento das vendas do setor de moveis e eletrodomésticos (7,9%) seguidos do material de escritório e informática (5,8%) e os da área editorial de jornais e papelaria (3,2%).

O segmento de supermercados, alimentos e bebidas, levaram-se o 47% das vendas, e registrou uma suba de 1,4% no que diz respeito ao mês anterior y um 10,2% superior com relação com janeiro de 2009.

O bom resultado deste setor, foi reflexo do aumento do poder de compra da população brasileira, que subiu em media de 5,3% com respeito ao começo de 2009, segundo IBGE.

As empresas de moveis e eletrodomésticos aumentaram suas vendas um 17,7% com relação a janeiro do ano anterior, e coparam o 30% das vendas de varejo do país.

O IBGE atribuiu este forte incremento, ao esforço dos consumidores por antecipar suas compras, aproveitando as rebaixas tributarias concedidas pelo governo de Lula, no segmento de eletrodomésticos de linha branca.

Esta ajuda foi outorgada desde começos de 2009, para estimular o consumo e minimizar os embates da crise, mas acabou sua vigência o passado 31 de janeiro de 2010 e o Executivo decidiu não prolongar no tempo este tipo de medidas, em favor da melhoria da economia e do crescimento baseados em coisas reais, não artificiais.

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