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Economia recupera no segundo trimestre deste ano


A recessão técnica da economia brasileira, com retracção da actividade, nos dois últimos trimestres, na sequência da crise global, termina em Junho, adiantam estudos dos dois maiores bancos privados do Brasil.

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Estudos do Bradesco e Itaú-Unibanco indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu em Maio, depois de acumular uma contracção de 3,6 por cento no último trimestre de 2008 e de 0,8 por cento, nos primeiros três meses de 2009, e que se prolongou em Abril.

Os cálculos do Bradesco apontam para um crescimento do PIB no segundo trimestre de 2009 de 1,7 por cento, em relação aos três primeiros meses deste ano.

Commodities

Tombini disse também durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que o peso da alta das commodities no mercado internacional é maior no Brasil do que em outros países. Isso porque, na economia brasileira, o peso dos alimentos é maior na cesta de consumo, entre 22% e 23%.

O presidente do BC alertou que, embora a alta dos preços das commodities não esteja sob o controle da autoridade monetária, é preciso, com o uso da política monetária, evitar os efeitos secundários desse choque na economia.

Curva de juros

Segundo Tombini, ainda, as decisões recentes de política monetária foram bem absorvidas pelo mercado financeiro, fato, segundo ele, evidenciado pelo comportamento favorável da curva de juros após as duas últimas altas da Selic. A argumentação de Tombini é que, se a política monetária não estivesse sendo bem avaliada, a curva de juros subiria, por conta do temor de mais inflação.

O presidente do BC repetiu que a inflação é uma preocupação disseminada entre os países e ressaltou que a alta do petróleo é uma fonte adicional de risco nesse front. Ele salientou que o Brasil é um dos poucos países que está "endereçando" o problema da inflação, trabalhando com juro real positivo, enquanto outros países estão com taxa real zero ou negativa.

Sobre a abundância de fluxos de capitais para o Brasil, Tombini afirmou que isso reflete a situação de "extraordinária" liquidez no mundo, combinado com o fato de o Brasil se mostrar uma economia sólida. Tal situação, segundo ele, é levada em consideração nas decisões de política monetária.

Além disso, explicou, o BC tentou, por meio das medidas macroprudenciais, evitar que esse ingresso de capitais no Brasil tenha impactos excessivos no crédito interno, colocando em risco a trajetória de sustentabilidade da economia brasileira. dólar

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