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De olho nos Estados Unidos


Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente eleita, Dilma Rousseff, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, estão “preocupados” com a política de Estados Unidos e China de desvalorização de suas moedas, com claras conseqüências para as exportações brasileiras.

O atual presidente declarou, “se o comércio é livre, ele é livre para valer”. Depois se explicou: “O fato de duas economias do tamanho da chinesa e da americana tentarem fazer sua competitividade desvalorizando as suas moedas não é correto e não é justo para o comércio internacional”.

Distintos analistas recordarem que na semana passada, o FED (Banco Central americano) proclamou a injeção de US$ 600 bilhões, garantindo a compra de títulos do Tesouro de EE.UU. Em termos mais simples haverá impressão de moeda. O governo do Brasil analisa que esse excesso de liquidez repentino tenha repercutido em o território brasileiro.

Lula fez um discurso de 30 minutos com um resumo geral de sua ação de governo. Num momento ele confessou: “Esse país era um país capitalista que não tinha capital nem crédito. E foi exatamente eu, que passei a vida inteira me dizendo socialista, que vim fortalecer o seu capitalismo aqui”, afirmou.

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