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	<title>Economia Brasil &#187; Problemas Comerciais</title>
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		<title>Economia brasileira deve ganhar for&#231;a a partir do segundo trimestre</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A economia brasileira deve crescer 3,7% neste ano, afirmou nesta quinta-feira (29) o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros. A expectativa é um pouco superior à media do mercado, já que o último Relatório Focus revelou projeção de 3,2%. Em encontro com executivos do varejo e membros do conselho de desenvolvimento estratégico da Alshop, Octavio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A economia brasileira deve crescer 3,7% neste ano, afirmou nesta quinta-feira (29) o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros. A expectativa é um pouco superior à media do mercado, já que o último Relatório Focus revelou projeção de 3,2%.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia63.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia6" border="0" alt="Economia6" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia6_thumb3.jpg" width="244" height="143" /></a></p>
<p align="justify">Em encontro com executivos do varejo e membros do conselho de desenvolvimento estratégico da Alshop, Octavio afirmou que o fundo do poço da crise será o primeiro trimestre deste ano, quando a expectativa é que o crescimento anualizado seja de 0,6%.</p>
<p align="justify">Esse número, no entanto, já é fruto de uma revisão, tendo em vista que a estimativa anterior era de cerca de 1%. Uma nova leitura foi necessária após constatar altos níveis de estoques nas indústrias, afirmou.</p>
<p><span id="more-1357"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A partir de então, a economia voltará a acelerar o ritmo de crescimento, alcançando o seu pico no terceiro trimestre, em reação aos juros baixos – a expectativa é que a taxa Selic caia para 9,00% ao ano na próxima reunião, marcada para abril -, que devem elevar o nível de consumo.</p>
<p align="justify"><strong>&quot;PIB do povo&quot;</strong></p>
<p align="justify">Entretanto, Octavio de Barros chama a atenção para outro dado que considera importante, o consumo das famílias. “É isso que o investidor estrangeiro olha, mostra a força da demanda doméstica”, afirmou.</p>
<p align="justify">Nesse sentido, apenas no primeiro trimestre, quando o PIB deve crescer 0,6%, o consumo das famílias, que o economista intitula de “PIB do povo”, pode avançar entre 7% e 8%, também em base anualizada.</p>
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		<title>Economia brasileira cresce abaixo do potencial, diz BC</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &#34;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&#34; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &quot;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&quot; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no mercado interno. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia153.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia15" border="0" alt="Economia15" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia15_thumb3.jpg" width="244" height="189" /></a></p>
<p align="justify">&quot;As compras de produtos externos reduz a demanda nos mercados de insumos domésticos e, dessa forma, contribui para arrefecimento de pressões de custos e eventuais repasses para os preços ao consumidor&quot;, informou o documento.</p>
<p align="justify">No Relatório de Inflação, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ano ano e se estabilizar. O BC, de acordo com o documento, prevê crescimento de 3,5% neste ano.</p>
<p><span id="more-1354"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Inflação</b></p>
<p align="justify">Ainda segundo o relatório, o BC estima que a inflação deste ano ficará abaixo do centro da meta oficial -de 4,5% pelo IPCA- devido à desaceleração da atividade econômica interna e à maior deterioração do cenário global. Para 2013, no entanto, a autoridade monetária piorou suas estimativas. </p>
<p align="justify">A estimativa é de inflação de 4,4% neste ano pelo cenário de referência -com juros constantes em 9,75% e dólar a R$ 1,75. E, para o ano seguinte, o BC vê agora que o IPCA ficará em 5,2%. No relatório anterior, de dezembro passado, as estimativas tanto para este quanto o próximo ano estavam em 4,7%.</p>
<p align="justify"><b>Juros</b></p>
<p align="justify">No documento, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ao ano, mínimo histórico que vigorou entre julho de 2009 a abril de 2010, e se estabilizar, como trouxe a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada em meados de março.</p>
<p align="justify">No início de março, o BC acelerou o passo ao reduzir a Selic em 0,75 ponto percentual, para os atuais 9,75% ao ano. Na avaliação do mercado, segundo mostrou a pesquisa Focus, a Selic deve ir a 9% em abril -quando o Copom se reúne novamente.</p>
<p align="justify">O economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, frisou que o aumento da inflação em 2013 indica uma piora da previsão dos preços. Com isso, na avaliação dele, o BC reduz a Selic em abril, mantém a taxa estabilizada até dezembro. &quot;Isso indica uma possível alta do juros em 2013&quot;, afirmou Velho à Reuters.</p>
<p align="justify">Preocupação do governo é estimular a economia</p>
<p align="justify">A grande preocupação do governo é estimular a economia e garantir um crescimento na casa de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Em 2011, a economia brasileira cresceu apenas 2,7%, puxado por um mau desempenho da indústria.</p>
<p align="justify">Para tanto, a equipe da presidente Dilma Rousseff tem deixado claro que vai anunciar mais medidas para acelerar o crescimento da atividade, sobretudo na indústria. Na última sexta-feira, por exemplo, o governo prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca, além de incluir outros setores no benefício.</p>
<p align="justify">O próprio presidente do BC, Alexandre Tombini, afirmou que a economia brasileira vai acelerar em 2012, e ainda mais em 2013. Ele defende que, mesmo assim, a inflação deve convergir para o centro da meta no final deste ano.</p>
<p align="justify">Dados recentes mostram que os preços estão menos pressionados. Por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) -considerado uma prévia da inflação oficial- subiu 0,25% em março, abaixo das expectativas e mostrando uma forte desaceleração ante a alta de 0,53% registrada em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
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		<title>Finan&#231;as do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de gastar a maior parte de seu capital político combatendo a corrupção, Dilma Rousseff teve de escolher suas batalhas. Sete senadores de sua coalizão indignada já se demitiram, e outros avisam que poderão fazer o mesmo. Rousseff colocou a maioria de seus planos legislativos em espera até que as relações melhorem. Mas ela está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Depois de gastar a maior parte de seu capital político combatendo a corrupção, Dilma Rousseff teve de escolher suas batalhas. Sete senadores de sua coalizão indignada já se demitiram, e outros avisam que poderão fazer o mesmo. Rousseff colocou a maioria de seus planos legislativos em espera até que as relações melhorem. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia95.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia9" border="0" alt="Economia9" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia9_thumb5.jpg" width="244" height="205" /></a></p>
<p align="justify">Mas ela está treinando seu poder de fogo restante no que talvez seja o maior problema de política pública do Brasil: um sistema de aposentadoria voraz, que ameaça estourar o orçamento e danificar a economia.</p>
<p align="justify">Em 29 de fevereiro, a Câmara dos Deputados aprovou uma reforma da aposentadoria dos funcionários públicos. Ela limitaria os planos de benefícios dos futuros empregados do governo federal em 3.916 reais, o mesmo nível que os trabalhadores do setor privado. E quem quisesse mais teria de contribuir com um fundo separado. Isso tornaria o sistema menos injusto e, em longo prazo, um pouco mais barato.</p>
<p><span id="more-1351"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O projeto de lei ainda deve passar pelo Senado, e os poderes de persuasão de Rousseff talvez não sejam suficientes. Mesmo que seja aprovado, porém, seria apenas um primeiro passo na direção de consertar um sistema que Fábio Giambiagi, economista do Banco Nacional de Desenvolvimento, chama de “absolutamente o mais generoso do mundo. A economia do Brasil é muito diferente da da Grécia. Mas em termos de regras de aposentadoria somos piores”.</p>
<p align="justify">Único entre as grandes economias, o Brasil é um país jovem com a conta de aposentadorias de um velho (ver gráfico abaixo). Ele tem apenas dez pessoas com mais de 65 anos para cada cem pessoas de 15 a 64, menos que qualquer outro país do G-7. No entanto, gasta 13% do PIB em aposentadorias, mais que qualquer membro do G-7 com exceção da Itália, onde a porcentagem de idosos é três vezes maior que a do Brasil. Na verdade, tão poucos brasileiros pagam por planos de aposentadoria, e tantos a recebem, que o país tem 35 aposentados para cada cem trabalhadores contribuintes, uma parcela maior que a dos Estados Unidos.</p>
<p><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image001.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image001_thumb.png" width="332" height="487" /></a></p>
<p align="justify">As aposentadorias do Brasil também estão entre as mais generosas do mundo, substituindo 75% da renda média. Parte disso são gastos assistenciais destinados a reduzir a pobreza. Os trabalhadores rurais com mais de 60 anos e qualquer pessoa pobre com mais de 65 pode receber uma aposentadoria de 622 reais — o salário mínimo –, sem jamais ter contribuído para o sistema. Mas isso custa apenas 2% do PIB anual. Os verdadeiros culpados são as regras que permitem que os trabalhadores contribuintes se aposentem mais cedo e com pensões maiores que em qualquer outro lugar.</p>
<p align="justify">Para se aposentar com o salário pleno, a maioria dos brasileiros só precisa contribuir durante 15 anos e continuar até os 65 para homens e 60 para mulheres. Mas, depois de 35 anos pagando, um homem de qualquer idade pode se aposentar com um salário menor, embora ainda generoso. Uma mulher só precisa pagar durante 30 anos. Todas as pensões devem receber o salário mínimo, que triplicou em termos reais desde 1995. Em consequência disso, a maioria dos brasileiros se aposenta surpreendentemente cedo: aos 54 anos em média para homens no setor privado, e apenas 52 para mulheres. Os benefícios para os sobreviventes não têm limite de idade. As famílias herdam pensões integrais, o que significa que viúvas jovens e sem filhos nunca precisam trabalhar. Um décimo de todas as pessoas de 45 anos já estão recebendo pensão.</p>
<p align="justify">Em um país jovem, um sistema em que se pagam pensões com as contribuições dos atuais trabalhadores deveria gerar superávits, que poderiam ser investidos em infraestrutura e educação. Mas no caso do Brasil ele já é deficitário. O investimento é de apenas cerca de 20% do PIB, e apenas 2,9% do PIB vêm do governo.</p>
<p align="justify">As crianças recebem migalhas depois que as pensões são pagas. Levando-se em conta os níveis de renda e dados demográficos diferentes, o Brasil gastou duas vezes mais prodigamente com cada aposentado que a média da OCDE, mas somente dois terços tão generosamente na educação de cada criança. O único benefício que uma criança pobre pode esperar é a Bolsa Família, uma verba de 115 reais em média por família/mês. Se ela tivesse mais de 65 anos, sua família receberia mais de cinco vezes esse valor. Em consequência, muito poucos idosos estão abaixo da linha de pobreza, mas um terço das crianças está.</p>
<p align="justify">O preço dessas prioridades distorcidas já é alto. Mas logo será impagável. Os descontos para aposentadoria na folha de pagamento já são maiores no Brasil — 32% do salário bruto — do que em todos os países do G-7, exceto a Itália. Segundo Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, sem reformas, até 2050 eles teriam de alcançar esmagadores 86% para manter o sistema em funcionamento.</p>
<p align="justify">Evitar esse desastre exigirá grandes mudanças: mais pessoas contribuindo, pensões menos generosas e a proibição da aposentadoria precoce. Refazendo seus cálculos, Queiroz descobriu que, juntas, estas fariam o desconto para aposentadorias na folha de pagamento em 2050 aumentar para 40% (ainda um número assustador). Mas essas reformas não estão sequer sendo discutidas. “É um quebra-cabeça”, ele diz. “Os sindicatos são contra as mudanças. Mas sem eles os trabalhadores que representam estão pagando para que outras pessoas recebam pensões muito mais generosas do que eles jamais terão.”</p>
<p align="justify">O Brasil precisará enfrentar essa realidade mais cedo ou mais tarde. Mas o risco é que seja necessária uma crise econômica para levar o governo à ação. Grandes reformas foram aplicadas em 1999, quando o país lutava para pagar sua dívida externa. (Incrivelmente, as pensões costumavam ser ainda mais generosas, sem limite no setor privado e aposentadoria com salário pleno em qualquer idade depois de 35 anos de trabalho.)</p>
<p align="justify">Queiroz diz que a lição do exterior é que quando os que estão aposentados ou perto disso são muito numerosos, as reformas tornam-se tão urgentes que também os atingirão. Nessa altura, eles vão se mobilizar e bloquear todas as mudanças, mesmo que se aproximem do colapso. Um sistema insustentável só pode ser consertado enquanto a parcela de idosos é pequena. A oportunidade para o Brasil mudar é breve, ele diz — talvez dez anos.</p>
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		<title>Brasil estuda retaliar EUA por suco de laranja</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil considera fazer um pedido de retaliação à administração de Barack Obama e poderá levar o governo dos Estados Unidos mais uma vez aos tribunais da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das barreiras ao suco de laranja nacional.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia112.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia11" border="0" alt="Economia11" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia11_thumb2.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Em 2011, a OMC condenou uma barreira contra o suco de laranja brasileiro e ordenou que a Casa Branca retirasse a medida ilegal. O Brasil havia se queixado de que Washington, ao calcular medidas antidumping, usava uma metodologia que permitia que a sobretaxa acabasse sendo bem mais elevada, fechando na prática o mercado local aos produtos estrangeiros.</p>
<p align="justify">O governo dos Estados Unidos tinha até 17 de março para cumprir as ordens da OMC e ontem em Genebra diplomatas americanos apresentaram o que têm feito desde a condenação, o que inclui uma mudança na aplicação de casos de antidumping.</p>
<p><span id="more-1340"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Itamaraty, porém, deixou claro que o governo dos Estados Unidos não reformou a principal barreira que foi condenada pela OMC e alertou que agora avalia se vai em direção a uma retaliação. &quot;O Brasil está avaliando se as medidas de implementação tomadas pelos Estados Unidos nos permitem concluir a presente disputa na OMC ou se, pelo contrário, o Brasil terá de defender seus interesses em painéis de retaliação e de implementação&quot;, alertou a diplomacia brasileira em uma reunião fechada na entidade.</p>
<p align="justify">Prejuízo. O Brasil é o maior exportador mundial de suco de laranja, com US$ 2 bilhões. Mas o faturamento de US$ 400 milhões com exportações de suco para os Estados Unidos foi seriamente afetado em 2009 pela imposição da sobretaxa.</p>
<p align="justify">O governo americano indicou que havia feito uma reforma em suas leis e, a partir de 16 de abril de 2012, processos antidumping seriam modificados para que estejam dentro das regras internacionais e cumprindo a condenação da OMC.</p>
<p align="justify">A diplomacia brasileira alertou que o problema é que casos anteriores a essa data, como o do suco de laranja, não serão beneficiados pela mudança de postura dos americanos. Segundo o Itamaraty, Washington já confirmou a Brasília que a mudança na lei valerá apenas para novos casos.</p>
<p align="justify">Na avaliação do Brasil, a condenação de fato significa que os americanos não devem continuar a usar as práticas ilegais. Mas a condenação também exigiria um recálculo de suas tarifas já aplicadas no passado. &quot;Entretanto, como os Estados Unidos nos informaram, tais ações não estarão cobertas&quot;, disse a diplomacia brasileira.</p>
<p align="justify">Outra medida anunciada pelos Estados Unidos foi o arquivamento de um novo pedido de imposição de antidumping contra o suco brasileiro, em 14 de março. Para o Brasil, isso &quot;não tem conexão com a disputa do suco de laranja e não traz alívio para os exportadores brasileiros&quot;.</p>
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		<title>Dilma discute meios para estimular a economia brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após participar da Quarta Cúpula dos Brics, nesta semana, em Nova Délhi, a presidente Dilma Rousseff encerra a viagem à Índia com uma série de encontros com líderes políticos e empresários indianos, que tem entre os principais objetivos a ampliação e diversificação das relações comerciais entre os dois países. Em 2011, o comércio bilateral entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Após participar da Quarta Cúpula dos Brics, nesta semana, em Nova Délhi, a presidente Dilma Rousseff encerra a viagem à Índia com uma série de encontros com líderes políticos e empresários indianos, que tem entre os principais objetivos a ampliação e diversificação das relações comerciais entre os dois países.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia103.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia10" border="0" alt="Economia10" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia10_thumb3.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Em 2011, o comércio bilateral entre Brasil e Índia chegou a US$ 9,2 bilhões, pouco abaixo da meta de US$ 10 bilhões, um desempenho considerado bom pelo governo devido aos efeitos da crise financeira internacional.</p>
<p align="justify">Uma nova meta deve agora ser definida em US$ 15 bilhões até 2015.</p>
<p><span id="more-1334"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Os principais produtos exportados pelo Brasil para a Índia são minério de ferro, soja, açúcar e carne de frango. O Brasil tem comprado da Índia óleos derivados de petróleo, ceras minerais e produtos químicos orgânicos.</p>
<p align="justify">&quot;O comércio (entre Brasil e Índia) merece grande estímulo. Menos de US$ 10 bilhões é (um volume) muito pequeno, principalmente se considerarmos as dimensões e o dinamismo das economias dos dois países&quot;, disse a subsecretária-geral de Política do Ministério de Relações Exteriores, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis.</p>
<p align="justify">Enquanto a economia brasileira cresceu 2,7% em 2011, o PIB da Índia deve apresentar um crescimento de 6,9% no ano fiscal que termina em março de 2012, segundo previsões do governo indiano.</p>
<p align="justify">Apesar de ser um dos destaques do crescimento global nos últimos anos, a economia da Índia passa por um momento difícil, com forte desaceleração da produção industrial no último semestre de 2011 e um índice de inflação alto.</p>
<p align="justify">A situação da indústria é parecida no Brasil: em janeiro, o setor recuou 2,1%, acumulando retração de 0,2% em 12 meses, afetado pela desaceleração econômica e pela concorrência de produtos importados.</p>
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		<title>Rea&#231;&#227;o coerente da economia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico. A redução da taxa básica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia3.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="80433-271" border="0" alt="80433-271" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia3_thumb.jpg" width="244" height="174" /></a></p>
<p align="justify">A redução da taxa básica de juros (Selic) vai proporcionar uma significativa economia de gastos do Tesouro Nacional, com o menor pagamento dos juros sobre a dívida pública, abrindo espaço para que sejam aumentados os investimentos na infraestrutura. Por outro lado, taxas de juros mais baixas podem influir na expansão do crédito, mola mestra do financiamento ao consumo das famílias e dos investimentos privados. Durante o corrente ano, a questão fundamental passa a ser o cuidado para que a inflação não fuja ao controle.</p>
<p><span id="more-1141"></span>
<p align="justify">É importante, agora, avançar na direção apontada pela Presidente Dilma e pelo Ministro Mantega, no sentido de impedir o excessivo ingresso de recursos externos especulativos, provenientes do tsunami de liquidez originário dos Estados Unidos e da Europa. É imperioso administrar a taxa de câmbio visando impedir uma valorização artificial do real, com as consequências negativas que vem tendo sobre a indústria nacional. O Ministério da Fazenda precisa pôr em prática o arsenal de medidas que diz possuir.</p>
<p align="justify">De resto, tudo indica uma consistência maior entre a política fiscal e a política monetária, distribuindo eficientemente a responsabilidade do controle da inflação. É aí que mora o perigo.</p>
<p align="justify"><b>POLÍTICA ECONÔMICA</b></p>
<p align="justify">O objetivo maior da política econômica é alcançar uma taxa elevada e sustentável de crescimento com baixo nível de desemprego. Para alcançar esse objetivo, duas condições fundamentais são necessárias: 1) assegurar a estabilidade monetária, interna e externa, assim como a higidez do sistema financeiro, tarefa confiada principalmente ao Banco Central; e 2) alcançar um sustentável equilíbrio nas contas públicas, visando a execução de uma política próxima do déficit fiscal zero.</p>
<p align="justify">Nesse contexto, cabe ao Banco Central controlar a expansão do crédito e da liquidez e ao Ministério da Fazenda, com a participação de todo o Governo, promover o equilíbrio fiscal, em atuação conjunta, para que se cumpra o objetivo da política econômica.</p>
<p align="justify">De um modo geral, a expansão do crédito e o equilíbrio fiscal condicionam a demanda agregada, inclusive o comportamento da taxa de câmbio e o equilíbrio do Balanço de Pagamentos. Nesse conjunto de atribuições, não cabe ao Banco Central mostrar autonomia ou independência, mas sim, competência. Para tanto, é imperioso que haja uma atuação harmônica, principalmente para evitar que o Governo central pratique uma política monetária paralela, expandindo arbitrariamente os empréstimos dos bancos oficiais, a taxas de juros dissociadas da política monetária do Banco Central. A expansão incontrolada do crédito traz, inexoravelmente, dívidas excessivas, que geram crises. Daí, a importância da regulação prudencial do sistema financeiro. Os políticos, de um modo geral, não aceitam esse condicionamento que, alegam, subordinaria o Governo ao Banco Central. Esse é um raciocínio equivocado, pois, como é óbvio, trata-se de dar consistência à política econômica. No fundo, cabe reconhecer que a política monetária não é um fim em si mesma, mas uma peça fundamental para, através da estabilidade do poder de compra da moeda e da higidez do sistema financeiro, atingir o objetivo do crescimento econômico e do emprego.</p>
<p align="justify"><b>VOTO DE CONFIANÇA</b></p>
<p align="justify">A economia brasileira vai bem. A despeito da longa estagnação da economia americana e europeia, não há nada, a curto prazo, que possa abalar a situação atual da economia nacional.</p>
<p align="justify">Em 2008, o PIB brasileiro cresceu 5,2%, beneficiado pela expansão do comércio exterior, com expansão de 23,2% das exportações e 43,1% das importações. Em 2009, caiu 0,3%, frente à crise mundial iniciada nos Estados Unidos, que provocou a retração do comércio internacional, com queda de 22,7% em nossas exportações. Em 2010, as medidas anticíclicas, tais como a redução do IPI para o consumo de eletrodomésticos e automóveis, a expansão do crédito e dos financiamentos imobiliários, promoveram uma expansão do PIB de 7,5%. Na medida em que esses incentivos foram reduzidos ou extintos, o crescimento econômico caiu para 2,7%, em 2011, puxado para baixo pela indústria de transformação, que veio caindo há nove meses.</p>
<p align="justify">Este ano de 2012 pode ensejar alguma recuperação. Mas ao mesmo tempo em que se observa uma expectativa otimista dos consumidores e dos empresários, há uma sensação pessimista entre os analistas de que a economia brasileira está travada e não consegue crescer mais do que 3%. É possível que 2012 repita a mesma performance de 2011. A nosso ver isso não é mau, pois a população brasileira não precisa mais do que isso para melhorar o padrão de vida, quando se sabe que o crescimento da população caiu para apenas 0,87% entre 2011 e 2012.</p>
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		<title>PIB do pa&#237;s chegou a R$ 4,14 tri no ano passado. Economia retoma crescimento e avan&#231;a 0,3% no quarto tri</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A economia brasileira avançou 2,7% em 2011, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Produto Interno Bruto (PIB) do país alcançou a marca de 4,14 trilhões de reais no ano passado &#8211; resultado ligeiramente abaixo do que era esperado pelo mercado, que era de 2,8%. Em 2010, a economia brasileira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A economia brasileira avançou 2,7% em 2011, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Produto Interno Bruto (PIB) do país alcançou a marca de 4,14 trilhões de reais no ano passado &#8211; resultado ligeiramente abaixo do que era esperado pelo mercado, que era de 2,8%. Em 2010, a economia brasileira havia crescido a uma taxa expressiva de 7,5%, após amargar retração de 0,2% no ano anterior.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia11.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia11" border="0" alt="Economia11" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia11_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Apesar da desaceleração acumulada no ano, o PIB do quarto trimestre já mostrava sinais de retomada, registrando alta de 0,3% ante a estagnação notada no terceiro trimestre do ano. Na comparação com o último trimestre de 2010, o crescimento é de 1,4%.</p>
<p align="justify">O avanço da economia brasileira foi puxado pelo aumento de 4,3% na arrecadação de impostos e a expansão dos setores produtivos. Entre os setores, a agropecuária teve maior alta, de 3,9%, o setor de serviços cresceu 2,7% e a indústria avançou 1,6%. O PIB per capita ficou em 21.252 reais &#8211; alta de 1,8% em relação a 2010.</p>
<p><span id="more-1165"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O aumento dos impostos reflete, principalmente, o crescimento em volume de 11,4% do Imposto sobre Importação e do aumento de 4,7% do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), sendo este último puxado pelo aumento da venda de máquinas e equipamentos.Esse movimento se explica, em muitos casos, pela valorização do real. Com a moeda apreciada em relação ao dólar, muitas empresas aproveitam o momento para investir na importação de maquinário.</p>
<p align="justify">Agropecuária é destaque &#8211; Enquanto a indústria apresentou forte desaceleração em relação a 2010, quando avançou 10,1%, o setor agropecuário foi destaque em 2011 em todas as bases de comparação (trimestral, mensal e anual). No quarto trimestre, a taxa da agropecuária avançou 8,4% e pode ser explicada pelo aumento da produtividade e pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no trimestre, como por exemplo, fumo 22,0%, mandioca (7,3%), feijão (10,9%) e laranja (2,8%), e pelo crescimento na produtividade, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola &#8211; LSPA.</p>
<p align="justify">Já a indústria, apesar de ter crescido anualmente, registrou retração de 0,4% no último trimestre, puxada pela indústria de transformação, que recuou 3,1%. As demais atividades industriais apresentaram crescimento: Extrativa mineral (3,8%), Construção civil (3,1%) e Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (3,0%). O resultado da Indústria da transformação foi influenciado, principalmente, pela redução da produção de têxteis, artigos do vestuário, calçados e máquinas e equipamentos.</p>
<p align="justify">Entre os serviços (1,4%), todas as atividades que o compõem registraram variações positivas, com destaque para os Serviços de informação (4,6%). As demais variações foram: Intermediação financeira e seguros (1,5%); Administração, saúde e educação pública (1,5%); Transporte, armazenagem e correio (que engloba transporte de carga e passageiros, 1,4%); Comércio (atacadista e varejista, 1,3%); Serviços imobiliários e aluguel (1,3%) e Outros serviços (0,7%).</p>
<p align="justify">Ano de altos e baixos &#8211; No início de 2011, o governo chegou a apostar em um crescimento anual de 5%, ao mesmo tempo em que tomava medidas para desacelerar o consumo e restringir o crédito. Uma delas foi o aumento dos depósitos compulsórios dos bancos, dinheiro que as instituições privadas são obrigadas a deixar no BC &#8211; à vista e a prazo. Na época, analistas estimavam que a medida seria responsável pela retirada de 61 bilhões de reais da economia brasileira. Com a expansão notada em 2010, o governo temia que um superaquecimento econômico pudesse colocar em risco o controle inflacionário.</p>
<p align="justify">O aumento da taxa básica de juros entre o final de 2010 e o primeiro semestre de 2011 também prejudicou o avanço econômico e sedimentou a tendência de desaceleração ao longo do ano. Contudo, a partir de junho de 2011, com a deterioração visível da economia mundial puxada pela crise da dívida na zona do euro, o governo detectou que as medidas poderiam ter efeito mais forte do que o previsto. Desta forma, de uma hora para outra, alterou a política econômica e, alinhado com o Banco Central &#8211; que começou a reduzir juros &#8211; passou a tomar medidas de estímulo ao crédito e ao consumo.</p>
<p align="justify">Ainda assim, o ministro da Fazenda Guido Mantega acreditava, até meados de agosto, que o PIB do país poderia avançar a um número próximo de 4,5% &#8211; enquanto o mercado já apontava para algo em torno de 3% ao ano.</p>
<p align="justify">Se, no início de 2011, a taxa Selic estava em 11,25%, a previsão é de que ela termine 2012 em 9,5%. Já a inflação, que chegou a ultrapassar o teto da meta no acumulado de 12 meses em julho, deverá terminar o ano a 5,24% &#8211; ainda longe do centro da meta, de 4,5%, porém bem abaixo dos 6,5% registrados no acumulado de 2011. Esse cenário irá ajudar, na avaliação do mercado, com que a economia brasileira termine 2012 com avanço de 3,3%.</p>
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		<title>Brasil e China: Dois gigantes tentam equilibrar disparidades</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília (Prensa Latina) Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e concordaram em equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus nexos estratégicos em diversas esferas. O palco propício para esse diálogo foi a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Brasília (Prensa Latina) Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e concordaram em equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus nexos estratégicos em diversas esferas.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia51.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia5" border="0" alt="Economia5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia5_thumb1.jpg" width="244" height="160" /></a></p>
<p align="justify">O palco propício para esse diálogo foi a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Acordo e Cooperação (Cosban), efetuada em Brasília, copresidida pelo vice-presidente do Brasil, Michel Temer, e o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan.</p>
<p align="justify">Dados oficiais refletem que desde 2009 a China é o primeiro sócio comercial do Brasil e a principal fonte de novos investimentos no gigante sul-americano. Precisam que em 2011, o intercâmbio comercial totalizou 77,1 bilhões de dólares, dos quais 44,3 bilhões corresponderam a exportações brasileiras e 32,8 bilhões a importações chinesas.</p>
<p><span id="more-1169"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">As estatísticas mostram que o superávit comercial do Brasil com a China em 2011, crescente a 11,5 bilhões de dólares, equivale a 38 por cento de saldo positivo total da balança comercial nacional.</p>
<p align="justify">Tal relação e nível de comércio não pode, então, ser desprezada, muito menos neste momento em que as potências econômicas do mundo, Estados Unidos e as pertencentes à União Europeia, atravessam a pior crise financeira desde 1929. Para muitos analistas a presente é ainda mais grave que aquela.</p>
<p align="justify">Prova irrefutável da importância que concede Brasília a seus laços com Beijing foi dada pela própria presidente Dilma Rousseff ao escolher o gigante asiático como destino de sua primeira viagem a um país fora do âmbito regional, em abril de 2011, a três meses e dias de se ter convertido na primeira mulher em comandar os destinos desta nação sul-americana. Mas, como em todo nexo entre dois colossos, existem diferenças a equilibrar e para isso precisamente viajou Qishan ao Brasil, acompanhado de uma extensa delegação de servidores públicos e de empresários chineses, interessados em incrementar ainda mais a presença de Beijing no gigante sul-americano.</p>
<p align="justify">Em conferência de imprensa conjunta no Palácio de Itamaraty, onde se realizou a reunião da Cosban, Temer e Qishan coincidiram na necessidade de fortalecer os nexos bilaterais e trabalhar para diversificar ainda mais o comércio, os investimentos e a cooperação em diversas esferas, bem como incrementar a coordenação nas reuniões internacionais.</p>
<p align="justify">Sobre os vínculos comerciais bilaterais, Temer apontou o interesse brasileiro de incrementar as exportações de carnes (avícola, de porco e bovina) e de produtos manufaturados, uma vez que atualmente 80 por cento dos envios de Brasília a Beijing são básicos: soja, ferro e petróleo.</p>
<p align="justify">Também, prosseguiu, solicitamos à parte chinesa que coloque no centro de sua atenção nosso desejo de uma regulação voluntária de suas exportações para o Brasil, pois estamos preocupados com o aumento em massa e indiscriminado de produtos chineses no mercado brasileiro&quot;.</p>
<p align="justify">Nesta mesma semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, foi mais explícito e indicou que o governo brasileiro pediu a seu par chinês que reduza voluntariamente suas exportações de produtos como têxteis, calçados e eletrônicos, a fim de proteger a indústria nacional.</p>
<p align="justify">Não obstante a petição, Temer expressou sua segurança de que a segunda Cosban incrementará ainda mais as relações entre os dois países e revelou a conformidade de ambas partes de realizar este tipo de encontro anualmente e não bienal como se projetou de início.</p>
<p align="justify">Por seu lado, Qishan manifestou a necessidade de que Beijing e Brasília reforcem a colaboração bilateral e trabalhem de maneira conjunta contra o protecionismo, bem como pelo sucesso das cúpulas dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), do G-20 -as principais 20 economias do mundo- e da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.</p>
<p align="justify">Destacou que os dois países avaliaram positivamente os resultados da cooperação nas áreas econômico-comercial, investimentos, financeira, ciência, cultura, educação, tecnologia, turismo e esportes e manifestaram seu interesse de incrementá-las ainda mais.</p>
<p align="justify">Reafirmamos, apontou Qishan, a intenção de manter a trajetória de crescimento de nosso intercâmbio comercial e otimizar a pauta bilateral (atualmente favorável ao Brasil em 11,5 bilhões de dólares), além de aumentar os investimentos recíprocos em infraestrutura e indústria.</p>
<p align="justify">A parte chinesa continuará incrementando a importação de produtos brasileiros de alto valor agregado, precisou Qishan, quem chamou a aproveitar a Cosban para criar um bom ambiente de cooperação. Pontuou que &quot;com o esforço conjunto das duas partes nosso futuro será ainda mais esplendido&quot;.</p>
<p align="justify"><b>COOPERAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA</b></p>
<p align="justify">Como resultado da segunda Cosban e a visita da extensa delegação chinesa, ambas nações decidiram criar o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBC-Nano), ciência que trabalha com objetos e matérias 10 mil vezes menores ao diâmetro de um cabelo.</p>
<p align="justify">A ordem para a instalação do CBC-Nano apareceu no Diário Oficial da União no dia seguinte de realizada a Cosban, e estabelece que o centro terá a forma de uma rede cooperativa de pesquisa e desenvolvimento como mecanismo de implementação do Acordo sobre Colaboração Científica e Tecnológica, assinado entre os dois países como parte dos objetivos estratégicos nacionais nesta esfera.</p>
<p align="justify">O CBC-Nano coordenará as atividades vinculadas com a cooperação Brasil-China na área da nanotecnologia, deve promover o avanço científico e tecnológico da investigação e aplicações das matérias nanoestruturadas.</p>
<p align="justify">Assim mesmo, consolidar e ampliar a pesquisa em nanotecnologia, expandindo a capacitação científica com o objetivo de explorar os benefícios resultantes dos desenvolvimentos associados a envolvimentos tecnológicos, e desenvolver programas de mobilização de empresas instaladas em Brasil para possíveis extensões no área de nanomatérias.</p>
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		<title>O pior j&#225; passou. Mas reflexos mais graves ainda podem estar por vir</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 17:00:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na tentativa de manter a tranqüilidade diante da crise global, o governo federal adotou a tese de que o pior já passou. Ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, deram entrevistas na última semana transmitindo a mensagem de que o país sobreviveu à fase mais aguda da turbulência. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Na tentativa de manter a tranqüilidade diante da crise global, o governo federal adotou a tese de que o pior já passou. Ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, deram entrevistas na última semana transmitindo a mensagem de que o país sobreviveu à fase mais aguda da turbulência.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia13.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia13" border="0" alt="Economia13" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia13_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">De fato, os mercados se comportaram melhor nos últimos dez dias – o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou de 29 mil pontos, no dia 27 de outubro, para 40 mil pontos na terça-feria, dia 4, enquanto o dólar tem oscilado menos do que nas três primeiras semanas de outubro. O problema da tese oficial é que ela deixa de fora todos os efeitos da crise sobre a economia real, e desdenha do risco de um novo momento de pânico.</p>
<p align="justify">“Discordo da avaliação do governo”, diz o economista Marcelo Curado, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “O que passou foi uma fase de ajustes nos preços de ativos, como ações e o dólar. O reflexo da crise no lado real da economia será mais grave e não está nem perto de ter mostrado a cara inteiramente.”</p>
<p><span id="more-1172"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A tese do governo precisa ser descartada juntamente com a idéia de que os mercados emergentes se descolaram do mundo rico. A economia global está sendo freada. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento mundial cairá de 5% em 2007 para menos de 2,2% em 2009. Estimativa que é considerada uma recessão segundo os critérios do Fundo. Diz a economista Virene Roxo Matesco, professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV): “Os últimos dados sobre a economia norte-americana mostram uma desaceleração muito forte. Na Europa e Japão, a mesma coisa. 2009 será um ano difícil por aqui também.”</p>
<p align="justify">O fato de os mercados financeiros terem saído do período maníaco-depressivo das semanas que seguiram a falência do banco de investimentos Lehman Brothers, em 15 de setembro, mostra apenas que os pacotes de salvamento lançados nos Estados Unidos e Europa evitaram uma catástrofe: o derretimento do sistema financeiro. As previsões agora se baseiam no fato de ainda existir um sistema que precisa ser recapitalizado e regulado para voltar a funcionar normalmente.</p>
<p align="justify">“Os bancos centrais agiram de maneira eficiente até agora e não vemos mais um risco de quebra sistêmica”, afirma o professor de finanças Haroldo Mota, da Fundação Dom Cabral. “Agora é hora de acompanhar de perto o que as empresas estão fazendo.” Fatos como a redução de produção da Vale, siderúrgicas trabalhando abaixo da capacidade e férias coletivas nas montadoras são sintomas que podem ficar mais graves até o primeiro semestre de 2009.</p>
<p align="justify">Os dados da economia brasileira ainda não refletiram totalmente a onda de pânico nos mercados. O índice de produção industrial brasileiro referente a setembro, divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou um desempenho ainda forte, expansão de 1,7% em relação a agosto. Quando saírem os números de outubro, o tranco sofrido pelo país ficará claro. Para 2009, as previsões crescimento econômico estão na faixa de 3%, e caindo. Pouco, diante dos 5% de 2008. Como reflexo, o desemprego deve subir de 8% para 9,3%, segundo projeção da FGV.</p>
<p align="justify">“O ritmo do crédito ficou bem mais lento em outubro e já sabemos que a atividade industrial perdeu força”, afirma Pedro Paulo da Silveira, economista-chefe da Gradual Corretora. “Não temos razão para acreditar que novembro será melhor.” Os primeiros setores a sentir a crise são aqueles que dependem mais do crédito. Construtoras que aproveitaram o boom na bolsa para captar recursos começaram a segurar projetos e a vender terrenos para fazer caixa. Enquanto aguardam a ajuda prometida pelo governo, algumas companhias do setor anunciaram as primeiras demissões. As vendas de carros em outubro foram tão fracas que o governo empurrou R$ 4 bilhões do Banco do Brasil para irrigar as linhas de crédito.</p>
<p align="justify">“O pânico deu lugar à cautela”, resume a economista Virene Matesco, da FGV. “Os bancos aos poucos voltam a emprestar, as empresas se adaptam ao novo cenário e a volatilidade vai caindo. Mas não vamos voltar ao ritmo de antes de setembro.”</p>
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		<title>Os reflexos da baixa competitividade industrial</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ano de 2012 é anunciado pelos especialistas como um período de incertezas. A economia brasileira avança em ritmo mais lento. Para os primeiros meses deveremos ter um incremento no consumo interno alimentado por produtos baratos vindos do exterior, efeito do reajuste de 14,13% do salário-mínimo nacional, aumentando mais a diferença entre ganho salarial e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O ano de 2012 é anunciado pelos especialistas como um período de incertezas. A economia brasileira avança em ritmo mais lento. Para os primeiros meses deveremos ter um incremento no consumo interno alimentado por produtos baratos vindos do exterior, efeito do reajuste de 14,13% do salário-mínimo nacional, aumentando mais a diferença entre ganho salarial e produtividade da indústria brasileira.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia14.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia14" border="0" alt="Economia14" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia14_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, sob o título “Produtividade não justifica aumentos salariais”, mostra como o custo da mão de obra afeta o emprego, forçando grandes empresas a procurar regiões onde o custo com trabalhadores possibilite novos investimentos. Segundo o texto, essa é uma questão importante porque não é apenas a taxa cambial que explica a alta das importações, hoje bem acima do que prevalece nos países asiáticos, superando também os custos de alguns países do primeiro mundo.</p>
<p align="justify">Se acrescentarmos a carga tributária, verificaremos que o Brasil se tornou um dos países mais caros do mundo, não podendo enfrentar concorrentes que oferecem produtos com maior conteúdo tecnológico. </p>
<p><span id="more-1176"></span>
<p align="justify">A baixa competitividade nacional se reflete diretamente nas exportações, que caem ano a ano, conforme mostram os números apresentados pelo Simecs referentes a 2011. Segundo Julio Sérgio Gomes de Almeida, presidente do Iedi, “ou o Brasil fica mais barato e aumenta a produtividade ou vamos virar precocemente uma economia de serviços”.</p>
<p align="justify">Nossa economia vislumbra um futuro promissor, garantido por quase 20 anos de prosperidade, com eventos como a Copa do Mundo no Brasil e das Olimpíadas do Rio de Janeiro e com a exploração do pré-sal que, bem administrados, poderão nos tornar iguais aos cinco países mais desenvolvidos. Hoje, temos o 6º maior Produto Interno Bruto (PIB), mas o nosso PIB per capita ocupa somente a 48º posição, ou seja, precisamos produzir muito mais com o que temos atualmente para integrarmos, de fato e de direito, o clube dos mais desenvolvidos. Precisamos ter direito à importação de máquinas com o mesmo valor dos seus países de origem, sem a nefasta carga. A China é hoje o destino da maioria dos equipamentos de alta tecnologia. Em recente visita a uma fábrica italiana de “puncionadeiras” e máquinas laser, constatamos que 50% dos seus produtos são vendidos para a China e, para o Brasil, menos de 3%.</p>
<p align="justify">O governo está enviando para o exterior, em um esforço inédito, mais de 70 mil estudantes com bolsas de estudos para a formação de doutores, que voltarão ao Brasil para desenvolver pesquisas e inovação. O trabalho destes futuros profissionais somente alcançará os resultados desejados, principalmente na indústria, se tiverem à sua disposição máquinas e equipamentos com alta tecnologia para que seus produtos inovadores possam ser desenvolvidos e fabricados a custo competitivo. Já é tempo de passarmos de um modelo de alto consumo para um modelo de altos investimentos na indústria brasileira até para garantirmos que o que se consome tenha origem aqui. Este é o modelo de proteção que precisamos neste momento de crise mundial, pois, quando ela terminar, países desenvolvidos como França, Alemanha, Espanha e Estados Unidos sairão dela com mais força, fabricando produtos baratos através de uma política de altos índices de produtividade.</p>
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