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Categoria Arquivos: PIB 2011

Novembro, a menor geração de empregos em 11 meses no Brasil


A economia brasileira teve em novembro a menor geração de empregos formais em 11 meses, registrando a pior criação de vagas para o mês em três anos, em mais um indicativo dos efeitos da crise internacional sobre a atividade doméstica.

trabalho

Em novembro, foram gerados 42.735 postos de trabalho com carteira assinada, informou o Ministério do Trabalho nesta terça-feira, com base em números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número veio bem abaixo da estimativa feita no mês passado pelo então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para quem o país teria geração líquida de pelo menos 70 mil postos.

O dado de novembro representa um tombo de 69% ante os 139 mil postos criados em outubro.

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Não existe risco de recessão no Brasil


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta segunda-feira, em Montevidéu, no Uruguai, que “não há risco de recessão” no Brasil, apesar da desaceleração econômica nos últimos meses.

recesion

“Nunca ouvi dizer que um crescimento de 3%, 3,5% fosse recessão”, disse Mantega, que está na capital uruguaia para a 42ª Cúpula do Mercosul.

“O que houve foi uma desaceleração, mas já estamos em trajetória de crescimento”, afirmou.

Dados do IBGE mostram que a economia brasileira ficou estagnada no terceiro trimestre. O crescimento nulo fez o governo admitir que a expansão do PIB de 2011 será menor os 3,8% inicialmente esperados.

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Brasil já saiu do fundo do poço, diz Mantega


A economia brasileira chegou ao fundo do poço em outubro e voltou a crescer em novembro e dezembro. A afirmação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele garantiu que “não há nenhum risco” de o País registrar neste ano a chamada recessão técnica, caracterizada por dois trimestres seguidos de queda do Produto Interno Bruto (PIB).

PIB 2011

No terceiro trimestre, o PIB ficou estável em relação ao segundo, mas tanto a indústria quanto o setor de serviços apresentaram recuo. O ministro reconheceu que a expansão deste ano – estimada pelo mercado em cerca de 3% – ficará abaixo da meta do governo, de 4% a 5%.

No entanto, disse ele, o crescimento ficaria próximo de 4% se a crise externa não tivesse se agravado tanto. “É um número excelente para primeiro ano de governo, quando sempre há um ajuste.”

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Brasil deve se tornar a 6ª maior Economia do mundo


O Reino Unido já não é a 6ª maior potência econômica do mundo, tendo sido ultrapassado pelo Brasil, que passou a ter este ano o sexto maior produto interno bruto (PIB) medido em dólares à taxa de câmbio corrente.

Brasil Sexta Economia Mundial

A informação é da empresa de consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), confirmando assim, e antecipando, as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2011.

Tanto o FMI como a EIU e o Business Monitor International (BMI) haviam previsto que o Brasil ultrapassaria até ao final do ano o Reino Unido, passando a ocupar o lugar de sexta maior economia mundial.

De acordo com as projeções da EIU, o Brasil perderá a 6ª posição para a Índia em 2013 mas voltará a recuperar o lugar no ranking em 2014, ano do Mundial de Futebol, ao ultrapassar a França. PIB cresce acima dos países ricos.

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Brasil continuará a crescer em 2012, mas quadro é de alerta para o setor industrial


Crise da dívida na Zona do Euro, diminuição do consumo e encarecimento do crédito. Depois de um 2011 que teve o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro abaixo das expectativas traçadas no começo do ano – entre 6% e 7% – o próximo ano também não deve ser de expansão muito forte, embora o desempenho tenda a superar os países desenvolvidos.

BRASIL CRESCE

“As expectativas para a economia brasileira devem ser encaradas da perspectiva para o próprio mundo. Os analistas ainda estão pessimistas em relação ao primeiro semestre de 2012, devido à expectativa de que o pior da crise econômica mundial ainda não passou”, diz Antonio Colangelo Luz, professor da Trevisan Escola de Negócios. Isso acaba por gerar diversos problemas, principalmente em relação ao setor da economia que depende das exportações para o seu crescimento.

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Destaque da economia brasileira: O setor TI


Na contramão da desaceleração da economia, o setor de tecnologia da informação está em franco crescimento. Ao largo dos problemas que afetam o Brasil, ele deve registrar expansão de 12% em 2012, num ritmo três vezes maior que o Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas geradas no país).

setor ti

O cenário, muito além de minimizar o impacto da crise internacional, abre uma imensa oportunidade para quem quer trabalhar. Estima-se que, hoje, o deficit na área seja de 92 mil profissionais. Em 2013, ele chegará a 140 mil, revelam dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Sergio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom, diz que é justamente a falta de pessoal qualificado que está puxando os salários para cima.

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Menor crescimento para o Brasil estimado pela Fitch


A agência de classificação de risco Fitch reviu para baixo hoje sua previsão de crescimento para a economia do Brasil em 2011 para 2,8%, da estimativa anterior de 3,5%. Em seu relatório trimestral Perspectiva Econômica Global, a agência afirma ainda que o PIB brasileiro deve crescer 3,2% em 2012.

Fitch ratings

“A economia brasileira desacelerou este ano devido à política monetária mais apertada, incluindo medidas prudenciais para controlar o crescimento do crédito e uma postura fiscal restritiva.

O setor manufatureiro foi atingido pela força do real até recentemente e o fim de medidas de estímulo. Questões estruturais como a alta carga de impostos e a fraca infraestrutura estão dificultando a competitividade do setor”, diz a Fitch no relatório.

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