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	<title>Economia Brasil &#187; Noticias Econômicas do Brasil</title>
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		<title>Brasil &#233; o 7&#186; maior mercado de Internet no mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil é o sétimo maior mercado de internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela comScore. O país passou a França no ranking e está atrás de China, Estados Unidos, Japão, Rússia, Alemanha e Índia. Segundo a comScore, 46,3 milhões de pessoas com mais de 15 acessaram a internet pelo computador de casa ou do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil é o sétimo maior mercado de internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela comScore. O país passou a França no ranking e está atrás de China, Estados Unidos, Japão, Rússia, Alemanha e Índia.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL1.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="INTERNET BRASIL" border="0" alt="INTERNET BRASIL" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL_thumb1.jpg" width="235" height="222" /></a></p>
<p align="justify">Segundo a comScore, 46,3 milhões de pessoas com mais de 15 acessaram a internet pelo computador de casa ou do trabalho em 2011, um crescimento de 16% em relação a 2010. Acesso à web por celulares e tablets responderam por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.</p>
<p align="justify">O número de horas gastas pelos brasileiros na internet aumentou, sendo que em dezembro de 2011, a média, de acordo com a pesquisa, foi de 26,7 horas on-line, 10% a mais, ou cerca de duas a mais, do que o registrado no mesmo período em 2010.</p>
<p><span id="more-1360"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior, de acordo com a pesquisa. A rede social também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.</p>
<p align="justify">Assistir a vídeos pela web está entre as atividades mais realizadas pelos brasileiros na internet. Em dezembro de 2011, os usuários do país assistiram a mais de 4,7 bilhões de vídeos on-line, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante.</p>
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		<title>Economia brasileira deve ganhar for&#231;a a partir do segundo trimestre</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A economia brasileira deve crescer 3,7% neste ano, afirmou nesta quinta-feira (29) o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros. A expectativa é um pouco superior à media do mercado, já que o último Relatório Focus revelou projeção de 3,2%. Em encontro com executivos do varejo e membros do conselho de desenvolvimento estratégico da Alshop, Octavio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A economia brasileira deve crescer 3,7% neste ano, afirmou nesta quinta-feira (29) o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros. A expectativa é um pouco superior à media do mercado, já que o último Relatório Focus revelou projeção de 3,2%.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia63.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia6" border="0" alt="Economia6" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia6_thumb3.jpg" width="244" height="143" /></a></p>
<p align="justify">Em encontro com executivos do varejo e membros do conselho de desenvolvimento estratégico da Alshop, Octavio afirmou que o fundo do poço da crise será o primeiro trimestre deste ano, quando a expectativa é que o crescimento anualizado seja de 0,6%.</p>
<p align="justify">Esse número, no entanto, já é fruto de uma revisão, tendo em vista que a estimativa anterior era de cerca de 1%. Uma nova leitura foi necessária após constatar altos níveis de estoques nas indústrias, afirmou.</p>
<p><span id="more-1357"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A partir de então, a economia voltará a acelerar o ritmo de crescimento, alcançando o seu pico no terceiro trimestre, em reação aos juros baixos – a expectativa é que a taxa Selic caia para 9,00% ao ano na próxima reunião, marcada para abril -, que devem elevar o nível de consumo.</p>
<p align="justify"><strong>&quot;PIB do povo&quot;</strong></p>
<p align="justify">Entretanto, Octavio de Barros chama a atenção para outro dado que considera importante, o consumo das famílias. “É isso que o investidor estrangeiro olha, mostra a força da demanda doméstica”, afirmou.</p>
<p align="justify">Nesse sentido, apenas no primeiro trimestre, quando o PIB deve crescer 0,6%, o consumo das famílias, que o economista intitula de “PIB do povo”, pode avançar entre 7% e 8%, também em base anualizada.</p>
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		<title>Economia brasileira cresce abaixo do potencial, diz BC</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &#34;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&#34; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &quot;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&quot; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no mercado interno. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia153.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia15" border="0" alt="Economia15" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia15_thumb3.jpg" width="244" height="189" /></a></p>
<p align="justify">&quot;As compras de produtos externos reduz a demanda nos mercados de insumos domésticos e, dessa forma, contribui para arrefecimento de pressões de custos e eventuais repasses para os preços ao consumidor&quot;, informou o documento.</p>
<p align="justify">No Relatório de Inflação, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ano ano e se estabilizar. O BC, de acordo com o documento, prevê crescimento de 3,5% neste ano.</p>
<p><span id="more-1354"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Inflação</b></p>
<p align="justify">Ainda segundo o relatório, o BC estima que a inflação deste ano ficará abaixo do centro da meta oficial -de 4,5% pelo IPCA- devido à desaceleração da atividade econômica interna e à maior deterioração do cenário global. Para 2013, no entanto, a autoridade monetária piorou suas estimativas. </p>
<p align="justify">A estimativa é de inflação de 4,4% neste ano pelo cenário de referência -com juros constantes em 9,75% e dólar a R$ 1,75. E, para o ano seguinte, o BC vê agora que o IPCA ficará em 5,2%. No relatório anterior, de dezembro passado, as estimativas tanto para este quanto o próximo ano estavam em 4,7%.</p>
<p align="justify"><b>Juros</b></p>
<p align="justify">No documento, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ao ano, mínimo histórico que vigorou entre julho de 2009 a abril de 2010, e se estabilizar, como trouxe a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada em meados de março.</p>
<p align="justify">No início de março, o BC acelerou o passo ao reduzir a Selic em 0,75 ponto percentual, para os atuais 9,75% ao ano. Na avaliação do mercado, segundo mostrou a pesquisa Focus, a Selic deve ir a 9% em abril -quando o Copom se reúne novamente.</p>
<p align="justify">O economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, frisou que o aumento da inflação em 2013 indica uma piora da previsão dos preços. Com isso, na avaliação dele, o BC reduz a Selic em abril, mantém a taxa estabilizada até dezembro. &quot;Isso indica uma possível alta do juros em 2013&quot;, afirmou Velho à Reuters.</p>
<p align="justify">Preocupação do governo é estimular a economia</p>
<p align="justify">A grande preocupação do governo é estimular a economia e garantir um crescimento na casa de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Em 2011, a economia brasileira cresceu apenas 2,7%, puxado por um mau desempenho da indústria.</p>
<p align="justify">Para tanto, a equipe da presidente Dilma Rousseff tem deixado claro que vai anunciar mais medidas para acelerar o crescimento da atividade, sobretudo na indústria. Na última sexta-feira, por exemplo, o governo prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca, além de incluir outros setores no benefício.</p>
<p align="justify">O próprio presidente do BC, Alexandre Tombini, afirmou que a economia brasileira vai acelerar em 2012, e ainda mais em 2013. Ele defende que, mesmo assim, a inflação deve convergir para o centro da meta no final deste ano.</p>
<p align="justify">Dados recentes mostram que os preços estão menos pressionados. Por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) -considerado uma prévia da inflação oficial- subiu 0,25% em março, abaixo das expectativas e mostrando uma forte desaceleração ante a alta de 0,53% registrada em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
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		<title>Finan&#231;as do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de gastar a maior parte de seu capital político combatendo a corrupção, Dilma Rousseff teve de escolher suas batalhas. Sete senadores de sua coalizão indignada já se demitiram, e outros avisam que poderão fazer o mesmo. Rousseff colocou a maioria de seus planos legislativos em espera até que as relações melhorem. Mas ela está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Depois de gastar a maior parte de seu capital político combatendo a corrupção, Dilma Rousseff teve de escolher suas batalhas. Sete senadores de sua coalizão indignada já se demitiram, e outros avisam que poderão fazer o mesmo. Rousseff colocou a maioria de seus planos legislativos em espera até que as relações melhorem. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia95.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia9" border="0" alt="Economia9" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia9_thumb5.jpg" width="244" height="205" /></a></p>
<p align="justify">Mas ela está treinando seu poder de fogo restante no que talvez seja o maior problema de política pública do Brasil: um sistema de aposentadoria voraz, que ameaça estourar o orçamento e danificar a economia.</p>
<p align="justify">Em 29 de fevereiro, a Câmara dos Deputados aprovou uma reforma da aposentadoria dos funcionários públicos. Ela limitaria os planos de benefícios dos futuros empregados do governo federal em 3.916 reais, o mesmo nível que os trabalhadores do setor privado. E quem quisesse mais teria de contribuir com um fundo separado. Isso tornaria o sistema menos injusto e, em longo prazo, um pouco mais barato.</p>
<p><span id="more-1351"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O projeto de lei ainda deve passar pelo Senado, e os poderes de persuasão de Rousseff talvez não sejam suficientes. Mesmo que seja aprovado, porém, seria apenas um primeiro passo na direção de consertar um sistema que Fábio Giambiagi, economista do Banco Nacional de Desenvolvimento, chama de “absolutamente o mais generoso do mundo. A economia do Brasil é muito diferente da da Grécia. Mas em termos de regras de aposentadoria somos piores”.</p>
<p align="justify">Único entre as grandes economias, o Brasil é um país jovem com a conta de aposentadorias de um velho (ver gráfico abaixo). Ele tem apenas dez pessoas com mais de 65 anos para cada cem pessoas de 15 a 64, menos que qualquer outro país do G-7. No entanto, gasta 13% do PIB em aposentadorias, mais que qualquer membro do G-7 com exceção da Itália, onde a porcentagem de idosos é três vezes maior que a do Brasil. Na verdade, tão poucos brasileiros pagam por planos de aposentadoria, e tantos a recebem, que o país tem 35 aposentados para cada cem trabalhadores contribuintes, uma parcela maior que a dos Estados Unidos.</p>
<p><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image001.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image001_thumb.png" width="332" height="487" /></a></p>
<p align="justify">As aposentadorias do Brasil também estão entre as mais generosas do mundo, substituindo 75% da renda média. Parte disso são gastos assistenciais destinados a reduzir a pobreza. Os trabalhadores rurais com mais de 60 anos e qualquer pessoa pobre com mais de 65 pode receber uma aposentadoria de 622 reais — o salário mínimo –, sem jamais ter contribuído para o sistema. Mas isso custa apenas 2% do PIB anual. Os verdadeiros culpados são as regras que permitem que os trabalhadores contribuintes se aposentem mais cedo e com pensões maiores que em qualquer outro lugar.</p>
<p align="justify">Para se aposentar com o salário pleno, a maioria dos brasileiros só precisa contribuir durante 15 anos e continuar até os 65 para homens e 60 para mulheres. Mas, depois de 35 anos pagando, um homem de qualquer idade pode se aposentar com um salário menor, embora ainda generoso. Uma mulher só precisa pagar durante 30 anos. Todas as pensões devem receber o salário mínimo, que triplicou em termos reais desde 1995. Em consequência disso, a maioria dos brasileiros se aposenta surpreendentemente cedo: aos 54 anos em média para homens no setor privado, e apenas 52 para mulheres. Os benefícios para os sobreviventes não têm limite de idade. As famílias herdam pensões integrais, o que significa que viúvas jovens e sem filhos nunca precisam trabalhar. Um décimo de todas as pessoas de 45 anos já estão recebendo pensão.</p>
<p align="justify">Em um país jovem, um sistema em que se pagam pensões com as contribuições dos atuais trabalhadores deveria gerar superávits, que poderiam ser investidos em infraestrutura e educação. Mas no caso do Brasil ele já é deficitário. O investimento é de apenas cerca de 20% do PIB, e apenas 2,9% do PIB vêm do governo.</p>
<p align="justify">As crianças recebem migalhas depois que as pensões são pagas. Levando-se em conta os níveis de renda e dados demográficos diferentes, o Brasil gastou duas vezes mais prodigamente com cada aposentado que a média da OCDE, mas somente dois terços tão generosamente na educação de cada criança. O único benefício que uma criança pobre pode esperar é a Bolsa Família, uma verba de 115 reais em média por família/mês. Se ela tivesse mais de 65 anos, sua família receberia mais de cinco vezes esse valor. Em consequência, muito poucos idosos estão abaixo da linha de pobreza, mas um terço das crianças está.</p>
<p align="justify">O preço dessas prioridades distorcidas já é alto. Mas logo será impagável. Os descontos para aposentadoria na folha de pagamento já são maiores no Brasil — 32% do salário bruto — do que em todos os países do G-7, exceto a Itália. Segundo Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, sem reformas, até 2050 eles teriam de alcançar esmagadores 86% para manter o sistema em funcionamento.</p>
<p align="justify">Evitar esse desastre exigirá grandes mudanças: mais pessoas contribuindo, pensões menos generosas e a proibição da aposentadoria precoce. Refazendo seus cálculos, Queiroz descobriu que, juntas, estas fariam o desconto para aposentadorias na folha de pagamento em 2050 aumentar para 40% (ainda um número assustador). Mas essas reformas não estão sequer sendo discutidas. “É um quebra-cabeça”, ele diz. “Os sindicatos são contra as mudanças. Mas sem eles os trabalhadores que representam estão pagando para que outras pessoas recebam pensões muito mais generosas do que eles jamais terão.”</p>
<p align="justify">O Brasil precisará enfrentar essa realidade mais cedo ou mais tarde. Mas o risco é que seja necessária uma crise econômica para levar o governo à ação. Grandes reformas foram aplicadas em 1999, quando o país lutava para pagar sua dívida externa. (Incrivelmente, as pensões costumavam ser ainda mais generosas, sem limite no setor privado e aposentadoria com salário pleno em qualquer idade depois de 35 anos de trabalho.)</p>
<p align="justify">Queiroz diz que a lição do exterior é que quando os que estão aposentados ou perto disso são muito numerosos, as reformas tornam-se tão urgentes que também os atingirão. Nessa altura, eles vão se mobilizar e bloquear todas as mudanças, mesmo que se aproximem do colapso. Um sistema insustentável só pode ser consertado enquanto a parcela de idosos é pequena. A oportunidade para o Brasil mudar é breve, ele diz — talvez dez anos.</p>
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		<title>Brasil &#233; visto entre os maiores destinos de investimento</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil será neste ano um dos três maiores receptores de investimentos estrangeiros no mundo, indicou nesta terça-feira um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Na sexta edição, a pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil foi feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil será neste ano um dos três maiores receptores de investimentos estrangeiros no mundo, indicou nesta terça-feira um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia62.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia6" border="0" alt="Economia6" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia6_thumb2.jpg" width="244" height="143" /></a></p>
<p align="justify">Na sexta edição, a pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil foi feita com representantes das embaixadas, de empresas do mercado financeiro e membros de câmaras binacionais.</p>
<p align="justify">Conforme o Ipea, 38% dos entrevistados considera que o Brasil estará entre os três maiores receptores de capital estrangeiro.</p>
<p><span id="more-1346"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O estudo não identifica, entretanto, os outros dois possíveis destinos do capital. Em outro ponto da sondagem, para 36% dos pesquisados o Brasil aparece entre os primeiros cinco receptores de investimento estrangeiro no mundo.</p>
<p align="justify">Com relação ao desempenho da economia do país, o estudo do Ipea indica que 33% dos entrevistados considera que neste ano o país crescerá acima de 3,5%, abaixo da meta de 4,5% do Governo.</p>
<p align="justify">A grande maioria, no entanto, rebaixou as previsões oficiais e calculou que a economia brasileira só crescerá 2,5% em 2012.</p>
<p align="justify">O Ipea explicou que a enquete foi realizada entre os dias 21 de fevereiro e 21 de março, período no qual foram consultados analistas de 176 entidades.</p>
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		<title>Desacelera&#231;&#227;o chinesa causaria transtornos em todo o mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pujante crescimento da economia chinesa tem impulsionado os mercados emergentes e equilibrado os efeitos da crise mundial, que prejudicam os Estados Unidos e a Europa desde 2008. No entanto, dados recentes mostraram uma possível desaceleração do gigante asiático, assustando os investidores de todo o mundo. No início de março, Wen Jiabao, presidente do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O pujante crescimento da economia chinesa tem impulsionado os mercados emergentes e equilibrado os efeitos da crise mundial, que prejudicam os Estados Unidos e a Europa desde 2008. No entanto, dados recentes mostraram uma possível desaceleração do gigante asiático, assustando os investidores de todo o mundo.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia110.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia1" border="0" alt="Economia1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia1_thumb6.jpg" width="244" height="186" /></a></p>
<p align="justify">No início de março, Wen Jiabao, presidente do país, anunciou uma expectativa de crescimento econômico de 7,5%, bem abaixo do especulado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), de 9%. E, na última semana, pesquisa realizada pelo banco HSBC mostrou uma depreciação na atividade industrial do país. Não demorou muito para que as bolsas reagissem com temor e todos os índices da Europa, dos EUA e do Brasil registraram forte queda nos últimos dias.</p>
<p align="justify">A importância econômica da China hoje é indiscutível e se a tendência for confirmada, todos os mercados mundiais, inclusive o Brasil, sofreriam grandes perdas, afirma o economista Pedro Paulo Bastos, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p><span id="more-1343"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">“Porém, é bom frisar que estes novos dados apenas representam uma leve desaceleração do país, que ainda não é muito ameaçadora. As bolsas tendem a reagir de maneira exagerada quando não se tem um direcionamento muito claro. Na Europa ainda se pode ter uma aprofundamento da crise a recuperação dos EUA está lenta, ou seja, a incerteza no geral ainda é grande”, analisa.</p>
<p align="justify"><strong>Conseqüências</strong></p>
<p align="justify">A demanda por commodities, impulsionada pelo crescimento chinês, tem ajudado o Brasil a se fortalecer durante as turbulências internacionais. Com uma desaceleração do gigante asiático, o país perderia o seu grande &quot;comprador&quot; e também sofreria com um déficit na balança comercial.</p>
<p align="justify">Além disso, o aumento brutal na competição ao redor do planeta seria uma das grandes consequencias para as economias, afirma Bastos. Com os mercados internos enfraquecidos, os países em crise tendem a exportar e se utilizar das economias mais estáveis para vender. Caso isto aconteça, a China inundaria o Brasil com seus produtos, desestimulando a produção nacional. </p>
<p align="justify">&quot;(A competição) já está muito complicada em todo mundo, já que as economias internas estão fracas. Só que a China, através do câmbio e das políticas de produção, consegue um preço muito baixo do que os países desenvolvidos, por exemplo&quot;, explica.</p>
<p align="justify"><strong>Indústria brasileira </strong></p>
<p align="justify">O economista José Oreiro, da Universidade de Brasília (UnB), também acredita que uma entrada massiva de produtos chineses no Brasil prejudicaria a indústria nacional, que já caminha para uma possível desaceleração.</p>
<p align="justify">&quot;As recentes medidas do governo visam exatamente fortalecer e proteger a produção do Brasil, que já está perdendo muito competitividade. Uma desaceleração chinesa desestimularia ainda mais a produção brasileira, grande geradora de empregos para o país&quot;, analisa.</p>
<p align="justify">Segundo a Associação Brasileira da Indústria Calçadista (Abicalçados) &quot;os produtos asiáticos entram no país muito mais baratos, e acabam eliminando a competitividade dos calçados nacionais. Várias empresas foram para a Nicarágua, por exemplo, que oferece custos mais baixos&quot;, afirma Elisabeth Rentz, assessora da instituição.</p>
<p align="justify">Em 2011, a Azaléia e a Dakota, grandes nomes do setor, fecharam as portas de fábricas no Rio Grande do Sul. A americana Crocs também fechou sua fábrica brasileira, situada em Sorocaba, no interior de São Paulo. </p>
<p align="justify">Para Rentz, as consequências da desindustrialização &quot;são devastadoras, pois este é o setor que mais emprega na economia. Ou seja, com esta área fraca, o crescimento econômico do país será afetado como um todo&quot;, analisa.</p>
<p align="justify"><strong>Temor é &quot;exagerado&quot;</strong></p>
<p align="justify">Apesar da reação forte dos mercados e o temor perante o futuro chinês, Bastos lembra que o presidente Wen Jiabao anunciou que pretendia fortalecer o mercado interno, melhorando a infra-estrutura do país e aumentando o &quot;bem estar&quot; social dos habitantes.</p>
<p align="justify">&quot;É claro que uma desaceleração chinesa seria extremamente prejudicial, porém o país tem consciência das mudanças que precisam ser feitas para que consigam sustentar o seu crescimento. E, apesar da diminuição, 7,5% ainda é um número muito alto para causar tanto temor&quot;, conclui.</p>
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		<title>Brasil estuda retaliar EUA por suco de laranja</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil considera fazer um pedido de retaliação à administração de Barack Obama e poderá levar o governo dos Estados Unidos mais uma vez aos tribunais da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das barreiras ao suco de laranja nacional. Em 2011, a OMC condenou uma barreira contra o suco de laranja brasileiro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil considera fazer um pedido de retaliação à administração de Barack Obama e poderá levar o governo dos Estados Unidos mais uma vez aos tribunais da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das barreiras ao suco de laranja nacional.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia112.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia11" border="0" alt="Economia11" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia11_thumb2.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Em 2011, a OMC condenou uma barreira contra o suco de laranja brasileiro e ordenou que a Casa Branca retirasse a medida ilegal. O Brasil havia se queixado de que Washington, ao calcular medidas antidumping, usava uma metodologia que permitia que a sobretaxa acabasse sendo bem mais elevada, fechando na prática o mercado local aos produtos estrangeiros.</p>
<p align="justify">O governo dos Estados Unidos tinha até 17 de março para cumprir as ordens da OMC e ontem em Genebra diplomatas americanos apresentaram o que têm feito desde a condenação, o que inclui uma mudança na aplicação de casos de antidumping.</p>
<p><span id="more-1340"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Itamaraty, porém, deixou claro que o governo dos Estados Unidos não reformou a principal barreira que foi condenada pela OMC e alertou que agora avalia se vai em direção a uma retaliação. &quot;O Brasil está avaliando se as medidas de implementação tomadas pelos Estados Unidos nos permitem concluir a presente disputa na OMC ou se, pelo contrário, o Brasil terá de defender seus interesses em painéis de retaliação e de implementação&quot;, alertou a diplomacia brasileira em uma reunião fechada na entidade.</p>
<p align="justify">Prejuízo. O Brasil é o maior exportador mundial de suco de laranja, com US$ 2 bilhões. Mas o faturamento de US$ 400 milhões com exportações de suco para os Estados Unidos foi seriamente afetado em 2009 pela imposição da sobretaxa.</p>
<p align="justify">O governo americano indicou que havia feito uma reforma em suas leis e, a partir de 16 de abril de 2012, processos antidumping seriam modificados para que estejam dentro das regras internacionais e cumprindo a condenação da OMC.</p>
<p align="justify">A diplomacia brasileira alertou que o problema é que casos anteriores a essa data, como o do suco de laranja, não serão beneficiados pela mudança de postura dos americanos. Segundo o Itamaraty, Washington já confirmou a Brasília que a mudança na lei valerá apenas para novos casos.</p>
<p align="justify">Na avaliação do Brasil, a condenação de fato significa que os americanos não devem continuar a usar as práticas ilegais. Mas a condenação também exigiria um recálculo de suas tarifas já aplicadas no passado. &quot;Entretanto, como os Estados Unidos nos informaram, tais ações não estarão cobertas&quot;, disse a diplomacia brasileira.</p>
<p align="justify">Outra medida anunciada pelos Estados Unidos foi o arquivamento de um novo pedido de imposição de antidumping contra o suco brasileiro, em 14 de março. Para o Brasil, isso &quot;não tem conexão com a disputa do suco de laranja e não traz alívio para os exportadores brasileiros&quot;.</p>
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		<title>Classe C &#233; 54% da popula&#231;&#227;o brasileira em 2011, mostra pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, deixando as classes D e E para fazer parte da classe C. Além disso, 230 mil pessoas saíram da classe C e entraram para as classes mais ricas (A e B). A maior da parte da população (54%) fazia parte da classe C [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, deixando as classes D e E para fazer parte da classe C. Além disso, 230 mil pessoas saíram da classe C e entraram para as classes mais ricas (A e B).</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia55.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia5" border="0" alt="Economia5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia5_thumb5.jpg" width="244" height="160" /></a></p>
<p align="justify">A maior da parte da população (54%) fazia parte da classe C em 2011, uma mudança em relação ao verificado em 2005, quando a maioria (51%) estava na classe D/E. Um total de 22% dos brasileiros está no perfil da classe A/B, o que também representa um aumento em comparação ao constatado em 2005, quando a taxa era 15%.</p>
<p align="justify">É o que mostra a sétima edição da pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs.</p>
<p><span id="more-1337"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O levantamento indica ainda que a capacidade de consumo do brasileiro aumentou. A renda disponível, ou o montante de sobra dos ganhos, descontando-se as despesas, subiu de R$ 368, em 2010, para R$ 449, em 2011, uma alta de pouco mais de 20%. Na classe C, houve um aumento de 50% (de R$ 243 para R$ 363).</p>
<p align="justify">Enquanto a renda média familiar das classes A/B e D/E ficaram estáveis, na classe C cresceu quase 8%. Mas a pesquisa mostra que em todas as classes houve um aumento da renda disponível, que ultrapassou R$ 1 mil, entre os mais ricos.</p>
<p align="justify">“O aumento da renda disponível em todas as classes sociais indica que houve maior contenção de gastos”, destaca a equipe técnica responsável pela pesquisa.</p>
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		<title>Dilma discute meios para estimular a economia brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após participar da Quarta Cúpula dos Brics, nesta semana, em Nova Délhi, a presidente Dilma Rousseff encerra a viagem à Índia com uma série de encontros com líderes políticos e empresários indianos, que tem entre os principais objetivos a ampliação e diversificação das relações comerciais entre os dois países. Em 2011, o comércio bilateral entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Após participar da Quarta Cúpula dos Brics, nesta semana, em Nova Délhi, a presidente Dilma Rousseff encerra a viagem à Índia com uma série de encontros com líderes políticos e empresários indianos, que tem entre os principais objetivos a ampliação e diversificação das relações comerciais entre os dois países.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia103.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia10" border="0" alt="Economia10" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia10_thumb3.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Em 2011, o comércio bilateral entre Brasil e Índia chegou a US$ 9,2 bilhões, pouco abaixo da meta de US$ 10 bilhões, um desempenho considerado bom pelo governo devido aos efeitos da crise financeira internacional.</p>
<p align="justify">Uma nova meta deve agora ser definida em US$ 15 bilhões até 2015.</p>
<p><span id="more-1334"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Os principais produtos exportados pelo Brasil para a Índia são minério de ferro, soja, açúcar e carne de frango. O Brasil tem comprado da Índia óleos derivados de petróleo, ceras minerais e produtos químicos orgânicos.</p>
<p align="justify">&quot;O comércio (entre Brasil e Índia) merece grande estímulo. Menos de US$ 10 bilhões é (um volume) muito pequeno, principalmente se considerarmos as dimensões e o dinamismo das economias dos dois países&quot;, disse a subsecretária-geral de Política do Ministério de Relações Exteriores, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis.</p>
<p align="justify">Enquanto a economia brasileira cresceu 2,7% em 2011, o PIB da Índia deve apresentar um crescimento de 6,9% no ano fiscal que termina em março de 2012, segundo previsões do governo indiano.</p>
<p align="justify">Apesar de ser um dos destaques do crescimento global nos últimos anos, a economia da Índia passa por um momento difícil, com forte desaceleração da produção industrial no último semestre de 2011 e um índice de inflação alto.</p>
<p align="justify">A situação da indústria é parecida no Brasil: em janeiro, o setor recuou 2,1%, acumulando retração de 0,2% em 12 meses, afetado pela desaceleração econômica e pela concorrência de produtos importados.</p>
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		<title>Pol&#237;tica, economia e o Brasil em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre foi questão central na ciência política a demarcação do grau de liberdade subjetiva que líderes, partidos e sociedade têm em relação às condições objetivas ditadas pela economia. Até que ponto carisma, astúcia, habilidade, sensibilidade, capacidade de liderar podem contraditar os sentimentos populares que brotam dos resultados concretos gerados pela economia no cotidiano da população? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sempre foi questão central na ciência política a demarcação do grau de liberdade subjetiva que líderes, partidos e sociedade têm em relação às condições objetivas ditadas pela economia. Até que ponto carisma, astúcia, habilidade, sensibilidade, capacidade de liderar podem contraditar os sentimentos populares que brotam dos resultados concretos gerados pela economia no cotidiano da população? É evidente que a movimentação política dos principais atores em cena não é escrava absoluta dos indicadores econômicos. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia44.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia4" border="0" alt="Economia4" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia4_thumb4.png" width="244" height="221" /></a></p>
<p align="justify">Há espaço para a ação criativa e o exercício das virtudes. Senão, a política seria uma tradução pobre e mecânica dos movimentos da economia. Mas é também verdade que a economia determina, em última instância, os humores da população, a popularidade dos governos e, portanto, o ambiente para a governabilidade.</p>
<p align="justify">Lula, inegavelmente, possuía poderoso carisma, mas seus índices de popularidade estavam ligados ao desempenho da economia, fruto das bases erguidas pelo Plano Real, do excepcional momento vivido pela economia mundial e do aumento da renda interna. Socialistas, social-democratas, conservadores, liberais foram varridos do poder pela violenta crise europeia, independentemente do carisma ou da qualidade dos líderes de plantão.</p>
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<p align="justify">A economia brasileira parece viver novo momento. Enquanto os PIBs de China e Índia em 2011 cresceram, respectivamente, 9,2% e 6,9%, tivemos um desempenho pífio refletido no índice de 2,7%. Um dos piores desempenhos de toda a América Latina. A inflação bateu na trave do limite superior do sistema de meta inflacionária: 6,5%. Isso reflete nossa situação contraditória. Por um lado, os inegáveis avanços obtidos pelos governos FHC e Lula, na estabilização da economia brasileira, no combate à pobreza e na nova inserção do país no mundo globalizado. Por outro, a maior taxa real de juros sobre a face da Terra, custo Brasil nas alturas, taxa de investimento raquítica, câmbio sobrevalorizado, desindustrialização clara.</p>
<p align="justify">Todos sabem que a presidente Dilma não se notabiliza pela habilidade, carisma e experiência política. Registra altos índices de popularidade porque, além de ser uma pessoa séria e honesta, os níveis de consumo e renda continuaram em alta em 2011. A queda de ministros denunciados por corrupção foi transformada em suposta faxina na herança recebida.</p>
<p align="justify">No “presidencialismo de cooptação” em vigor, em que a governabilidade é assegurada pelo “dando que se recebe” envolvendo cargos e verbas orçamentárias, a base de sustentação de Dilma tem revelado insatisfações graves. No PMDB, 53 deputados federais assinaram manifesto com duras críticas ao governo e ao PT. No Senado, a indicação para a direção-geral da ANTT de Bernardo Figueiredo, pessoa diretamente ligada a Dilma, foi negada.</p>
<p align="justify">Maquiavel dizia que o príncipe deveria ter, para um bom governo, sorte e virtude. No governo Dilma, parece que a sorte está virando e a virtude, faltando.</p>
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