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	<title>Economia Brasil &#187; Glossário Econômico Básico</title>
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		<title>Corte de juros em agosto feita pelo BC j&#225; previa piora da crise externa</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 05:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A piora do cenário econômico externo havia sido prevista pelos membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), na reunião mais recente, em agosto. Alexandre Tombini, presidente da instituição, disse nesta terça-feira (27), no Senado, que enxerga menos pressão sobre a inflação nos próximos meses, em função da instabilidade internacional, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A piora do cenário econômico externo havia sido prevista pelos membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do <a href="http://www.bcb.gov.br/">Banco Central</a> (BC), na reunião mais recente, em agosto. Alexandre Tombini, presidente da instituição, disse nesta terça-feira (27), no Senado, que enxerga menos pressão sobre a <a href="http://ainflacao.com/">inflação</a> nos próximos meses, em função da instabilidade internacional, o que abre mais espaço para cortes de juros.<a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/size_590_bovespagermanoluders.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="size_590_bovespa-germano-luders" border="0" alt="size_590_bovespa-germano-luders" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/size_590_bovespagermanoluders_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify">Na ocasião reunião do Copom de agosto, houve corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica, a Selic, para 12% ao ano, em decisão que surpreendeu investidores do mercado financeiro e analistas ligados a bancos e à mídia. &quot;O cenário internacional se tornou mais complexo no período recente, algo que nós já havíamos alertado (na ata do <a href="http://www.bcb.gov.br/?COPOM">Copom</a>)&quot;, afirmou.</p>
<p align="justify">Tombini disse não ter &quot;bola de cristal&quot;, mas considera que a interlocução permanente com autoridades monetárias de outros países permite uma visão privilegiada do cenário. Ao colocar a análise autônoma do BC sobre o cenário econômico brasileiro, ele reforça a ideia de que a condução da instituição mudou.</p>
<p><span id="more-725"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Desde a instalação do sistema de metas de inflação, em 1999, o Banco Central conduz decisões sobre a taxa de juros, tendo como principal referência a expectativa de bancos e do <a href="http://bovespaacoes.com/">mercado financeiro</a> – monitorada pelo boletim semanal Focus, publicado às segundas-feiras. A última reunião foi uma das raras vezes em que as projeções não foram acompanhadas pela decisão dos diretores do BC, que integram o Copom.</p>
<p align="justify">Declarações e sinais emitidos por membros do governo já indicavam a mudança e o afastamento em relação ao mercado. A onda de críticas após a redução de juros apontava para a perda de autonomia do Banco Central, embora economistas tenham lembrado que a política monetária – relacionada à taxa de juros e ao acompanhamento da variação do câmbio – precisa estar alinhada ao que prega o governo federal.</p>
<p align="justify">A próxima reunião do Copom está programada para 18 e 19 de outubro. Diante da nova postura do BC, parte do mercado já aposta em nova redução de 0,5 ponto percentual, o que levaria a Selic a 11,5% ao ano. O agravamento da crise da dívida soberana na Europa, especialmente na Grécia, onde o risco de moratória é considerado elevado, contribui para a revisão das projeções.</p>
<p align="justify"><b>Inflação</b></p>
<p align="justify">Tombini afirma que a inflação no Brasil em 12 meses atingirá o seu pico no terceiro trimestre deste ano, para começar a recuar a partir do quarto trimestre. O centro da meta, de 4,5% ao ano, será alcançado apenas em 2012. Para este ano, a alta de preços ficará dentro da margem da meta de dois pontos percentuais para mais, segundo o presidente do Banco Central. Até agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 7,23%, acumulados em 12 meses.</p>
<p align="justify">&quot;Estamos em uma boa trajetória para o controle da inflação&quot;, disse Tombini. Ele afirma isso porque dados recentes de emprego, de uso da capacidade instalada e de confiança do empresariado indicam ritmo menor de crescimento da economia brasileira. Em um cenário assim, até pressões sazonais – como reajustes previstos em contratos de concessão de serviços públicos – tendem a ter menos impacto sobre a inflação.</p>
<p align="justify">A estabilidade das commodities (matérias-primas da agropecuária e da mineiração, com açúcar, soja, carne e minério de ferro, cotados em mercados internacionais) tem hoje efeito benigno para o controle de preços. O aumento nesses itens foi o principal causador da inflação entre o fim de 2010 e o começo deste ano.</p>
<p align="justify"><b>Imposto sobre especulação</b></p>
<p align="justify">Na manhã desta terça, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo não vai rever a decisão de aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre derivativos cambiais – especialmente opções de compra e venda de dólares no mercado futuro. O início da vigência foi adiado duas vezes, o que despertou a expectativa de que haveria mudança de planos.</p>
<p align="justify">&quot;Já tomamos as medidas necessárias e estamos fortalecendo a parte fiscal. Em relação ao dólar, houve exageros que foram coibidos e reduzidos. Portanto, não vamos nem temos previsão de mudar o IOF&quot;, disse Mantega. De acordo com ele, não há nenhuma nova medida iminente.</p>
<p align="justify">Havia rumores de que a Fazenda e o Banco Central teriam divergências sobre a questão. O aumento da alíquota foi uma tentativa do governo à época de conter a negociação desses derivativos para diminuir o ritmo da valorização do real. Esse tipo de operação amplifica o efeito da especulação financeira, o que provoca oscilações maiores do que o esperado pelo volume de recursos negociados.</p>
<p align="justify">Como a tendência se reverteu, com alta do dólar, analistas enxergaram que a medida perderia sentido. No entanto, defensores da medida acreditam que ela pode conter variações também de desvalorização do real. A insatisfação do BC decorreria da necessidade de venda de reservas internacionais para fazer mais dólares circularem e reduzir o ritmo de valorização da moeda norte-americana.</p>
<p align="justify">Tombini, porém, descartou divergências com a Fazenda. &quot;A medida sobre derivativos foi muito importante para o Brasil chegar neste momento de maior volatilidade dos mercados internacionais e menos apostas contra o dólar no nosso mercado, o que tornaria as coisas mais difíceis neste momento. Foi uma medida acertada&quot;, afirmou.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra U &#8211; V &#8211; W</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 03:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ufir (Unidade Fiscal de Referência) &#8211; É um índice usado para atualização monetária de tributos e multas. União Européia (UE) &#8211; Bloco econômico formado por 15 países europeus. Em sua área de abrangência não existe apenas uma união aduaneira. Os cidadãos desses países têm direito de livre acesso a qualquer país, sem restrições. Existe, inclusive, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Ufir (Unidade Fiscal de Referência)</b> &#8211; É um índice usado para atualização monetária de tributos e multas.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/emprestimo15.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo15" border="0" alt="emprestimo15" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/emprestimo15_thumb.jpg" width="244" height="183" /></a> </p>
<p align="justify"><b>União Européia (UE)</b> &#8211; Bloco econômico formado por 15 países europeus. Em sua área de abrangência não existe apenas uma união aduaneira. Os cidadãos desses países têm direito de livre acesso a qualquer país, sem restrições. Existe, inclusive, a moeda única (o euro). Apesar de não ser usado ainda como forma de pagamento, serve de referência para operações do mercado financeiro e contratos comerciais. Fazem parte do bloco os seguintes países: Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália, Luxemburgo, Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, Espanha, Grécia, Portugal, Áustria, Finlândia e Suécia.</p>
<p><span id="more-712"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Valor</b> &#8211; Atributo que confere a qualquer produto a qualidade de bem econômico.</p>
<p align="justify"><b>Valor de mercado</b> &#8211; Também definido como valor venal, representa o valor com que determinado produto pode ser comercializado, de acordo com a lei de oferta e procura. Por isso, não tem a ver com o valor real de um produto que incorpora, inclusive, os custos de fabricação.</p>
<p align="justify"><b>Viés</b> &#8211; Termo que designa tendência. No Brasil passou a ser utilizado nas reuniões do Copom (Conselho de Política Monetária). Uma vez por mês o comitê divulga a taxa básica de juros (Selic) e seu respectivo viés, que pode ser de alta ou baixa. Neste caso, o viés indica o que pode acontecer com a taxa no mês seguinte. </p>
<p align="justify"><b>Volatilidade</b> &#8211; É a intensidade e freqüência de variação de preços de um ativo financeiro ou de índices de uma Bolsa de Valores.</p>
<p align="justify"><b>Wall Street</b> &#8211; Nome da rua de Nova York onde se concentram a Bolsa de Valores, várias Bolsas de Mercadorias e a sede das mais importantes instituições financeiras dos Estados Unidos.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra T</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 21:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Taxa de Juros Real &#8211; Taxa obtida subtraindo-se o índice de inflação de determinado período da taxa de juros nominal. Ela reflete a correção monetária necessária para compensar a desvalorização da moeda. Um exemplo: se a taxa de inflação é de 9% ao ano e no mesmo período os juros nominais são de 8%, então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Taxa de Juros Real</b> &#8211; Taxa obtida subtraindo-se o índice de inflação de determinado período da taxa de juros nominal. Ela reflete a correção monetária necessária para compensar a desvalorização da moeda. Um exemplo: se a taxa de inflação é de 9% ao ano e no mesmo período os juros nominais são de 8%, então o resultado é uma taxa de juros real negativa. Isso significa que esta taxa não é suficiente para compensar a desvalorização da moeda.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/emprestimo1.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo1" border="0" alt="emprestimo1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/emprestimo1_thumb.png" width="244" height="209" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Teorias econômicas</b> &#8211; A ciência econômica visa entender como as sociedades utilizam seus recursos materiais e humanos para produzir e distribuir bens e serviços que atendam às necessidades dos indivíduos. As principais teorias econômicas são mercantilismo, fisiocracia, economia clássica, marxismo, economia neoclássica e escola keynesiana.</p>
<p align="justify"><b>Títulos Públicos (ou títulos da dívida pública)</b> &#8211; Emitidos pelo Banco Central e pelo Tesouro Nacional, são papéis vendidos no mercado para captar recursos financeiros e financiar a dívida pública federal, estadual e municipal. Em troca, pagam taxas de remuneração.</p>
<p><span id="more-709"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo)</b> &#8211; É a taxa usada para corrigir empréstimos feitos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por empresas com projetos industriais.</p>
<p align="justify"><b>TR (Taxa Referencial de Juros)</b> &#8211; É aquela que serve de referência nas transações financeiras realizadas no país. É calculada pelo Banco Central baseado em juros pagos pelos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) das trinta maiores instituições financeiras. </p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra S</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 03:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[S&#38;P500 &#8211; Índice calculado pela consultoria americana Standard&#38;Poor´s que reflete o desempenho de 500 maiores empresas industriais norte-americanas. Securitização &#8211; Operação que, na prática, significa trocar uma dívida por outra. Muito usada por países com dívidas externas, consiste na emissão de títulos em valor correspondente ao da dívida que está para vencer. Esses papéis são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>S&amp;P500</b> &#8211; Índice calculado pela consultoria americana Standard&amp;Poor´s que reflete o desempenho de 500 maiores empresas industriais norte-americanas.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP5.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="IMP5" border="0" alt="IMP5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP5_thumb.jpg" width="244" height="174" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Securitização</b> &#8211; Operação que, na prática, significa trocar uma dívida por outra. Muito usada por países com dívidas externas, consiste na emissão de títulos em valor correspondente ao da dívida que está para vencer. Esses papéis são lançados no mercado e quem os compra terá a garantia de receber em longo ou médio prazo seu dinheiro de volta corrigido com uma taxa de juros vantajosa. O dinheiro obtido com esta operação é então usado para quitar a dívida que bate à porta.</p>
<p align="justify"><b>Seguridade Social</b> &#8211; Conjunto de políticas governamentais de auxílio ou proteção a desempregados, aposentados, inválidos ou pessoas impossibilitadas de gerar renda. Divide-se em dois setores: a previdência e a assistência social. A primeira é voltada para o pagamento de benefícios aos trabalhadores que se aposentam depois de décadas de contribuição. Assiste também os pensionistas, aqueles que, por motivos especiais, recebem ajuda mensal, mesmo sem ter contribuído.</p>
<p><span id="more-706"></span>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">A cobertura engloba, em geral, acidentes de trabalho, afastamento por doença, seguro-saúde e seguro-desemprego. A assistência social se estende a toda a população, inclusive a quem não paga impostos, oferecendo auxílio, como a renda para idosos, cuidados com saúde (tratamento médico, hospitalização e compra de medicamentos), e, em determinadas nações, ajuda financeira a pessoas incapazes de garantir a própria subsistência.</p>
<p align="justify"><b>Selic</b> &#8211; Sigla de Sistema Especial de Liquidação e Custódia. É um sistema computadorizado do Banco Central onde são registradas todas as operações de débitos e créditos feitas apenas entre bancos e demais instituições financeiras credenciadas. Seu funcionamento é parecido com o sistema de compensação de cheques só que para títulos públicos. É por meio dessas trocas que o governo consegue dinheiro emprestado dos bancos. Pelo Selic, portanto, é possível calcular a média dos juros que o governo paga aos bancos que lhe emprestam dinheiro. Essa média, que é a Taxa Over-Selic, serve de referência para o cálculo de todas as outras taxas de juros do País. Por isso ela é também chamada de taxa de juro básico.</p>
<p align="justify"><b>Sociedade anônima</b> &#8211; Empresa cujo capital é dividido em ações (negociadas ou não nas Bolsas de Valores). Quem tem o maior número de ações é responsável pela sua administração.</p>
<p align="justify"><b>Spread</b> &#8211; Taxa cobrada pelas instituições financeiras em empréstimos ou financiamentos internacionais. Ela varia de acordo com o risco da operação. Um exemplo: se um país pede empréstimo e há chances de não honrar seus compromissos, o spread é alto. Quanto maior o risco, maior a taxa.</p>
<p align="justify"><b>Subscrição</b> &#8211; Preferência garantida aos acionistas de uma empresa na hora de comprar novos papéis da companhia emitidos para aumentar o seu capital. Em geral, o preço das ações é mais baixo.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra R</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 05:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rating &#8211; Avaliação que expressa principalmente o risco oferecido por fundos de investimento, empresas ou países. Ele é expresso em uma espécie de nota calculada por diversas agências especializadas. O rating serve de referência aos investidores na hora de decidir onde aplicar seus recursos. Recessão &#8211; É uma fase em que a atividade econômica se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Rating</b> &#8211; Avaliação que expressa principalmente o risco oferecido por fundos de investimento, empresas ou países. Ele é expresso em uma espécie de nota calculada por diversas agências especializadas. O rating serve de referência aos investidores na hora de decidir onde aplicar seus recursos.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/foto_productos.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="foto_productos" border="0" alt="foto_productos" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/foto_productos_thumb.jpg" width="244" height="234" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Recessão</b> &#8211; É uma fase em que a atividade econômica se encontra em contração. Os principais indicadores de que um país está em recessão são queda da produção, aumento do desemprego, diminuição das taxas de lucro e crescimento do número de falências e concordatas.</p>
<p align="justify"><b>Renda fixa</b> &#8211; São títulos cujo rendimento está previamente definido. Esse rendimento pode ser pré-fixado ou pós-fixado. Entre os investimentos de renda fixa estão os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), cadernetas de poupança e a maioria dos títulos públicos.</p>
<p><span id="more-703"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Renda per Capita</b> &#8211; A renda per capita representa quanto cada habitante receberia se o valor do produto nacional bruto (PNB) de um país fosse distribuído igualmente entre todos sem considerar a concentração de riquezas.A renda per capita, obtida a partir da divisão da renda total de um país pela população, é um indicador usado para medir o grau de desenvolvimento de uma nação.</p>
<p align="justify"><b>Rentabilidade</b> &#8211; É a taxa que indica o retorno de um investimento. Calcula-se dividindo o lucro obtido pelo valor do investimento inicial.</p>
<p align="justify"><b>Reservas</b> &#8211; Recursos que um país tem disponíveis para gastar imediatamente, caso tenha urgência. São usadas, principalmente, para cobrir déficits nas contas internacionais, como o pagamento de juros de dívidas, e garantir a estabilidade da moeda, evitando ataques especulativos, por exemplo.</p>
<p align="justify"><b>Resgate</b> &#8211; Saque em dinheiro dos dividendos pagos por um lote de ações ou fundo de investimento, depois de um período de aplicação. Ao sacar, o investidor está vendendo seus papéis ou suas cotas em um fundo.</p>
<p align="justify"><b>Risco</b> &#8211; Possibilidade de um investidor ganhar ou perder dinheiro. Para compensá-la, pagam-se juros com o objetivo de oferecer lucros. Quanto maior o risco, maior a rentabilidade. O investidor somente deve aplicar seu dinheiro num investimento quando conseguir entender o nível de risco que está assumindo. No cenário internacional, avalia-se também a chance de um país mudar sua política a ponto de interferir nos pagamentos a credores estrangeiros. Este risco está embutido na taxa de juros cobrada por empréstimos estrangeiros</p>
<p align="justify"><b>Royalty (Royalties)</b> &#8211; Porcentagem definida sobre as vendas de um produto, marca, patente, processo de produção ou uma obra original pelos direitos de sua exploração comercial.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra P</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 22:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paraísos fiscais &#8211; Pequenos países onde os impostos são muito baixos ou inexistentes, o que atrai multinacionais. Para fugir da alta tributação em seu país de origem, elas acabam instalando suas filiais nesses paraísos. Outro atrativo é a garantia absoluta de sigilo bancário. É por isso que muitas pessoas depositam ali o dinheiro obtido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Paraísos fiscais</b> &#8211; Pequenos países onde os impostos são muito baixos ou inexistentes, o que atrai multinacionais. Para fugir da alta tributação em seu país de origem, elas acabam instalando suas filiais nesses paraísos. Outro atrativo é a garantia absoluta de sigilo bancário. É por isso que muitas pessoas depositam ali o dinheiro obtido em operações ilegais. São paraísos fiscais: Bahamas, Libéria, Ilhas Cayman, Luxemburgo e Suíça.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Fusiones_Bolsas.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Fusiones_Bolsas" border="0" alt="Fusiones_Bolsas" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Fusiones_Bolsas_thumb.jpg" width="244" height="157" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Passivos</b> &#8211; Conjunto das dívidas e obrigações de uma empresa. É o oposto do ativo.</p>
<p align="justify"><b>Patrimônio</b> &#8211; Conjunto dos bens de uma pessoa ou empresa administrados de forma a dar lucro ou gerar renda. No caso de uma empresa, o patrimônio é a diferença entre o que a companhia tem (ativo) e suas dívidas (passivo). Se o resultado é positivo, obtém-se o patrimônio líquido. Se for negativo, o passivo líquido.</p>
<p align="justify"><b>Penhor -</b> Entrega de bens móveis (jóias, por exemplo) a um credor como garantia de pagamento da dívida. Em casos de o devedor não quitar seus débitos na data prevista, o credor toma posse do bem penhorado. É diferente de penhora.</p>
<p><span id="more-700"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Penhora</b> &#8211; Apreensão judicial de bens de um devedor no valor equivalente ao total de sua dívida. Isso pode acontecer se ele não quitar sua dívida no prazo acertado com o credor.</p>
<p align="justify"><b>Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)</b> &#8211; Produto de previdência privada que serve para complementar a renda de aposentados pelo Instituto Nacional de Securidade Social (INSS). Quem compra um plano desses paga uma mensalidade calculada sobre o valor final do benefício que pretendem receber. Esse dinheiro é aplicado em fundo de investimento e a bolada vai crescendo ao longo dos anos. Em geral, os participantes contribuem durante 30 anos. Quem compra um PGBL consegue abater 12% no imposto de renda anual até começar a receber o benefício. É possível sacar o dinheiro a qualquer momento, mas paga-se imposto de renda na hora do saque (varia entre 15% e 27,5%). Mas, ao contrário, das demais aplicações do mercado financeiro, o governo não cobra imposto sobre os rendimentos dos PGBLs. O que torna esses planos mais atrativos que os demais vendidos pelas seguradoras é o fato de que todos os lucros obtidos nas aplicações financeiras são repassados aos clientes. Apesar disso, não há a garantia mínima de retorno dada pelos planos tradicionais, que repassam 75% dos lucros obtidos mais a correção da inflação. Ou seja, enquanto os planos tradicionais garantem um mínimo mesmo se as aplicações derem prejuízo, no PGBL essa garantia não existe, mas todos os lucros obtidos são repassados ao segurado. Como é praticamente impossível de registrarem prejuízo, os planos PGBL estão chamando a atenção.</p>
<p align="justify"><b>PIB</b> &#8211; Sigla de &quot;Produto Interno Bruto&quot;, principal indicador da atividade econômica. É o valor de todos os bens e serviços produzidos dentro das fronteiras de um país, independentemente da nacionalidade do produtor. Existem dois tipos: o PIB total é expresso em valores do ano analisado; o PIB real é a &quot;tradução&quot; dos resultados para valores atuais, descontando-se a inflação e a variação da taxa de câmbio (uma vez que geralmente é expressa em dólares norte-americanos).</p>
<p align="justify"><b>PNB</b> &#8211; Sigla de &quot;Produto Nacional Bruto&quot;, que é a expressão em valor monetário de todos os bens e serviços produzidos com recursos de um país, empregados dentro ou fora do território nacional, pertencentes a pessoas ou empresas. Ao contrário do PIB, inclui o resultado de empresas no exterior e desconta os investimentos de capital estrangeiro dentro do território nacional. Na prática, a diferença entre PIB e PNB representa o tamanho da renda enviada ao exterior ou recebida dele. Quando o PNB é inferior ao PIB, o país remete mais renda do que recebe. Se a relação for inversa, o país recebe mais renda que envia.</p>
<p align="justify"><b>População economicamente ativa (PEA)</b> &#8211; Parcela da população disponível para o trabalho assalariado. Não quer dizer, necessariamente, que todas as pessoas nesta situação estejam empregadas, mas que estejam na faixa etária considerada com aptidão para exercer uma função remunerada.</p>
<p align="justify"><b>Precatórios</b> &#8211; Dívidas do próprio Estado cujo pagamento é determinado pela Justiça. Ou seja: não há mais chances de questioná-las nos tribunais. Se ainda assim não forem pagas, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode decretar intervenção federal no Estado devedor. A lei garante que, para quitar os débitos, é possível emitir títulos correspondentes ao valor da dívida. Entretanto, valendo-se desta lei, alguns Estados emitiram papéis de forma irregular desviando os recursos. As operações, feitas entre 1994 e 1996, ficaram conhecidas como o &quot;escândalo dos precatórios&quot;.</p>
<p align="justify"><b>Pregão</b> &#8211; Sessão em que se efetuam negócios em uma Bolsa de Valores. Funciona da seguinte maneira: os operadores das diversas corretoras anunciam em voz alta quais são as ações que eles querem comprar ou vender, e a que preço. Os negócios são fechados assim, aos gritos na sala do pregão, e formalizados no final do dia.</p>
<p align="justify"><b>Previdência privada</b> &#8211; Sistema de pensão administrado por instituições financeiras e que tem como finalidade complementar a aposentadoria paga pela previdência pública oficial.</p>
<p align="justify"><b>Prime rate</b> &#8211; Taxa de juros cobrada por bancos norte-americanos de clientes preferenciais (como grandes corporações) que têm chances remotas de dar um calote.</p>
<p align="justify"><b>Privatização</b> &#8211; Processo de venda em leilão de uma estatal para uma companhia ou consórcio de empresas do setor privado.</p>
<p align="justify"><b>Procon</b> &#8211; Instituições de proteção e defesa do consumidor, encarregadas de defender as pessoas contra o abuso econômico.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra O</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 11:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oligopólio &#8211; Grupo de empresas que detém o controle de determinado mercado, seja ele o fornecimento de um produto, serviço ou matéria-prima. Alguns economistas acreditam que esta prática é nociva porque, dominando um mercado, essas empresas limitariam custos de produção e ditariam o preço dos produtos para aumentar a margem de lucro. Mas, recentemente, há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Oligopólio</b> &#8211; Grupo de empresas que detém o controle de determinado mercado, seja ele o fornecimento de um produto, serviço ou matéria-prima. Alguns economistas acreditam que esta prática é nociva porque, dominando um mercado, essas empresas limitariam custos de produção e ditariam o preço dos produtos para aumentar a margem de lucro. Mas, recentemente, há uma tendência em se defender o contrário. Com a formação de vários conglomerados concorrentes, seria possível garantir preço estável, inibindo a formação de cartéis.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP3.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="IMP3" border="0" alt="IMP3" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP3_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Oligopsônio</b> &#8211; Grupo formado de pequenos compradores que têm condições de negociar em condições privilegiadas, definindo o preço vendido por seus fornecedores.</p>
<p align="justify"><b>OMC (Organização Mundial do Comércio)</b> &#8211; Órgão internacional criado em 1995 para regulamentar o livre comércio entre os seus países-membros. Enquanto isso não acontece, ela trata de administrar tratados bilaterais, estabelecer fóruns de negociação comercial, mediar disputas e monitorar políticas comerciais nacionais.</p>
<p><span id="more-697"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Orçamento da União</b> &#8211; Planejamento anual feito pelo governo federal para calcular as quantias que devem entrar e sair dos cofres públicos. É daí que saem recursos para financiar obras e pagar funcionários, por exemplo. Esta conta é sempre apresentada como projeto ao Congresso Nacional, onde pode ser aprovada na íntegra ou receber emendas (os deputados e senadores podem mudar o destino de verbas ou cortar gastos previstos). Depois de aprovado, segue para sanção do presidente da República e vira lei. O orçamento sempre tem validade para o ano seguinte de sua aprovação.</p>
<p align="justify"><b>Overnight -</b> Operações de troca de dinheiro por um dia, para resgate no primeiro dia útil seguinte. No mercado é comum usar a abreviação over para este tipo de operação.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra N</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 10:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nasdaq &#8211; Criada nos Estados Unidos, em 1971, a National Association of Security Dealers Automated Quotation System foi a primeira bolsa do mundo a negociar exclusivamente ações de empresas de Internet, informática e tecnologia. Como as operações de compra e venda são feitas por meio de computadores no mercado de balcão, a Nasdaq ficou conhecida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Nasdaq</b> &#8211; Criada nos Estados Unidos, em 1971, a National Association of Security Dealers Automated Quotation System foi a primeira bolsa do mundo a negociar exclusivamente ações de empresas de Internet, informática e tecnologia. Como as operações de compra e venda são feitas por meio de computadores no mercado de balcão, a Nasdaq ficou conhecida como a “bolsa eletrônica”.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP11.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="IMP11" border="0" alt="IMP11" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP11_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Neoliberalismo</b> &#8211; A expressão é usada para designar as políticas econômicas com ênfase no livre mercado que vêm sendo adotadas pela maioria dos países. Atualmente, uma das principais expressões do neoliberalismo são as medidas estabelecidas no chamado Consenso de Washington, encontro realizado no início dos anos 90. Elas enfatizam a abertura da economia por meio da liberalização financeira e comercial e da eliminação de barreiras aos investimentos estrangeiros diretos; a estabilização econômica obtida pela disciplina fiscal, pela reforma tributária, pela estabilidade da taxa de câmbio e pelo redirecionamento dos gastos do Estado, dando prioridade à saúde, à educação e à infra-estrutura; e a diminuição da participação do Estado na economia para permitir maior autonomia ao setor privado, ocorrida por meio dos programas de privatização e da desregulamentação, por exemplo, do preço de alguns produtos antes controlados pelo Estado. </p>
<p><span id="more-693"></span>
<p align="justify">No neoliberalismo, o papel do Estado restringe-se a disciplinar o mercado com o objetivo de combater os excessos da livre concorrência e, dessa forma, garantir sua sobrevivência.</p>
<p align="justify"><b>Nikkey</b> &#8211; Índice da Bolsa de Valores de Tóquio, que reflete o preço das 225 ações mais negociadas no mercado japonês.</p>
<p align="justify"><b>NTN (Nota do Tesouro Nacional)</b> &#8211; Título com juros pós-fixados e valor nominal, emitido pelo governo para o financiamento da dívida do Tesouro.</p>
<p align="justify"><b>Nyse (New York Stock Exchange)</b> &#8211; É a Bolsa de Valores de Nova York, a maior e mais importante Bolsa de Valores do mundo. Localizada na Wall Street, Nova York, ali são negociados títulos e ações das principais empresas dos Estados Unidos e do mundo. O índice que mostra a evolução desses negócios é o Dow Jones.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra L &#8211; M</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 09:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lastro &#8211; Garantia de que as cédulas e moedas que circulam na praça têm, de fato, valor. Um exemplo: no passado, o lastro das moedas em circulação eram barras de ouro que ficavam depositadas nos cofres do governo. Market share &#8211; Expressão em inglês que significa participação no mercado. É a fatia das vendas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Lastro</b> &#8211; Garantia de que as cédulas e moedas que circulam na praça têm, de fato, valor. Um exemplo: no passado, o lastro das moedas em circulação eram barras de ouro que ficavam depositadas nos cofres do governo.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP6.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="IMP6" border="0" alt="IMP6" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP6_thumb.jpg" width="164" height="244" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Market share</b> &#8211; Expressão em inglês que significa participação no mercado. É a fatia das vendas de um produto que cada fabricante detém. Um exmeplo: se o mercado brasileiro de biscoitos é de 5 bilhões de unidades vendidas e um dos fabricantes participa com 3 bilhões de unidades, então ele tem um market share de 60% e é líder deste mercado.</p>
<p align="justify"><b>Marxismo</b> &#8211; Seu principal expoente é o alemão Karl Heinrich Marx (1818-1883), cujas idéias &#8211; expostas em Contribuição à Crítica da Economia Política (1857) e em O Capital (1867-1869) &#8211; exercem influência em várias áreas das ciências humanas. Também é determinante a colaboração de Friedrich Engels (1820-1895). Com o tempo, o marxismo recebe importantes contribuições, como a de Lênin, que, além de líder e teórico da Revolução Russa, escreve O Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo (1916).</p>
<p><span id="more-690"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A teoria econômica marxista procura explicar como o modo de produção capitalista propicia a acumulação contínua de capital. A resposta está na confecção das mercadorias. Elas resultam da combinação de meios de produção (ferramentas, máquinas e matéria-prima) e do trabalho humano. No marxismo, a quantidade de trabalho socialmente necessária para produzir uma mercadoria é o que determina seu valor. A ampliação do capital ocorre porque o trabalho produz valores superiores ao dos salários (força de trabalho). A esse diferencial Marx dá o nome de &quot;mais-valia&quot;, conceito fundamental de sua teoria por ser considerado a fonte dos lucros e da acumulação capitalista.</p>
<p align="justify"><b>Maxidesvalorização</b> &#8211; Desvalorização drástica de uma moeda.</p>
<p align="justify"><b>Mercado de balcão</b> &#8211; É o onde são negociadas ações de empresas que não têm autorização para operar na Bolsa de Valores. As operações de compra e venda são, então, fechadas por telefone ou por um sistema eletrônico de negociação.</p>
<p align="justify"><b>Mercado de capitais -</b> Rede formada pelas Bolsas de Valores e instituições financeiras (bancos, corretoras e seguradoras) que negociam papéis (ações e títulos) a longo prazo. Sua função é direcionar recursos para financiamentos ao comércio, indústria e até para o governo. Está, portanto, relacionado ao crescimento econômico do País.</p>
<p align="justify"><b>Mercado Financeiro -</b> Setor da economia responsável pela captação de recursos entre investidores para financiar atividades produtivas ou simplesmente gerar lucros para quem empresta dinheiro. Tanto o governo quanto as instituições privadas podem fazer a captação. Mas, em geral, ela acontece nas diversas bolsas de valores, corretoras, bancos e seguradoras. O gerenciamento dessa prática é regulado pelo governo dos países por meio de uma rede de instituições, em que se destaca o banco central. É dele que partem as regras de política monetária, que define a taxa de juros a ser paga a quem empresta dinheiro, e de política cambial, que fixa as regras para estabelecer a cotação da moeda local em relação às demais, em particular o dólar.</p>
<p align="justify"><b>Mercado monetário -</b> Conjunto formado por bancos comerciais e empresas financeiras de crédito que também participam do mercado de capitais. A diferença é que operam no curto ou curtíssimo prazo.</p>
<p align="justify"><b>Mercantilismo -</b> Conjunto de princípios que orienta os Estados europeus para a expansão comercial ocorrida entre os séculos XV e XVII. Seus expoentes são os ingleses Thomas Mun (1571-1641) e Josiah Child (1630-1699), os franceses Barthélemy de Laffemas (1545-1612), Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) e Antoine de Montchrestien (1575-1621) e, o italiano Antonio Serra.</p>
<p align="justify">A riqueza de uma nação, segundo os mercantilistas, provém de suas reservas de metais preciosos, em especial o ouro e a prata &#8211; moedas correntes na época. O Estado, portanto, deve acumular reservas pela descoberta de novas jazidas de minério ou pela obtenção de superávit comercial (exportando mais do que importando).</p>
<p align="justify"><b>Mercosul</b> &#8211; O Mercado Comum do Cone Sul é um acordo comercial assinado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em 1991. Há ainda dois membros associados: o Chile (desde 1996) e a Bolívia (desde 1997). Ambos negociam a entrada no bloco econômico, que pretende fixar tarifas externas comuns para todos esses países e eliminar barreiras alfandegárias.</p>
<p align="justify"><b>Merval</b> &#8211; Índice que reflete a variação das ações na Bolsa de Valores de Buenos Aires, na Argentina.</p>
<p align="justify"><b>Moeda</b> &#8211; Unidade de valor-padrão utilizada como instrumento de troca por uma comunidade. É o meio pelo qual os preços são expressos, as dívidas liquidadas, as mercadorias e os serviços pagos e a poupança efetuada. A moeda corrente é o dinheiro oficial de um país para todos os tipos de transação. Como o controle da moeda é vital não apenas para o equilíbrio da economia de um país mas também para as relações comerciais entre nações, é criado um sistema monetário internacional.</p>
<p align="justify"><b>Monopólio</b> &#8211; Situação em que uma empresa domina sozinha a produção ou comércio de uma matéria-prima, produto ou serviço e que, por isso, pode estabelecer o preço à vontade.</p>
<p align="justify"><b>Moratória</b> &#8211; Prorrogação do prazo concedido para pagamento de uma dívida, obtida em acordo entre o devedor e o credor. Nas relações comerciais internacionais, a palavra é usada para definir a declaração unilateral de um país de que ele não pagará sua dívida no prazo determinado.</p>
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		<title>Gloss&#225;rio Econ&#244;mico B&#225;sico &#8211; Letra J</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 03:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Joint Venture &#8211; Em inglês esta expressão significa &#34; união de risco&#34;. Ela é usada para definir uma associação, ou fusão, de empresas que pretendem ampliar mais sua participação no mercado. Nos últimos anos esta foi a maneira encontrada por companhias estrangeiras que se uniam às nacionais para entrar no mercado brasileiro. Juros &#8211; Juro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>Joint Venture</b> &#8211; Em inglês esta expressão significa &quot; união de risco&quot;. Ela é usada para definir uma associação, ou fusão, de empresas que pretendem ampliar mais sua participação no mercado. Nos últimos anos esta foi a maneira encontrada por companhias estrangeiras que se uniam às nacionais para entrar no mercado brasileiro.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP25.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="IMP25" border="0" alt="IMP25" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/IMP25_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify"><b>Juros</b> &#8211; Juro é a remuneração que o tomador de um empréstimo tem que pagar ao proprietário do capital emprestado. O juro pode ser simples ou composto. O juro é simples quando calculado sobre o montante do capital. É composto quando o juro vencido e não pago é somado ao capital emprestado, formando um montante sobre o qual é calculado o juro seguinte (capitalando) e assim sucessivamente. O juro composto é sempre maior do que o juro simples na medida em que é calculado sobre um montante cada vez maior. Juro nominal é o juro correspondente a um empréstimo ou financiamento, incluindo a correção monetária do montante emprestado. </p>
<p><span id="more-687"></span>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Quando a inflação é zero, inexistindo a correção monetária, o juro nominal é equivalente ao juro real. Juro real é o juro cobrado ou pago sobre empréstimo ou financiamento sem contar a correção monetária do montante emprestado. Os juros flutuantes (ou variáveis), ao contrário dos juros fixos, pagos por todo o período do empréstimo, segundo taxa preestabelecida em contrato, trazem surpresas aos devedores, pois podem elevar-se acentuadamente antes do final do pagamento de um empréstimo, onerando o serviço da dívida.</p>
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