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Categoria Arquivos: Emprego Brasil

Dois em cada 10 produtos industriais vendidos são importados


Quase 20% dos produtos industriais vendidos no Brasil no ano passado foram importados, mostra pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta segunda-feira.

Economia1Entre 2010 e 2011, o aumento no percentual foi de dois pontos percentuais, para 19,8%, o maior valor desde 1996, quando começa a série histórica.

Os maiores crescimentos de venda de produtos importados foram nos setores de informática, eletrônicos e produtos ópticos, cujo coeficiente aumentou de 45,4% para 51%, derivados de petróleo e biocombustíveis, de 17,8% para 23,3% e máquinas e equipamentos, de 32,5% para 36,8%.

“Cada vez mais o consumo pertence aos importados. Isso mostra que o setor industrial vai contribuir cada vez menos para a economia brasileira“, aponta o economista Flavio Castello Branco, da CNI.

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Reação coerente da economia brasileira


No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico.

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A redução da taxa básica de juros (Selic) vai proporcionar uma significativa economia de gastos do Tesouro Nacional, com o menor pagamento dos juros sobre a dívida pública, abrindo espaço para que sejam aumentados os investimentos na infraestrutura. Por outro lado, taxas de juros mais baixas podem influir na expansão do crédito, mola mestra do financiamento ao consumo das famílias e dos investimentos privados. Durante o corrente ano, a questão fundamental passa a ser o cuidado para que a inflação não fuja ao controle.

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Editor da Bloomberg ressalta importância do Brasil no cenário internacional


O canal de televisão internacional da Bloomberg reservou parte de sua programação para apresentar a importância do Brasil no cenário econômico internacional.

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O editor do portal Bloomberg.com, Eric Roston, falou sobre a grande quantidade de recursos naturais que existem no país, a sua vocação exportadora e a descoberta do pré-sal, que coloca o país na rota dos maiores produtores mundiais.

Roston aproveitou para avisar aos telespectadores que o portal de internet da emissora realizou uma produção exclusiva com diversas matérias sobre os desafios para a economia brasileira.

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Mantega diz que 2012 será ano de desafio para a economia


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou ontem (13), em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que 2012 será um ano de desafios para a economia brasileira. Em sua apresentação, ele destacou que a crise internacional persiste e não foi solucionada, mas, mesmo assim, o Brasil tem condições de continuar enfrentando as turbulências, pois tem adotado medidas para enfrentar as condições adversas da economia.

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“Foi complicado em 2011. Tivemos que enfrentar a inflação e a crise. Mas o crescimento da economia [2,7% em 2011] foi satisfatório e se deu com a elevação do nível do emprego. Nesse quesito, a população está sendo bem atendida”, disse. Para o ministro, ante a crise, o Brasil continua sendo um dos poucos países com o privilégio de crescer gerando empregos e elevando a massa salarial.

O ministro defendeu a política fiscal do governo com o controle dos gastos públicos e a manutenção da meta fiscal acima de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) como forma de enfrentar a crise. Mantega assegurou ainda o compromisso do governo em controlar a inflação e de manter a taxa básica de juros, a Selic, em apenas um dígito. “O Brasil caminha para ter taxa de juros em patamares que poderemos dizer, assim, normais, de um dígito”, disse.

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Mantega prevê obstáculos em 2012, mas acredita em economia brasileira


Em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que 2012 será um ano de desafios para a economia brasileira. Ele destacou a ainda presente crise econômica internacional como principal obstáculo, mas disse acreditar que o país tem condições de enfrentar as turbulências.

Economia6“Foi complicado em 2011. Tivemos que enfrentar a inflação e a crise. Mas o crescimento da economia [2,7% em 2011] foi satisfatório e se deu com a elevação do nível do emprego. Nesse quesito, a população está sendo bem atendida”, afirmou, acrescentando que o Brasil continua sendo um dos poucos países com o privilégio de crescer gerando empregos e elevando a massa salarial.

Como forma de enfrentar a crise, Mantega defendeu a política fiscal do governo com o controle de gastos públicos e manutenção da meta fiscal 3% acima do Produto Interno Bruto (PIB).

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Índice de Expectativas das Famílias registra queda em fevereiro


O otimismo das famílias brasileiras em relação à economia brasileira diminuiu em fevereiro, segundo levantamento divulgado hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF), medido mensalmente pela instituição, ficou em 67,2 pontos, depois de registrar 69 pontos em janeiro. Em fevereiro de 2011, o IEF havia atingido 65,3 pontos.

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O índice varia de 0 a 100 pontos, sendo que, quanto mais alta a pontuação, maior o otimismo. A pesquisa é realizada em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação.

Os resultados regionais, no entanto, revelam discrepâncias. Nas regiões Sudeste (de 68,5 para 68,8 pontos) e Norte (de 62,1 para 62,9 pontos) houve aumento no otimismo das famílias; enquanto o Centro-Oeste (de 84,8 para 73,3 pontos), Nordeste (de 66,7 para 63,9 pontos) e Sul (de 71 para 66,6 pontos) apresentaram diminuição.

De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ainda não é possível avaliar se o resultado de fevereiro representa um movimento sazonal, em consequência de uma acomodação nas expectativas das famílias, ou se o grau de otimismo iniciou uma nova fase de retração.

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Turismo no Mercosul cresce no ritmo da economia brasileira


Com um crescimento impulsionado pelo bom momento da economia brasileira, o Mercosul faturou mais de US$ 15 bilhões em turismo durante em 2011, informaram seus representantes durante a realização da Bolsa Internacional do Turismo (ITB) de Berlim, uma das feiras mais importante do setor.

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Em 2011, o Brasil recebeu 5,4 milhões de turistas e somou mais de US$ 6,7 bilhões, uma quantia que representa 3,3% do PIB nacional. Os brasileiros também são os principais turistas dos países do Mercosul e, pela primeira vez, do Chile.

Esse fator acompanha ‘os resultados das políticas econômicas e sociais que permitem a população desfrutar de uma economia estável, com o aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas e com a incorporação de elementos que antes o brasileiro não consumia, como as viagens ao exterior e também dentro do país’, disse à agência Efe Marcelo Pedroso, diretor de mercados internacionais do Ministério do Turismo.

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