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	<title>Economia Brasil &#187; Emprego Brasil</title>
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		<title>Curso de Direito</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Piccinna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Curso de Direito, ou também chamado de Ciências Jurídicas e Sociais, é um dos mais concorridos nas universidades do Brasil. O direito é a ciência que estuda o sistema de normas que regulam as relações sociais; as pessoas interessadas em se formar nesta disciplina cuidarão da aplicação das normas jurídicas vigentes para organizar as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Advogado.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1363" title="Advogado" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Advogado.bmp" alt="" /></a> O <a href="http://www.educaedu-brasil.com/direitoleis">Curso de Direito</a>, ou também chamado de Ciências Jurídicas e Sociais, é um dos mais concorridos nas universidades do Brasil. O direito é a ciência que estuda o sistema de normas que regulam as relações sociais; as pessoas interessadas em se formar nesta disciplina cuidarão da aplicação das normas jurídicas vigentes para organizar as relações entre indivíduos e grupos na sociedade, e deverão promover sempre a igualdade de direitos para todos.</h3>
<p><span id="more-1362"></span> <br />
Os profissionais formados em direito, os bacharéis, poderão escolher entre duas opções de carreira, a advocacia e a jurídica.</p>
<p>As áreas de desenvolvimento dos advogados são as seguintes: direito trabalhista e previdenciário, civil, administrativo, tributário, contratual, ambiental, comercial, da tecnologia da informação, do consumidor, de propriedade intelectual; direito penal ou criminal, e arbitragem internacional.</p>
<p>Os profissionais que optem pela carreira jurídica, poderão escolher entre Delegacia de Polícia, Advocacia Pública, Magistratura ou Ministério Público, e só conseguirão um emprego por meio de concursos públicos, onde às vezes são requisitos alguns anos de experiência em advocacia.</p>
<p>Para ser advogado no Brasil, é preciso passar um exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que é uma prova instituída por Lei, e que se realiza em todo o país, três vezes ao ano.</p>
<p><strong>Vantagens do Mercado de Trabalho</strong></p>
<p>A demanda de profissionais das ciências jurídicas está se acrescentando no setor público nas esferas federais e estaduais; além disso, ramos mais modernos como o direito ambiental e da tecnologia da informação estão se desenvolvendo nas empresas públicas e privadas, e advogados com estas orientações são requeridos e valorizados. Outras áreas em destaque são o direito internacional e no campo da genética.</p>
<p>A carreira jurídica tem a vantagem de salários fixos, expediente definido e um emprego estável; o advogado e o bacharel em Direito, terão outros desafios relacionados com a escolha da área, e uma carreira mais dinâmica.</p>
<p><strong>Curso</strong></p>
<p>A duração média é de 5 anos. Os três primeiros anos são teóricos e com ênfases nas ciências humanas, e outras matérias específicas do direito. A especialização geralmente começa a ser definida no quinto ano. São obrigatórios: uma monografia e a realização de um estágio para obter um diploma.</p>
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		<title>Brasil &#233; o 7&#186; maior mercado de Internet no mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é o sétimo maior mercado de internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela comScore. O país passou a França no ranking e está atrás de China, Estados Unidos, Japão, Rússia, Alemanha e Índia. Segundo a comScore, 46,3 milhões de pessoas com mais de 15 acessaram a internet pelo computador de casa ou do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil é o sétimo maior mercado de internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela comScore. O país passou a França no ranking e está atrás de China, Estados Unidos, Japão, Rússia, Alemanha e Índia.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL1.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="INTERNET BRASIL" border="0" alt="INTERNET BRASIL" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL_thumb1.jpg" width="235" height="222" /></a></p>
<p align="justify">Segundo a comScore, 46,3 milhões de pessoas com mais de 15 acessaram a internet pelo computador de casa ou do trabalho em 2011, um crescimento de 16% em relação a 2010. Acesso à web por celulares e tablets responderam por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.</p>
<p align="justify">O número de horas gastas pelos brasileiros na internet aumentou, sendo que em dezembro de 2011, a média, de acordo com a pesquisa, foi de 26,7 horas on-line, 10% a mais, ou cerca de duas a mais, do que o registrado no mesmo período em 2010.</p>
<p><span id="more-1360"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior, de acordo com a pesquisa. A rede social também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.</p>
<p align="justify">Assistir a vídeos pela web está entre as atividades mais realizadas pelos brasileiros na internet. Em dezembro de 2011, os usuários do país assistiram a mais de 4,7 bilhões de vídeos on-line, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante.</p>
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		<title>Economia brasileira cresce abaixo do potencial, diz BC</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &#34;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&#34; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (29) que a economia brasileira tem crescido abaixo de seu potencial e que estima um &quot;ritmo moderado da atividade econômica doméstica no curto prazo, com tendência de aceleração ao longo deste ano.&quot; Além disso, o BC avalia que as importações estão contribuindo para a contenção dos preços no mercado interno. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia153.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia15" border="0" alt="Economia15" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia15_thumb3.jpg" width="244" height="189" /></a></p>
<p align="justify">&quot;As compras de produtos externos reduz a demanda nos mercados de insumos domésticos e, dessa forma, contribui para arrefecimento de pressões de custos e eventuais repasses para os preços ao consumidor&quot;, informou o documento.</p>
<p align="justify">No Relatório de Inflação, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ano ano e se estabilizar. O BC, de acordo com o documento, prevê crescimento de 3,5% neste ano.</p>
<p><span id="more-1354"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify"><b>Inflação</b></p>
<p align="justify">Ainda segundo o relatório, o BC estima que a inflação deste ano ficará abaixo do centro da meta oficial -de 4,5% pelo IPCA- devido à desaceleração da atividade econômica interna e à maior deterioração do cenário global. Para 2013, no entanto, a autoridade monetária piorou suas estimativas. </p>
<p align="justify">A estimativa é de inflação de 4,4% neste ano pelo cenário de referência -com juros constantes em 9,75% e dólar a R$ 1,75. E, para o ano seguinte, o BC vê agora que o IPCA ficará em 5,2%. No relatório anterior, de dezembro passado, as estimativas tanto para este quanto o próximo ano estavam em 4,7%.</p>
<p align="justify"><b>Juros</b></p>
<p align="justify">No documento, a autoridade monetária voltou a frisar que a taxa Selic vai cair para patamares &quot;ligeiramente acima&quot; de 8,75% ao ano, mínimo histórico que vigorou entre julho de 2009 a abril de 2010, e se estabilizar, como trouxe a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada em meados de março.</p>
<p align="justify">No início de março, o BC acelerou o passo ao reduzir a Selic em 0,75 ponto percentual, para os atuais 9,75% ao ano. Na avaliação do mercado, segundo mostrou a pesquisa Focus, a Selic deve ir a 9% em abril -quando o Copom se reúne novamente.</p>
<p align="justify">O economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, frisou que o aumento da inflação em 2013 indica uma piora da previsão dos preços. Com isso, na avaliação dele, o BC reduz a Selic em abril, mantém a taxa estabilizada até dezembro. &quot;Isso indica uma possível alta do juros em 2013&quot;, afirmou Velho à Reuters.</p>
<p align="justify">Preocupação do governo é estimular a economia</p>
<p align="justify">A grande preocupação do governo é estimular a economia e garantir um crescimento na casa de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Em 2011, a economia brasileira cresceu apenas 2,7%, puxado por um mau desempenho da indústria.</p>
<p align="justify">Para tanto, a equipe da presidente Dilma Rousseff tem deixado claro que vai anunciar mais medidas para acelerar o crescimento da atividade, sobretudo na indústria. Na última sexta-feira, por exemplo, o governo prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca, além de incluir outros setores no benefício.</p>
<p align="justify">O próprio presidente do BC, Alexandre Tombini, afirmou que a economia brasileira vai acelerar em 2012, e ainda mais em 2013. Ele defende que, mesmo assim, a inflação deve convergir para o centro da meta no final deste ano.</p>
<p align="justify">Dados recentes mostram que os preços estão menos pressionados. Por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) -considerado uma prévia da inflação oficial- subiu 0,25% em março, abaixo das expectativas e mostrando uma forte desaceleração ante a alta de 0,53% registrada em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
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		<title>Brasil &#233; visto entre os maiores destinos de investimento</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil será neste ano um dos três maiores receptores de investimentos estrangeiros no mundo, indicou nesta terça-feira um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Na sexta edição, a pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil foi feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil será neste ano um dos três maiores receptores de investimentos estrangeiros no mundo, indicou nesta terça-feira um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia62.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia6" border="0" alt="Economia6" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia6_thumb2.jpg" width="244" height="143" /></a></p>
<p align="justify">Na sexta edição, a pesquisa Monitor da Percepção Internacional do Brasil foi feita com representantes das embaixadas, de empresas do mercado financeiro e membros de câmaras binacionais.</p>
<p align="justify">Conforme o Ipea, 38% dos entrevistados considera que o Brasil estará entre os três maiores receptores de capital estrangeiro.</p>
<p><span id="more-1346"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O estudo não identifica, entretanto, os outros dois possíveis destinos do capital. Em outro ponto da sondagem, para 36% dos pesquisados o Brasil aparece entre os primeiros cinco receptores de investimento estrangeiro no mundo.</p>
<p align="justify">Com relação ao desempenho da economia do país, o estudo do Ipea indica que 33% dos entrevistados considera que neste ano o país crescerá acima de 3,5%, abaixo da meta de 4,5% do Governo.</p>
<p align="justify">A grande maioria, no entanto, rebaixou as previsões oficiais e calculou que a economia brasileira só crescerá 2,5% em 2012.</p>
<p align="justify">O Ipea explicou que a enquete foi realizada entre os dias 21 de fevereiro e 21 de março, período no qual foram consultados analistas de 176 entidades.</p>
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		<title>Desacelera&#231;&#227;o chinesa causaria transtornos em todo o mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O pujante crescimento da economia chinesa tem impulsionado os mercados emergentes e equilibrado os efeitos da crise mundial, que prejudicam os Estados Unidos e a Europa desde 2008. No entanto, dados recentes mostraram uma possível desaceleração do gigante asiático, assustando os investidores de todo o mundo. No início de março, Wen Jiabao, presidente do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O pujante crescimento da economia chinesa tem impulsionado os mercados emergentes e equilibrado os efeitos da crise mundial, que prejudicam os Estados Unidos e a Europa desde 2008. No entanto, dados recentes mostraram uma possível desaceleração do gigante asiático, assustando os investidores de todo o mundo.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia110.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia1" border="0" alt="Economia1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia1_thumb6.jpg" width="244" height="186" /></a></p>
<p align="justify">No início de março, Wen Jiabao, presidente do país, anunciou uma expectativa de crescimento econômico de 7,5%, bem abaixo do especulado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), de 9%. E, na última semana, pesquisa realizada pelo banco HSBC mostrou uma depreciação na atividade industrial do país. Não demorou muito para que as bolsas reagissem com temor e todos os índices da Europa, dos EUA e do Brasil registraram forte queda nos últimos dias.</p>
<p align="justify">A importância econômica da China hoje é indiscutível e se a tendência for confirmada, todos os mercados mundiais, inclusive o Brasil, sofreriam grandes perdas, afirma o economista Pedro Paulo Bastos, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p><span id="more-1343"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">“Porém, é bom frisar que estes novos dados apenas representam uma leve desaceleração do país, que ainda não é muito ameaçadora. As bolsas tendem a reagir de maneira exagerada quando não se tem um direcionamento muito claro. Na Europa ainda se pode ter uma aprofundamento da crise a recuperação dos EUA está lenta, ou seja, a incerteza no geral ainda é grande”, analisa.</p>
<p align="justify"><strong>Conseqüências</strong></p>
<p align="justify">A demanda por commodities, impulsionada pelo crescimento chinês, tem ajudado o Brasil a se fortalecer durante as turbulências internacionais. Com uma desaceleração do gigante asiático, o país perderia o seu grande &quot;comprador&quot; e também sofreria com um déficit na balança comercial.</p>
<p align="justify">Além disso, o aumento brutal na competição ao redor do planeta seria uma das grandes consequencias para as economias, afirma Bastos. Com os mercados internos enfraquecidos, os países em crise tendem a exportar e se utilizar das economias mais estáveis para vender. Caso isto aconteça, a China inundaria o Brasil com seus produtos, desestimulando a produção nacional. </p>
<p align="justify">&quot;(A competição) já está muito complicada em todo mundo, já que as economias internas estão fracas. Só que a China, através do câmbio e das políticas de produção, consegue um preço muito baixo do que os países desenvolvidos, por exemplo&quot;, explica.</p>
<p align="justify"><strong>Indústria brasileira </strong></p>
<p align="justify">O economista José Oreiro, da Universidade de Brasília (UnB), também acredita que uma entrada massiva de produtos chineses no Brasil prejudicaria a indústria nacional, que já caminha para uma possível desaceleração.</p>
<p align="justify">&quot;As recentes medidas do governo visam exatamente fortalecer e proteger a produção do Brasil, que já está perdendo muito competitividade. Uma desaceleração chinesa desestimularia ainda mais a produção brasileira, grande geradora de empregos para o país&quot;, analisa.</p>
<p align="justify">Segundo a Associação Brasileira da Indústria Calçadista (Abicalçados) &quot;os produtos asiáticos entram no país muito mais baratos, e acabam eliminando a competitividade dos calçados nacionais. Várias empresas foram para a Nicarágua, por exemplo, que oferece custos mais baixos&quot;, afirma Elisabeth Rentz, assessora da instituição.</p>
<p align="justify">Em 2011, a Azaléia e a Dakota, grandes nomes do setor, fecharam as portas de fábricas no Rio Grande do Sul. A americana Crocs também fechou sua fábrica brasileira, situada em Sorocaba, no interior de São Paulo. </p>
<p align="justify">Para Rentz, as consequências da desindustrialização &quot;são devastadoras, pois este é o setor que mais emprega na economia. Ou seja, com esta área fraca, o crescimento econômico do país será afetado como um todo&quot;, analisa.</p>
<p align="justify"><strong>Temor é &quot;exagerado&quot;</strong></p>
<p align="justify">Apesar da reação forte dos mercados e o temor perante o futuro chinês, Bastos lembra que o presidente Wen Jiabao anunciou que pretendia fortalecer o mercado interno, melhorando a infra-estrutura do país e aumentando o &quot;bem estar&quot; social dos habitantes.</p>
<p align="justify">&quot;É claro que uma desaceleração chinesa seria extremamente prejudicial, porém o país tem consciência das mudanças que precisam ser feitas para que consigam sustentar o seu crescimento. E, apesar da diminuição, 7,5% ainda é um número muito alto para causar tanto temor&quot;, conclui.</p>
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		<title>Classe C &#233; 54% da popula&#231;&#227;o brasileira em 2011, mostra pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, deixando as classes D e E para fazer parte da classe C. Além disso, 230 mil pessoas saíram da classe C e entraram para as classes mais ricas (A e B). A maior da parte da população (54%) fazia parte da classe C [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No ano passado, 2,7 milhões de brasileiros mudaram o perfil de renda, deixando as classes D e E para fazer parte da classe C. Além disso, 230 mil pessoas saíram da classe C e entraram para as classes mais ricas (A e B).</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia55.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia5" border="0" alt="Economia5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia5_thumb5.jpg" width="244" height="160" /></a></p>
<p align="justify">A maior da parte da população (54%) fazia parte da classe C em 2011, uma mudança em relação ao verificado em 2005, quando a maioria (51%) estava na classe D/E. Um total de 22% dos brasileiros está no perfil da classe A/B, o que também representa um aumento em comparação ao constatado em 2005, quando a taxa era 15%.</p>
<p align="justify">É o que mostra a sétima edição da pesquisa Observador Brasil 2012, feita pela empresa Cetelem BGN, do Grupo BNP Paribas, em parceria com o instituto Ipsos Publics Affairs.</p>
<p><span id="more-1337"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O levantamento indica ainda que a capacidade de consumo do brasileiro aumentou. A renda disponível, ou o montante de sobra dos ganhos, descontando-se as despesas, subiu de R$ 368, em 2010, para R$ 449, em 2011, uma alta de pouco mais de 20%. Na classe C, houve um aumento de 50% (de R$ 243 para R$ 363).</p>
<p align="justify">Enquanto a renda média familiar das classes A/B e D/E ficaram estáveis, na classe C cresceu quase 8%. Mas a pesquisa mostra que em todas as classes houve um aumento da renda disponível, que ultrapassou R$ 1 mil, entre os mais ricos.</p>
<p align="justify">“O aumento da renda disponível em todas as classes sociais indica que houve maior contenção de gastos”, destaca a equipe técnica responsável pela pesquisa.</p>
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		<title>Pol&#237;tica, economia e o Brasil em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre foi questão central na ciência política a demarcação do grau de liberdade subjetiva que líderes, partidos e sociedade têm em relação às condições objetivas ditadas pela economia. Até que ponto carisma, astúcia, habilidade, sensibilidade, capacidade de liderar podem contraditar os sentimentos populares que brotam dos resultados concretos gerados pela economia no cotidiano da população? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sempre foi questão central na ciência política a demarcação do grau de liberdade subjetiva que líderes, partidos e sociedade têm em relação às condições objetivas ditadas pela economia. Até que ponto carisma, astúcia, habilidade, sensibilidade, capacidade de liderar podem contraditar os sentimentos populares que brotam dos resultados concretos gerados pela economia no cotidiano da população? É evidente que a movimentação política dos principais atores em cena não é escrava absoluta dos indicadores econômicos. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia44.png"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia4" border="0" alt="Economia4" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia4_thumb4.png" width="244" height="221" /></a></p>
<p align="justify">Há espaço para a ação criativa e o exercício das virtudes. Senão, a política seria uma tradução pobre e mecânica dos movimentos da economia. Mas é também verdade que a economia determina, em última instância, os humores da população, a popularidade dos governos e, portanto, o ambiente para a governabilidade.</p>
<p align="justify">Lula, inegavelmente, possuía poderoso carisma, mas seus índices de popularidade estavam ligados ao desempenho da economia, fruto das bases erguidas pelo Plano Real, do excepcional momento vivido pela economia mundial e do aumento da renda interna. Socialistas, social-democratas, conservadores, liberais foram varridos do poder pela violenta crise europeia, independentemente do carisma ou da qualidade dos líderes de plantão.</p>
<p><span id="more-1331"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A economia brasileira parece viver novo momento. Enquanto os PIBs de China e Índia em 2011 cresceram, respectivamente, 9,2% e 6,9%, tivemos um desempenho pífio refletido no índice de 2,7%. Um dos piores desempenhos de toda a América Latina. A inflação bateu na trave do limite superior do sistema de meta inflacionária: 6,5%. Isso reflete nossa situação contraditória. Por um lado, os inegáveis avanços obtidos pelos governos FHC e Lula, na estabilização da economia brasileira, no combate à pobreza e na nova inserção do país no mundo globalizado. Por outro, a maior taxa real de juros sobre a face da Terra, custo Brasil nas alturas, taxa de investimento raquítica, câmbio sobrevalorizado, desindustrialização clara.</p>
<p align="justify">Todos sabem que a presidente Dilma não se notabiliza pela habilidade, carisma e experiência política. Registra altos índices de popularidade porque, além de ser uma pessoa séria e honesta, os níveis de consumo e renda continuaram em alta em 2011. A queda de ministros denunciados por corrupção foi transformada em suposta faxina na herança recebida.</p>
<p align="justify">No “presidencialismo de cooptação” em vigor, em que a governabilidade é assegurada pelo “dando que se recebe” envolvendo cargos e verbas orçamentárias, a base de sustentação de Dilma tem revelado insatisfações graves. No PMDB, 53 deputados federais assinaram manifesto com duras críticas ao governo e ao PT. No Senado, a indicação para a direção-geral da ANTT de Bernardo Figueiredo, pessoa diretamente ligada a Dilma, foi negada.</p>
<p align="justify">Maquiavel dizia que o príncipe deveria ter, para um bom governo, sorte e virtude. No governo Dilma, parece que a sorte está virando e a virtude, faltando.</p>
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		<title>Internet na economia brasileira deve alcan&#231;ar R$ 158 bilh&#245;es at&#233; 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo relatório da Boston Consulting Group, a participação da internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016, representando 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país até lá. Já comentamos que em 2010 a economia da internet representou R$ 81 bilhões, ou 2,2% do PIB,o que significa que o número duplicará em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Segundo relatório da Boston Consulting Group, a participação da internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016, representando 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país até lá.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="INTERNET BRASIL" border="0" alt="INTERNET BRASIL" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL_thumb.jpg" width="235" height="222" /></a></p>
<p align="justify">Já comentamos que em 2010 a economia da internet representou R$ 81 bilhões, ou 2,2% do PIB,o que significa que o número duplicará em apenas 6 anos, proporcional ao crecimento que está representando Internet no nosso país.</p>
<p align="justify">São 76 bilhões de dólares referentes a consumo, 21 a investimentos e 8 a gastos do governo. Desse valor, são descontados 16 bilhões de dólares, referentes a exportações.</p>
<div align="justify"><span id="more-1328"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">Boas notícias para o varejo on-line brasileiro, que deverá passar de 15 a 36 bilhões nesse mesmo período.</p>
<p align="justify">Agora apenas falta que o resto do país cresça considerando essa realidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dois em cada 10 produtos industriais vendidos s&#227;o importados</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quase 20% dos produtos industriais vendidos no Brasil no ano passado foram importados, mostra pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta segunda-feira. Entre 2010 e 2011, o aumento no percentual foi de dois pontos percentuais, para 19,8%, o maior valor desde 1996, quando começa a série histórica. Os maiores crescimentos de venda de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Quase 20% dos produtos industriais vendidos no Brasil no ano passado foram importados, mostra pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta segunda-feira.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia1.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia1" border="0" alt="Economia1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia1_thumb.jpg" width="244" height="186" /></a></p>
<p align="justify">Entre 2010 e 2011, o aumento no percentual foi de dois pontos percentuais, para 19,8%, o maior valor desde 1996, quando começa a série histórica.</p>
<p align="justify">Os maiores crescimentos de venda de produtos importados foram nos setores de informática, eletrônicos e produtos ópticos, cujo coeficiente aumentou de 45,4% para 51%, derivados de petróleo e biocombustíveis, de 17,8% para 23,3% e máquinas e equipamentos, de 32,5% para 36,8%.</p>
<p align="justify">&quot;Cada vez mais o consumo pertence aos importados. Isso mostra que o setor industrial vai contribuir cada vez menos para a economia brasileira&quot;, aponta o economista Flavio Castello Branco, da CNI.</p>
<p><span id="more-1135"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A participação de insumos importados na produção industrial brasileira alcançou 21,7% no ano passado, o maior valor da história, segundo a entidade empresarial.</p>
<p align="justify">Em quatro setores a participação dos insumos superou os 40%: informática, eletrônicos e ópticos, metalurgia, farmoquímicos e farmacêuticos e químicos.</p>
<p align="justify"><b>MENOS PARTICIPAÇÃO</b></p>
<p align="justify">Reportagem da Folha em 09 de março mostrou que a participação da indústria no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro recuou aos níveis de 1956. Foi o ano em que o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) deu impulso à industrialização do país ao lançar seu Plano de Metas, que prometia fazer o Brasil avançar &quot;50 anos em 5&quot;.</p>
<p align="justify">No ano passado, a indústria de transformação &#8211;que compreende a longa cadeia industrial que transforma matéria-prima em bens de consumo ou em itens usados por outras indústrias&#8211; representou apenas 14,6% do PIB. O patamar foi menor só em 1956, quando a indústria respondeu por 13,8% do PIB.</p>
<p align="justify">Abatida pelos efeitos da inflação alta e da crise externa, a economia brasileira cresceu apenas 2,7% no ano passado, conforme divulgou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última terça-feira (6).</p>
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		<title>Atividades econ&#244;micas</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Indústria A economia brasileira vai relativamente bem, mas a indústria está praticamente estagnada, castigada por uma série de fatores, tais como a pesada carga tributária (cerca de 50%), juros altos, salários crescentes, burocracia oficial, deficiente infraestrutura e taxa de câmbio adversa. Diante da ameaça de desindustrialização, o Ministro da Fazenda assumiu o comando das iniciativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>Indústria</strong></p>
<p align="justify">A economia brasileira vai relativamente bem, mas a indústria está praticamente estagnada, castigada por uma série de fatores, tais como a pesada carga tributária (cerca de 50%), juros altos, salários crescentes, burocracia oficial, deficiente infraestrutura e taxa de câmbio adversa. Diante da ameaça de desindustrialização, o Ministro da Fazenda assumiu o comando das iniciativas para reverter essa situação. A primeira medida, correta, foi aplicar o IOF de 6% aos ingressos de capital externo de menos de 5 anos, com visível efeito sobre a taxa de câmbio, que já chegou a R$ 1,80 por dólar. Parabéns.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia2.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia2" border="0" alt="Economia2" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia2_thumb.jpg" width="244" height="142" /></a></p>
<p align="justify">A segunda medida constitui um equívoco, qual seja, o de pretender reduzir o peso da carga tributária transferindo a contribuição previdenciária do empregador (e a do empregado?) da folha de pagamento para o faturamento. Essa medida já foi adotada antes, experimentalmente, para um pequeno grupo de empresas, e o resultado foi nulo, possivelmente negativo. Insistir nessa direção é como “mudar o sofá de lugar”.</p>
<p align="justify">A situação da indústria nacional é preocupante. Após permanecer estagnada em 2011 (+0,3%), a produção industrial caiu 2,1% em janeiro/12, segundo o IBGE. Em 2010, o setor havia crescido 10,5%. A produção da indústria automobilística caiu 19,5% nos dois primeiros meses do ano, e a de máquinas agrícolas caiu 6,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior. A produção de petróleo foi recorde em janeiro, com 2,231 milhões de b/d e o consumo de gás cresceu 3,6%. A venda de imóveis novos em São Paulo sofreu queda de 15,3% em 2011, ante 2010.</p>
<p><span id="more-1138"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Associa-se esse baixo crescimento à perda de competitividade. Os custos logísticos no Brasil montam a 20% do PIB, nos Estados Unidos a 12%, na Alemanha 13% (MB Associados).</p>
<p align="justify"><b>Comércio</b></p>
<p align="justify">Segundo a Serasa, as vendas do comércio varejista caíram 0,3% em fevereiro, ante janeiro e 2,0% em janeiro sobre dezembro/11. Em relação a fevereiro/11, houve aumento de 5,1%. O comércio eletrônico, em 2011, registrou um aumento de 26% sobre o ano anterior. No Rio de Janeiro, segundo a Fecomercio-RJ, o faturamento real do comércio cresceu 1,3%, apesar da queda de 0,7% no setor automotivo e 0,5% em semiduráveis.</p>
<p align="justify">O movimento de passageiros e carga, em 2011, nos aeroportos de São Paulo, cresceram 43% e 8%, respectivamente. Também o mercado publicitário registrou expansão de 8,5%.</p>
<p align="justify">A inadimplência está aumentando, nos primeiros meses de 2012. O volume de cheques sem fundo subiu 1,97% no bimestre (Serasa) e o de contas não pagas subiu 2,9% em fevereiro sobre janeiro (SPC). Para o CDL-Rio, o aumento foi de 2,2%. O Banco Central informa que a inadimplência junto aos bancos, em 2011, aumentou 7,3% para pessoas físicas e 3,9% para empresas.</p>
<p align="justify">Pesquisa da CNC indica que a inadimplência do consumidor (PEIC) recuou de 13,7% em fevereiro/11 para 13% em fevereiro/12.</p>
<p align="justify">Ainda segundo a CNC, a confiança do empresário varejista (ICEC) caiu de 2,3% em janeiro e permaneceu estável em fevereiro. Apesar dessa redução, a propensão a contratar é positiva. A intenção de compra dos consumidores classe C subiu de 15%, para 24%, entre janeiro/11 e janeiro/12. O mesmo foi apurado pela Fecomercio-RS, onde o índice de confiança subiu 0,9% em fevereiro.</p>
<p align="justify"><b>Agricultura</b></p>
<p align="justify">Apesar do clima desfavorável, no Sul e no Sudeste, a CNA apurou que em 2011 o PIB do agronegócio aumentou 5,7%, resultado superior aos 3,9% do IBGE.</p>
<p align="justify">Neste início de ano, a seca continua assolando algumas regiões, como a Bahia, onde 75 cidades estão em regime de emergência. Em 2011, o PIB do Rio Grande do Sul registrou alta de 5,7%, sendo 18,8% na pecuária, 30,1% no arroz, 10,9% em soja e 44,9% em fumo. A estiagem do final do ano passado e início deste ano poderá registrar queda do PIB, face à perda nas safras de soja, milho, arroz e feijão.</p>
<p align="justify">O volume total de grãos, no País, deverá cair de 163 milhões de toneladas, na safra 2011, para 160 milhões neste ano.</p>
<p align="justify"><b>Mercado de Trabalho</b></p>
<p align="justify">Segundo o IBGE, a taxa global de desemprego ficou em 5,5%, uma ligeira alta em relação aos 4,7% registrados em dezembro/11, mas ainda, um recorde histórico. O rendimento médio real representou avanço de 0,7% sobre dezembro/11 e 2,7% em relação a janeiro/11.</p>
<p align="justify">O emprego industrial esteve em queda durante praticamente todo o ano 2011, revelando nítida tendência de baixa. Em janeiro, caiu -0,3% em relação a dezembro e -0,5% ante janeiro/11. A folha de pagamentos dos trabalhadores da indústria teve aumento de 5,1% em janeiro sobre dezembro/11, sendo + 6,6% na indústria de transformação e, na contramão, queda de 15,3% na indústria extrativa.</p>
<p align="justify">Segundo o DIEESE, nas sete regiões pesquisadas, a taxa de desemprego subiu de 9,1% em dezembro para 9,5% em janeiro. A indústria paulista, no 1º bimestre, criou 4,5 mil vagas, com contratação de 6,6 mil no setor sucroalcooleiro e dispensa de 4.182 no restante da indústria. Segundo o SEBRAE, 85,9% dos empregos formais em janeiro foram criados por micro e pequenas empresas.</p>
<p align="justify"><b>Setor Financeiro</b></p>
<p align="justify">Pela primeira vez, nos últimos dez anos, o volume de empréstimos bancários caiu -0,2% no mês de janeiro. Ainda assim, cresceu 4,1% nos últimos três meses e manteve um crescimento de 18,4% em 12 meses (48,8% do PIB).</p>
<p align="justify">Segundo declarações do Ministro da Fazenda, faz parte do conjunto de medidas para estimular a economia, em 2012, um reforço à expansão do crédito nos bancos oficiais &#8211; BNDES, CEG e Banco do Brasil -, bem como a continuidade de redução dos juros Selic, que pode cair até 8% ou 8,5%, para alcançar uma inflação de 4,5%. O rendimento das Cadernetas de Poupança poderá perder o adicional da TR.</p>
<p align="justify"><b>Inflação</b></p>
<p align="justify">Após os reajustes tradicionais de janeiro, registrou-se uma desaceleração dos índices de preços em fevereiro, tanto no varejo como no atacado. O índice oficial (IPCA) ainda registrou alta de 0,45%, mas todos os demais índices ficaram abaixo, com destaque para o IPCA/Fipe (-0,07%), o </p>
<p align="justify">IGP-DI/FGV (+0,07%) e o IGP-M/EGU (-0,06%). A taxa de câmbio que havia sofrido uma valorização de 3,58% em dezembro, desvalorizou-se 7,29% em janeiro e regrediu 1,72% em fevereiro. Continua preocupando a inflação no setor Serviços, que subiu a 9,2% em janeiro, contra uma deflação de 1,9% dos bens duráveis de consumo. A tarifa dos hotéis foi reajustada em 11,3%.</p>
<p align="justify">Segundo o DIEESE, em fevereiro, 12 das 17 cidades pesquisadas tiveram queda no índice da cesta básica.</p>
<p align="justify">A queda da Selic para 9,75 vai ajudar no combate à inflação. A próxima parada: 8,5%.</p>
<p align="justify"><b>Setor Fiscal</b></p>
<p align="justify">Ao que tudo indica, a arrecadação tributária continua em ritmo de alta. No Estado de São Paulo, nos dois primeiros meses do ano, a arrecadação subiu 8%, em relação ao mesmo período de 2011.</p>
<p align="justify">O Congresso Nacional continua prejudicando a política fiscal inclusive com gastos de pessoal extemporâneas. Cogita-se, agora, de aumentar o número dos assistentes “técnicos” e até mesmo adotar “cartão de crédito corporativo” para os congressistas. Segundo o Jornal do Commércio de 05/03/2012, os Servidores já têm 14º e 15º salários isentos de impostos de renda.</p>
<p align="justify">O Ministro da Fazenda anunciou para breve uma minirreforma do ICMS, cuja alíquota interestadual seria fixada em 4%.</p>
<p align="justify"><b>Setor Externo</b></p>
<p align="justify">Em manobra nítida de desvalorização da taxa de câmbio, com vistas a defender o setor industrial, o Ministério da Fazenda decidiu impor o IOF de 6% a todas as operações de empréstimos externos contratadas com prazo inferior a 5 anos. As compras no exterior com cartão de crédito serão taxadas com IOF de 6,38%. Há sinais de que o Governo vai tributar com IR os ganhos de estrangeiros na Bolsa. Até agora, os investidores estrangeiros vinham ignorando as intenções do Governo brasileiro, e a entrada de dólares de janeiro a dois de março chegaram a US$ 13 bilhões!</p>
<p align="justify">Segundo noticiário da imprensa, a captação de recursos no exterior, por empresas nacionais, já chegou a US$ 16,8 bilhões, quase metade do total captado em 2011.</p>
<p align="justify">A julgar pelo comportamento das Bolsas de Valores mundiais, o encerramento das negociações com a Grécia produziu efeitos claramente positivos. Um sinal alviçareiro.</p>
<p align="justify">No cenário internacional, são boas as notícias dos Estados Unidos, com melhoria nos índices de emprego e vendas no varejo. Há séria preocupação com a inflação puxada pela alta do petróleo.</p>
<p align="justify">Na Europa, ainda são grandes as incertezas, principalmente em relação a Portugal e Espanha. Mas o quadro das soluções já está desenhado e a ação concreta do BCE restaurou um certo clima de confiança, que estava faltando.</p>
<p align="justify">As atenções continuam concentradas na China, diante do anúncio de uma redução planejada no crescimento do PIB para 7,5% em 2012. Nada significante. Mais negativa é a informação de que a balança comercial chinesa teve um surpreendente déficit de US$ 31,5 bilhões, em fevereiro.</p>
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