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Categoria Arquivos: Economia Brasil 2010

A vontade de consumir do brasileiro


Às portas de mais um período de festas de final de ano, o entusiasmo do brasileiro com os rumos da economia brasileira e o potencial que isso representa na melhoria da situação financeira de muitas famílias podem ser percebidos sem grande esforço.

Ilustrando a tendência, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas, avançou 2,7% de outubro para novembro deste ano. Os 125,4 pontos registrados no mês passado são um recorde para a série histórica do indicador, criado em outubro de 2005. Na apuração, a FGV percebeu que o consumidor está confiante não apenas em relação a sua situação presente, como estima que o cenário seguirá positivo nos próximos seis meses.

Outro indicador positivo, que demonstra melhora no potencial de consumo do brasileiro, foi apurado pelo IBGE. Segundo o instituto, o rendimento médio dos trabalhadores das principais regiões metropolitanas do país atingiu em outubro outro recorde histórico, R$ 1.515,40, maior valor já registrado desde março de 2002, no início da série. A variação em relação ao valor de outubro de 2009 foi de 6,5%. Ante a renda média anotada em setembro passado, o aumento atingiu 0,3%. Mais

PIB da construção civil deve avançar 11% no próximo ano


PIB da construção civil deve avançar 11% no próximo ano o que seria o maior valor em os últimos 24 anos. A informação foi divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, dizendo que o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, que cresceu 13,6% entre janeiro e setembro deste ano, deve avançar 11% no acumulado de 2010.

“Estamos voltando para certa normalidade. Temos gargalos claros. O maior deles é a falta de mão de obra. A velocidade de oferta de mão de obra está menor do que a demanda“, disse Paulo Safady Simão, presidente da CBIC. O setor já contratou 340 mil trabalhadores neste ano.

Segundo o CBIC, a indústria de materiais de construção, que conta com redução de Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para alguns produtos, opera com 87% de sua capacidade instalada (parque fabril). Esses números mostram que o setor está em seu melhor momento em décadas. Mais

Arrecadação do Leão acompanha tendência positiva no rumo da economia


A arrecadação de impostos e de contribuições federais, no mês de novembro, teve queda real (descontada a inflação) de 12,28% em relação ao mesmo mês do ano passado e redução de 10,99% comparado a outubro deste ano, conforme divulgou nesta terça-feira (14/12) o subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil (RFB), Sandro de Vargas Serpa.

Ele ressaltou, no entanto, que o resultado não indica tendência. “Ao contrário, o aumento da arrecadação acompanha o crescimento da economia”. O descompasso, segundo ele, decorre do fato de em novembro de 2009 ter havido depósitos judiciais e recolhimentos de parcelamentos do Refis da crise no total de R$ 13,8 bilhões. Sem essa arrecadação adicional, disse ele, o recolhimento de impostos no último mês teria crescido 7,73%.

A queda em relação a outubro se explica mais facilmente por causa do recolhimento trimestral do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), que ocorre sempre nos meses de abril, julho, outubro e janeiro. Fora desses picos, o mês passado teve a melhor arrecadação mensal do ano, ao recolher R$ 65,509 bilhões a preços correntes, com aumento de 5,26% ante setembro e de 7% sobre agosto. Mais

Petrobras ainda não se decide sobre a entrada na Galp


A Petrobras ainda prossegue sem decisão sobre entrada no capital da portuguesa Galp Energia. Segundo o diretor da área internacional da Petrobras, Carlos Alberto Oliveira, “qualquer coisa nesse sentido, a empresa irá pronunciar-se oportunamente”.

A grande expectativa dos administradores da Galp Energia em relação à possibilidade de entrada da companhia brasileira no capital da empresa portuguesa ainda se mantém.

Em declarações publicas, os diretores da Petrobras disseram que uma posição sobre a entrada da Petrobras será anunciada “oportunamente”. A Petrobras planejou manter em 2011 o mesmo ritmo de crescimento dos últimos anos, isto é ter uma alta de 3,5% e 4% na produção de óleo e gás. O diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, retificou que o atual ano deve fechar com uma média de mais de 2 milhões de barris de óleo por dia. Mais

Anos dourados para o Brasil


A economia brasileira deverá encerrar o ano de 2010 com o maior nível de crescimento econômico das últimas duas décadas, com taxa ao redor de 7,5%. Para que o Brasil atinja essa marca será necessário apenas que o PIB tenha desempenho de 5% no último trimestre do ano quando confrontado com o mesmo período de 2009.

No entanto, para o PIB atingir os 8% projetado pelo governo federal, em especial pelo ministro Guido Mantega, será necessário que o PIB apure desempenho de 7% no último trimestre, fato que não é nenhum desatino, mas com baixa probabilidade de ocorrência considerando que a taxa já está em desaceleração desde o segundo trimestre.

O carro chefe deste crescimento quase-chinês ficará a cargo dos setores industrial e de serviços, ambos apoiados sobre o estímulo fiscal e monetário empenhado pelo governo federal ao longo de 2009 e 2010.

Nesse contexto, o Brasil deverá encerrar o ano de 2010 como a 8ª maior economia do mundo, e já em 2011 deverá ultrapassar com facilidade a Itália e ocupar a 7ª posição, refletindo tanto a debilidade do país europeu como a forte valorização do Real que potencializa o PIB em dólares. Mais

Brasil e dez países reduzirão taxa de importação entre si


Na quarta-feira (15), em Foz do Iguaçu, o Brasil e dez países reduzirão taxa de importação entre si. Trata-se da firma do protocolo da Rodada São Paulo do Sistema Global de Preferências Comerciais entre Países em Desenvolvimento (SGPC).

A nova norma estabelece a redução em 20% das alíquotas de importação de 70% dos produtos negociados dentro do grupo composto pelos países do Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai -, e outros como a Índia, Indonésia, Malásia, Coreia do Sul, Egito, Marrocos e Cuba.

A medida e uma tentativa de abrir mercados e ampliar o comércio entre nações em desenvolvimento. Para o diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, Carlos Márcio Cozendey, o acordo chega para abrir novas oportunidades de comércio para os produtos brasileiros em destinos até então inacessíveis. Mais

Alta do PIB em 2010 sobe para 7,61%


A projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira sofreu leve expansão nesta última semana. De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC), a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 passou de 7,54% para 7,61%. Para o próximo ano, a previsão de expansão foi mantida em 4,50%, pela 53ª semana.

Em relação às apostas para a taxa básica de juros (Selic), os analistas mantiveram as projeções para 2011, em 12,25% ao ano.

Por sua vez, a estimativa de inflação (IPCA) para 2010 subiu para 5,85%, ante 5,78%. Para o próximo ano, a taxa passou de 5,20%, para 5,21%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial deste ano recuou para 10,67%, ante 10,70% na última semana e 11,07% há quatro semanas. Para 2011, a estimativa foi revisada de 5,30% para 5,35%.

A projeção para a taxa de câmbio em 2010 foi finalizada em R$ 1,70, ante R$ 1,71, e para 2011, o prognóstico ficou em R$ 1,75, o mesmo da apuração anterior.

A aposta para o saldo da balança comercial em 2010 recuou para US$ 16,10 bilhões. Enquanto para 2011, manteve-se US$ 8 bilhões. Mais

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