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Categoria Arquivos: Economia Brasil 2009

Brasil pode cortar superavit primario


As contas que deixou o Lula


Depois do passo do Lula pela presidência sua administração deixa para Dilma R$ 57,1 bi de restos a pagar. O estimativo é apenas um primeiro retrato do saldo das contas públicas deixado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A atual presidente Dilma Rousseff recebeu um grande volume ao que nos analistas consideram recorde de contas a pagar do antecessor, que até aqui só recebeu elogios. As contas pendentes de pagamento só em investimentos somam R$ 57,1 bilhões de acordo com um primeiro retrato do saldo das contas públicas deixado no último dia de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O tal saldo dos chamados “restos a pagar” mostra um constrangimento para os gastos do primeiro ano de mandato de Dilma e deverá obrigar a equipe econômica a aumentar o tamanho dos cortes. O governo terá de optar entre quitar contas antigas ou pagar novas despesas autorizadas pelo Orçamento de 2011. Mais

Anos dourados para o Brasil


A economia brasileira deverá encerrar o ano de 2010 com o maior nível de crescimento econômico das últimas duas décadas, com taxa ao redor de 7,5%. Para que o Brasil atinja essa marca será necessário apenas que o PIB tenha desempenho de 5% no último trimestre do ano quando confrontado com o mesmo período de 2009.

No entanto, para o PIB atingir os 8% projetado pelo governo federal, em especial pelo ministro Guido Mantega, será necessário que o PIB apure desempenho de 7% no último trimestre, fato que não é nenhum desatino, mas com baixa probabilidade de ocorrência considerando que a taxa já está em desaceleração desde o segundo trimestre.

O carro chefe deste crescimento quase-chinês ficará a cargo dos setores industrial e de serviços, ambos apoiados sobre o estímulo fiscal e monetário empenhado pelo governo federal ao longo de 2009 e 2010.

Nesse contexto, o Brasil deverá encerrar o ano de 2010 como a 8ª maior economia do mundo, e já em 2011 deverá ultrapassar com facilidade a Itália e ocupar a 7ª posição, refletindo tanto a debilidade do país europeu como a forte valorização do Real que potencializa o PIB em dólares. Mais

Satisfeito o governo brasileiro com o PIB 2009, ainda que foi negativo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vários de seus ministros qualificaram de satisfatório o desempenho da economia brasileira em 2009, alem que registrou uma queda de 0,2% no meio da crise mundial.

O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que em uma reunião com Lula este calcificou de excelente o resultado, considerando os efeitos da crise econômica e financeira mundial.

Em acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2009 o PIB (Produto Interno Bruto) apresentou uma redução de 0,2% em comparação com o ano anterior. Mais

Em 2009 se registrou a primeira queda do PIB Brasileiro em 17 anos.


A economia do Brasil fechou 2009 com uma contração de 0,2%, no que tem sido a primeira queda do produto interno bruto (PIB) desde 1992, quando aconteceu um retrocesso de meio ponto percentual, anunciou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Segundo o organismo estatal, o PIB brasileiro totalizou o ano passado 3,14 bilhões de reais, uns 1,77 bilhões de dólares, no cambio atual, o que significou um PIB per capita, equivalente a 9.263 dólares, um 1,2% inferior ao de 2008, segundo o Instituto.

O resultado e reflexo do impacto da crise financeira global nos primeiros meses de 2009, mas os dados do quarto trimestre demonstram que o país já recuperou o seu processo de escalada econômica, segundo as declarações do ministro da fazenda Guido Mantega. Mais

A economia do Brasil cresceu 2% no quarto três meses do ano de 2009


Segundo dado oficial, se remarca desta forma a firme recuperação do país. A economia do Brasil, cresceu sobre a linha do esperado nos últimos três meses de 2009, o que remarcou a firme recuperação do país, segundo se vê nos dados oficiais.

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu um 2% no quarto trimestre perante o terceiro. No final do ano, se chega ao resultado que a economia global decresceu um 0,2%, como tinham projetado vários especialistas econômicos.

O gasto de capital no que diz respeito do terceiro trimestre subiu um 6,6%, entanto que o consumo familiar aumento um 1,9%. Mais

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