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Brasil e China: Dois gigantes tentam equilibrar disparidades


Brasília (Prensa Latina) Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e concordaram em equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus nexos estratégicos em diversas esferas.

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O palco propício para esse diálogo foi a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Acordo e Cooperação (Cosban), efetuada em Brasília, copresidida pelo vice-presidente do Brasil, Michel Temer, e o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan.

Dados oficiais refletem que desde 2009 a China é o primeiro sócio comercial do Brasil e a principal fonte de novos investimentos no gigante sul-americano. Precisam que em 2011, o intercâmbio comercial totalizou 77,1 bilhões de dólares, dos quais 44,3 bilhões corresponderam a exportações brasileiras e 32,8 bilhões a importações chinesas.

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Classe C vai sustentar um aumento de 40% do PIB até 2020


A classe média será a principal responsável por sustentar um crescimento acumulado de 40% do PIB da economia brasileira até 2020, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgada nesta quarta-feira. O estudo, “A evolução da classe médio e seu impacto no varejo”, considera como classe média, ou classe C, as famílias com renda mensal entre 1,4 mil e 7 mil reais.

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Para a instituição, o crescimento do poder aquisitivo da população ficará mais evidente nos próximos anos, principalmente nas classes baixas. A renda per capita da população, que em 2010 era de 19.342 reais, deve crescer 30% nas classes A (famílias com rendimento mensal acima de 11 mil reais) e B (entre 7 mil e 11 mil reais) e 50% nas demais.

A classe C, que hoje representa 54% da população e responde por 51% da renda, deve ter consumo equivalente ao das classes A e B somadas em 2015. O consumo familiar no Brasil, estimado em 2,34 trilhões de reais em 2011, deve chegar a 3,53 trilhões em 2020 e representar 65% do PIB.

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Preocupa a Desindustrialização do Brasil


O artigo “A economia segundo Bresser-Pereira“, do articulista convidado Ricardo Galuppo, destacou a preocupação do ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira com a atual conjuntura da economia brasileira.

Economia5Galuppo destacou “a prolongada valorização do real e a perda de competitividade da indústria” como fatores preocupantes. O jornalista comentou a análise de Bresser-Pereira, ainda que discordando do economista quanto à criação de mais um imposto que contenha a entrada de dólares no país (sobre a exportação de commodities).

O articulista apontou uma urgente necessidade de desenvolvimento industrial que consiga motivar a manufatura nacional sem colocar em risco a abertura do mercado para a importação. Segundo ele, a questão não é unicamente cambial: “a taxa de emprego continua sendo um pilar importante de ativação do mercado interno”. Mais

Brasil será 7ª economia mundial apenas em 2050


O Brasil será a sétima economia mundial em 2050, de acordo com estudo “O Mundo em 2050”, feito pelo banco HSBC. Nos próximos quarenta anos, uma vez que a projeção foi feita com números referentes a 2010, o Brasil deve crescer a um ritmo mais acelerado do que os países desenvolvidos, o que deve alçá-lo a um novo posto no ranking.

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A projeção se baseia em um modelo que considera fundamentos como o Produto Interno Bruto (PIB), a renda per capita, segurança jurídica, democracia, escolaridade e o crescimento populacional.

O estudo destaca que, entre 1986 e 1994, o Brasil conviveu com taxas de inflação acima de 500% e afirma que o controle da inflação foi o ponto de reversão na história recente do País. “Tal foi essa reversão em sua gestão econômica que agora o País está taxando o investimento estrangeiro para impedir o fluxo de capital”, cita o estudo.

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Economia brasileira pode sobrepor a França antes de 2015, prevê Mantega


O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que nos próximos quatro anos o Brasil poderá desbancar a França e se tornar a quinta maior economia do mundo, antes do que prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional).

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“A previsão do FMI é que em 2015 o Brasil será a 5ª economia do mundo, ultrapassando a França. Acho que 2015 está bom, mas acho que pode ser um pouco antes”, disse Mantega durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

Projeções do CEBR (sigla em inglês para Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios) divulgado na segunda-feira (26) mostra que o Brasil deve terminar o ano como a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido.

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Crescimento do País é o segundo pior desde 2004


O crescimento da economia brasileira esfriou em 2011. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, o avanço foi de apenas 2,6%. É a segunda menor taxa anual de crescimento desde 2004. O pior resultado foi em 2009 com a queda de 0,3% do PIB.

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O economista da empresa, Luiz Rabi, lembra que em novembro já havia a expectativa que o País crescesse menos do que 3%. Até porque, a economia foi marcada por dois momentos bem diferentes. No primeiro semestre cresceu 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior por conta dos resquícios positivos do ano de 2010, quando o País cresceu 7,5% impulsionado pelo aumento da renda dos brasileiros, que engrandeceram seu poder de compra. Já no segundo semestre o ritmo de expansão foi freado e o Brasil avançou só 1,5%.

As estatísticas já indicavam cenário de estagnação. No quarto trimestre de 2011, o crescimento foi de apenas 0,9%, em relação ao mesmo período de 2010. “O aumento da taxa básica de juro, até agosto produziu efeitos defasados na economia”, comenta Rabi.

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Economia brasileira cresce 2,6% em 2011, diz Serasa


A economia brasileira se expandiu em 2,6% no ano passado na comparação com 2010, segundo levantamento da Serasa Experian divulgado nesta sexta-feira (24). A agropecuária alavancou o resultado, enquanto a indústria foi a exceção dos setores e teve desempenho razoável.

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O resultado do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todas as riquezas de uma nação) brasileiro no ano passado é o segundo pior desde 2004, atrás apenas da retração de 0,3% registrada em 2009 – ano mais agudo da crise financeira internacional.

Os economistas da entidade explicam que 2011 teve dois momentos distintos, com o primeiro semestre influenciado pelo ótimo resultado de 2010 e a segunda metade com crescimento mais tímido, sobretudo por causa dos juros altos e do agravamento da crise econômica mundial.

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