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	<title>Economia Brasil &#187; Desemprego</title>
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		<title>Internet na economia brasileira deve alcan&#231;ar R$ 158 bilh&#245;es at&#233; 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo relatório da Boston Consulting Group, a participação da internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016, representando 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país até lá. Já comentamos que em 2010 a economia da internet representou R$ 81 bilhões, ou 2,2% do PIB,o que significa que o número duplicará em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Segundo relatório da Boston Consulting Group, a participação da internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016, representando 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país até lá.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="INTERNET BRASIL" border="0" alt="INTERNET BRASIL" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/INTERNET-BRASIL_thumb.jpg" width="235" height="222" /></a></p>
<p align="justify">Já comentamos que em 2010 a economia da internet representou R$ 81 bilhões, ou 2,2% do PIB,o que significa que o número duplicará em apenas 6 anos, proporcional ao crecimento que está representando Internet no nosso país.</p>
<p align="justify">São 76 bilhões de dólares referentes a consumo, 21 a investimentos e 8 a gastos do governo. Desse valor, são descontados 16 bilhões de dólares, referentes a exportações.</p>
<div align="justify"><span id="more-1328"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">Boas notícias para o varejo on-line brasileiro, que deverá passar de 15 a 36 bilhões nesse mesmo período.</p>
<p align="justify">Agora apenas falta que o resto do país cresça considerando essa realidade.</p>
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		<title>Rea&#231;&#227;o coerente da economia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico. A redução da taxa básica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia3.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="80433-271" border="0" alt="80433-271" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia3_thumb.jpg" width="244" height="174" /></a></p>
<p align="justify">A redução da taxa básica de juros (Selic) vai proporcionar uma significativa economia de gastos do Tesouro Nacional, com o menor pagamento dos juros sobre a dívida pública, abrindo espaço para que sejam aumentados os investimentos na infraestrutura. Por outro lado, taxas de juros mais baixas podem influir na expansão do crédito, mola mestra do financiamento ao consumo das famílias e dos investimentos privados. Durante o corrente ano, a questão fundamental passa a ser o cuidado para que a inflação não fuja ao controle.</p>
<p><span id="more-1141"></span>
<p align="justify">É importante, agora, avançar na direção apontada pela Presidente Dilma e pelo Ministro Mantega, no sentido de impedir o excessivo ingresso de recursos externos especulativos, provenientes do tsunami de liquidez originário dos Estados Unidos e da Europa. É imperioso administrar a taxa de câmbio visando impedir uma valorização artificial do real, com as consequências negativas que vem tendo sobre a indústria nacional. O Ministério da Fazenda precisa pôr em prática o arsenal de medidas que diz possuir.</p>
<p align="justify">De resto, tudo indica uma consistência maior entre a política fiscal e a política monetária, distribuindo eficientemente a responsabilidade do controle da inflação. É aí que mora o perigo.</p>
<p align="justify"><b>POLÍTICA ECONÔMICA</b></p>
<p align="justify">O objetivo maior da política econômica é alcançar uma taxa elevada e sustentável de crescimento com baixo nível de desemprego. Para alcançar esse objetivo, duas condições fundamentais são necessárias: 1) assegurar a estabilidade monetária, interna e externa, assim como a higidez do sistema financeiro, tarefa confiada principalmente ao Banco Central; e 2) alcançar um sustentável equilíbrio nas contas públicas, visando a execução de uma política próxima do déficit fiscal zero.</p>
<p align="justify">Nesse contexto, cabe ao Banco Central controlar a expansão do crédito e da liquidez e ao Ministério da Fazenda, com a participação de todo o Governo, promover o equilíbrio fiscal, em atuação conjunta, para que se cumpra o objetivo da política econômica.</p>
<p align="justify">De um modo geral, a expansão do crédito e o equilíbrio fiscal condicionam a demanda agregada, inclusive o comportamento da taxa de câmbio e o equilíbrio do Balanço de Pagamentos. Nesse conjunto de atribuições, não cabe ao Banco Central mostrar autonomia ou independência, mas sim, competência. Para tanto, é imperioso que haja uma atuação harmônica, principalmente para evitar que o Governo central pratique uma política monetária paralela, expandindo arbitrariamente os empréstimos dos bancos oficiais, a taxas de juros dissociadas da política monetária do Banco Central. A expansão incontrolada do crédito traz, inexoravelmente, dívidas excessivas, que geram crises. Daí, a importância da regulação prudencial do sistema financeiro. Os políticos, de um modo geral, não aceitam esse condicionamento que, alegam, subordinaria o Governo ao Banco Central. Esse é um raciocínio equivocado, pois, como é óbvio, trata-se de dar consistência à política econômica. No fundo, cabe reconhecer que a política monetária não é um fim em si mesma, mas uma peça fundamental para, através da estabilidade do poder de compra da moeda e da higidez do sistema financeiro, atingir o objetivo do crescimento econômico e do emprego.</p>
<p align="justify"><b>VOTO DE CONFIANÇA</b></p>
<p align="justify">A economia brasileira vai bem. A despeito da longa estagnação da economia americana e europeia, não há nada, a curto prazo, que possa abalar a situação atual da economia nacional.</p>
<p align="justify">Em 2008, o PIB brasileiro cresceu 5,2%, beneficiado pela expansão do comércio exterior, com expansão de 23,2% das exportações e 43,1% das importações. Em 2009, caiu 0,3%, frente à crise mundial iniciada nos Estados Unidos, que provocou a retração do comércio internacional, com queda de 22,7% em nossas exportações. Em 2010, as medidas anticíclicas, tais como a redução do IPI para o consumo de eletrodomésticos e automóveis, a expansão do crédito e dos financiamentos imobiliários, promoveram uma expansão do PIB de 7,5%. Na medida em que esses incentivos foram reduzidos ou extintos, o crescimento econômico caiu para 2,7%, em 2011, puxado para baixo pela indústria de transformação, que veio caindo há nove meses.</p>
<p align="justify">Este ano de 2012 pode ensejar alguma recuperação. Mas ao mesmo tempo em que se observa uma expectativa otimista dos consumidores e dos empresários, há uma sensação pessimista entre os analistas de que a economia brasileira está travada e não consegue crescer mais do que 3%. É possível que 2012 repita a mesma performance de 2011. A nosso ver isso não é mau, pois a população brasileira não precisa mais do que isso para melhorar o padrão de vida, quando se sabe que o crescimento da população caiu para apenas 0,87% entre 2011 e 2012.</p>
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		<title>&#205;ndice de Expectativas das Fam&#237;lias registra queda em fevereiro</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O otimismo das famílias brasileiras em relação à economia brasileira diminuiu em fevereiro, segundo levantamento divulgado hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF), medido mensalmente pela instituição, ficou em 67,2 pontos, depois de registrar 69 pontos em janeiro. Em fevereiro de 2011, o IEF havia atingido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O otimismo das famílias brasileiras em relação à economia brasileira diminuiu em fevereiro, segundo levantamento divulgado hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF), medido mensalmente pela instituição, ficou em 67,2 pontos, depois de registrar 69 pontos em janeiro. Em fevereiro de 2011, o IEF havia atingido 65,3 pontos.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia7.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia7" border="0" alt="Economia7" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia7_thumb.jpg" width="222" height="244" /></a></p>
<p align="justify">O índice varia de 0 a 100 pontos, sendo que, quanto mais alta a pontuação, maior o otimismo. A pesquisa é realizada em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação.</p>
<p align="justify">Os resultados regionais, no entanto, revelam discrepâncias. Nas regiões Sudeste (de 68,5 para 68,8 pontos) e Norte (de 62,1 para 62,9 pontos) houve aumento no otimismo das famílias; enquanto o Centro-Oeste (de 84,8 para 73,3 pontos), Nordeste (de 66,7 para 63,9 pontos) e Sul (de 71 para 66,6 pontos) apresentaram diminuição.</p>
<p align="justify">De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ainda não é possível avaliar se o resultado de fevereiro representa um movimento sazonal, em consequência de uma acomodação nas expectativas das famílias, ou se o grau de otimismo iniciou uma nova fase de retração.   <br clear="all" /></p>
<p><span id="more-1153"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">“Não sabemos avaliar se é apenas uma acomodação na expectativa ou se reflete uma mudança mais ampla que levaria às famílias a ter menor expectativa em relação às suas compras, à sua avaliação orçamentária. Somente nos próximos meses será possível fazer uma avaliação mais precisa”, destacou, acrescentando que “de todo modo, as expectativas ainda são consideráveis”.</p>
<p align="justify">Ele lembrou que a alta no otimismo observada no final do ano passado foi puxada por medidas implementadas pelo governo, como o pacote de desoneração fiscal, a redução das taxas de juros, além do anúncio de correção no salário mínimo. Segundo Pochmann, no entanto, essas medidas já não estão sendo suficientes para elevar as decisões de gastos das famílias neste início de ano.</p>
<p align="justify">“O comportamento das famílias para ser mais ativo no comportamento geral do país dependerá de novidades. Aquelas decisões tomadas até agora foram suficientes para manter o ciclo de expansão das expectativas no ano passado, mas aparentemente não são mais suficientes para manter a expectativa de elevação nas decisões de gastos das famílias”, disse</p>
<p align="justify">O presidente do Ipea ressaltou, ainda, que continua diminuindo o número de famílias endividadas. Segundo o levantamento, 56,4% dos entrevistados informaram não ter dívidas, contra 57,1% no mês anterior. Além disso, embora em queda, ainda é grande o percentual de famílias que consideram o momento atual favorável à compra de bens de consumo duráveis. Em fevereiro, 58,6% dos entrevistados fizeram essa avaliação, contra 64,4% em janeiro.</p>
<p align="justify">De acordo com Pochmann, a segurança no mercado de trabalho pode ser considerada a “peça-chave” para entender o otimismo das famílias. “Grande parte dos ocupados entende que há segurança em suas colocações, embora elas não ofereçam ascensão profissional e salarial.”</p>
<p align="justify">Segundo o levantamento, 78,6% das famílias disseram ter boas expectativas sobre a segurança do responsável pelo domicílio no emprego; e 75,8% delas fizeram a mesma declaração em relação à segurança no emprego dos demais membros da família.</p>
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		<title>Turismo no Mercosul cresce no ritmo da economia brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com um crescimento impulsionado pelo bom momento da economia brasileira, o Mercosul faturou mais de US$ 15 bilhões em turismo durante em 2011, informaram seus representantes durante a realização da Bolsa Internacional do Turismo (ITB) de Berlim, uma das feiras mais importante do setor. Em 2011, o Brasil recebeu 5,4 milhões de turistas e somou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Com um crescimento impulsionado pelo bom momento da economia brasileira, o Mercosul faturou mais de US$ 15 bilhões em turismo durante em 2011, informaram seus representantes durante a realização da Bolsa Internacional do Turismo (ITB) de Berlim, uma das feiras mais importante do setor.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia8.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia8" border="0" alt="Economia8" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia8_thumb.jpg" width="244" height="243" /></a></p>
<p align="justify">Em 2011, o Brasil recebeu 5,4 milhões de turistas e somou mais de US$ 6,7 bilhões, uma quantia que representa 3,3% do PIB nacional. Os brasileiros também são os principais turistas dos países do Mercosul e, pela primeira vez, do Chile.</p>
<p align="justify">Esse fator acompanha &#8216;os resultados das políticas econômicas e sociais que permitem a população desfrutar de uma economia estável, com o aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas e com a incorporação de elementos que antes o brasileiro não consumia, como as viagens ao exterior e também dentro do país&#8217;, disse à agência Efe Marcelo Pedroso, diretor de mercados internacionais do Ministério do Turismo.</p>
<p><span id="more-1156"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A Argentina, por sua vez, alcançou US$ 6 bilhões e fez do turismo sua terceira indústria mais importante, sustentando 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2011, o país recebeu 5,7 milhões visitantes estrangeiros, o que representa um crescimento de 8% em relação a 2010.</p>
<p align="justify">Já no Uruguai, onde o turismo representa quase 7% do PIB, o ano de 2011 registrou um faturamento de US$ 2,2 bilhões, situando-se acima dos 1,6 bilhões que computa a tradicional indústria da carne bovina.</p>
<p align="justify">&#8216;O ano de 2011 foi histórico em termos de visitas, já que registramos a entrada de 3 milhões de turistas. Agora, estamos trabalhando para chegar em 4 milhões em 2014&#8242;, explicou à Efe Cristóbal Luna, gerente de Planejamento e Desenvolvimento de Prochile, a agência de turismo do país, que explicou que o número de visitantes aumentaram 16% durante o último ano.</p>
<p align="justify">O turismo é a terceira indústria exportadora mais importante do Chile, representa 3,2% do PIB e segue em crescimento.</p>
<p align="justify">Entre janeiro e fevereiro de 2012, o Chile foi visitado por quase 900 mil turistas estrangeiros, superando em 18% os índices de 2011.</p>
<p align="justify">Para atender a crescente demanda do mercado, a capacidade hoteleira entre os países do bloco foi triplicada, acompanhada da abertura da concorrência no mercado aéreo local, da redução da carga tributária dos cruzeiros.</p>
<p align="justify">Paraguai é o destino menos visitado pelos viajantes do Mercosul, embora também tenha registrado uma alta. &#8216;Este ano ocorreu uma espécie de fenômeno muito interessante. O Paraguai foi utilizado como corredor, já que muitos turistas que partiam para a Argentina e para o Brasil acabaram ficando alguns dias em Assunção&#8217;, informou à Agência Efe Liz Cramer, ministra de Turismo do Paraguai.</p>
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		<title>Desempenho da economia &#233; puxado pela demanda dom&#233;stica</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O desempenho da economia brasileira em 2011 seguiu o padrão dos últimos anos. Mais uma vez a atividade foi puxada pela demanda doméstica, principalmente o consumo das família. Já o setor externo afetou negativamente o PIB (Produto Interno Bruto) devido ao aumento das importações de bens e serviços. Se o PIB fosse medido apenas pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O desempenho da economia brasileira em 2011 seguiu o padrão dos últimos anos. Mais uma vez a atividade foi puxada pela demanda doméstica, principalmente o consumo das família. Já o setor externo afetou negativamente o PIB (Produto Interno Bruto) devido ao aumento das importações de bens e serviços.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia9.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia9" border="0" alt="Economia9" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia9_thumb.jpg" width="244" height="205" /></a></p>
<p align="justify">Se o PIB fosse medido apenas pela demanda doméstica, teria crescido 3,4%, apontam dos dados do IBGE. Mas como o setor externo deu uma contribuição negativa para o PIB de 0,7%, ele fechou o ano com alta de 2,7% apenas.</p>
<p align="justify">O consumo das famílias aumentou 4,1% em 2011, após alta de 6,9% em 2010. Apesar de ter sido o oitavo ano seguido de expansão, esse crescimento é o menor desde 2003, quando a demanda desse grupo havia crescido 3,8%. Ainda assim, trouxe um importante contribuição para a expansão da economia, pois o consumo das famílias responde por 60% do PIB brasileiro.</p>
<p><span id="more-1159"></span>
<p align="justify">&quot;Quem sustenta efetivamente o crescimento do país é a demanda interna&quot;, observa o coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Roberto Olinto.</p>
<p align="justify">Olinto destacou que boa parte do aumento das importações se deve à compra de insumos industriais no exterior como produtos químicos, máquinas e equipamentos, material eletrônico e equipamentos de comunicação, e peças e acessórios para veículos. Já entre os bens de consumo, houve grande aumento da importação de automóveis.</p>
<p align="justify">No ano passado, segundo o IBGE, a importação de bens e serviços cresceu 9,7%, enquanto a exportação subiu menos, 4,5%.</p>
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		<title>Economia aquecida exige maior especializa&#231;&#227;o de fornecedores</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A economia brasileira segue em boa fase. Notícia preocupante: as novas empresas que chegam ao mercado procuram fornecedores qualificados, mas com frequência percebem que são difíceis de encontrar em determinados nichos &#8211; ou por deficiência de capacitação ou porque os &#34;bons&#34; são exclusivos de determinados clientes ou não têm capacidade de atender a novas clientelas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A economia brasileira segue em boa fase. Notícia preocupante: as novas empresas que chegam ao mercado procuram fornecedores qualificados, mas com frequência percebem que são difíceis de encontrar em determinados nichos &#8211; ou por deficiência de capacitação ou porque os &quot;bons&quot; são exclusivos de determinados clientes ou não têm capacidade de atender a novas clientelas. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia10.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia10" border="0" alt="Economia10" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia10_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">Como no mundo dos negócios não existe problema que não resulte em oportunidades de atuação, o fornecedor que visa a expansão tem a chance de abrir um novo campo junto a esses atores. Antes de se animar com a possibilidade, ele deve tomar certas precauções. Afinal, o risco de investir em mudanças de sua linha de produção e se tornar dependente de clientes com negócios mal estruturados pode fazê-lo descobrir mais tarde que se aliou a um mau pagador. </p>
<p align="justify">Para Kelly Sanches, gerente de Atendimento Coletivo e Indústria do Sebrae Nacional (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o País vive um momento pautado por grandes empreendimentos ligados ao PAC II, à Copa do Mundo de 2014, à exploração do Pré-Sal e às Olimpíadas de 2016. Segundo a executiva, o Sebrae tem trabalhado junto a fornecedores que precisam se capacitar para atender a grandes compradores, como a Petrobras, a mineradora Vale e a fabricante de aços longos Gerdau. </p>
<p><span id="more-1162"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Segundo Daniella Pailo Saito, gerente de Novos Negócios da Fast &amp; Food, empresa da área de logística e desenvolvimento de produtos, o mercado de alimentos também está crescendo e exigindo uma produção mais diferenciada. &quot;Esse tipo de demanda tende a aumentar. Com a profissionalização do mercado, a rede de franquias e mesmo o comprador vão querer um produto cada vez mais específico&quot;. Segundo ela, mesmo marcas estabelecidas como o McDonald&#8217;s têm sempre uma preocupação em criar e lançar novas linhas. </p>
<p align="justify">&quot;A melhoria da competitividade das grandes empresas passa pela adequação dos fornecedores aos requisitos de qualidade e produtividade. É comum ocorrerem essas mudanças quando se tem interesse em ajustar a oferta aos requisitos da demanda&quot;, comenta Sanches. </p>
<p align="justify"><b>Vender mais e vender melhor</b></p>
<p align="justify">Para Samy Dana, professor de finanças da FGV-São Paulo, ampliar o leque de produtos oferecidos também é essencial para empresas que querem aumentar a margem de lucro. &quot;Cimento, por exemplo, tem baixo valor agregado. Às vezes, é interessante uma empresa da área abrir o leque de produtos para também vender argamassa&quot;, explica. </p>
<p align="justify">Daniella Saito diz que as mudanças de um produto podem ter diferentes escopos. &quot;Desde a adaptação de uma embalagem para facilitar a rodagem do produto numa rede de fast-food até a mudança da receita de uma lasanha para dar ao cliente algo diferente&quot;, exemplifica. </p>
<p align="justify">Segundo Dana, também é possível fazer o caminho inverso, saindo de um nicho específico de mercado para atuar numa área mais ampla &#8211; mesmo que com menor valor agregado. &quot;A empresa pode também sair do premium, perder margem, mas ganhar volume. As estratégias não devem ser estáticas&quot;, diz. </p>
<p align="justify">Uma dificuldade que Daniella Saito aponta reside na comunicação entre o fornecedor e o comprador. &quot;A indústria olha o interesse dela como produtora em massa, e a loja não quer consumir um produto de prateleira e sim um produto diferenciado. Um quer vender abobrinha, o outro quer comprar chuchu&quot;. Para ela, nesses casos a solução é que os dois cedam em parte e encontrem um equilíbrio entre aquilo que o fornecedor já está apto a produzir e o nível de personalização que o comprador deseja. </p>
<p align="justify">Mas, com frequência, a adaptação é delicada e pode esbarrar em problemas com logística, tecnologia e qualidade. &quot;Pode haver dificuldades tanto técnicas quanto culturais e políticas&quot;, afirma a gerente da Fast &amp; Food. </p>
<p align="justify"><b>Riscos</b></p>
<p align="justify">Para Daniella, algo imprescindível na hora de adaptar a linha de um fornecedor para uma empresa é que ambos atuem como parceiros. &quot;É um trabalho de médio a longo prazo. Se a empresa foca muito no imediatismo, não funciona. Deve entender que se trata de uma relação do tipo ganha-ganha.&quot; </p>
<p align="justify">Ela diz já ter acompanhado casos de fornecedores que se deram mal com a mudança, avaliando erroneamente que seriam capazes de cobrir preços demasiadamente baixos exigidos pelo comprador. &quot;Achavam que poder iam arcar com os custos e, ao mesmo tempo, não queriam perder o que parecia uma boa oportunidade &#8211; com o cliente pressionando cada vez mais&quot;, lembra. </p>
<p align="justify">De acordo com a executiva, o risco é agravado pelo fato de que muitos novos compradores ainda se encontram em processo de profissionalização. &quot;É importante buscar referências sobre com quem se está lidando a fim de saber se ele vai ser capaz de pagar pelo produto no final do processo&quot;, recomenda. </p>
<p align="justify">Um outro risco é o de se formatar focando demasiadamente em um comprador específico. Nesse caso, o fornecedor terá pouquíssimo poder de barganha &#8211; e poucos lugares para escoar o estoque, caso o comprador passe por dificuldades. </p>
<p align="justify">Dana cita o caso do setor de autopeças brasileiro, em que muitas empresas vendem peças exclusivamente para poucas grandes montadoras. &quot;Nesse sentido, são muito dependentes delas&quot;, afirma. </p>
<p align="justify">Kelly Sanches, do Sebrae, recomenda que o fornecedor não se atenha a apenas uma empresa no caso de promover uma reestruturação ampla do negócio. &quot;A mudança não deve ser pensada apenas em relação a um comprador, mas sim ao mercado existente e potencial. Nesse processo, é importante observar a política de compras das empresas e se adequar às exigências e aos requisitos de fornecimento&quot;, diz.</p>
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		<title>Brasil e China: Dois gigantes tentam equilibrar disparidades</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília (Prensa Latina) Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e concordaram em equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus nexos estratégicos em diversas esferas. O palco propício para esse diálogo foi a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Brasília (Prensa Latina) Brasil e China, dois dos gigantes da economia mundial atual, puseram suas cartas sobre a mesa e concordaram em equilibrar as disparidades do comércio bilateral, e ao mesmo tempo fortalecer ainda mais seus nexos estratégicos em diversas esferas.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia51.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia5" border="0" alt="Economia5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia5_thumb1.jpg" width="244" height="160" /></a></p>
<p align="justify">O palco propício para esse diálogo foi a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Acordo e Cooperação (Cosban), efetuada em Brasília, copresidida pelo vice-presidente do Brasil, Michel Temer, e o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan.</p>
<p align="justify">Dados oficiais refletem que desde 2009 a China é o primeiro sócio comercial do Brasil e a principal fonte de novos investimentos no gigante sul-americano. Precisam que em 2011, o intercâmbio comercial totalizou 77,1 bilhões de dólares, dos quais 44,3 bilhões corresponderam a exportações brasileiras e 32,8 bilhões a importações chinesas.</p>
<p><span id="more-1169"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">As estatísticas mostram que o superávit comercial do Brasil com a China em 2011, crescente a 11,5 bilhões de dólares, equivale a 38 por cento de saldo positivo total da balança comercial nacional.</p>
<p align="justify">Tal relação e nível de comércio não pode, então, ser desprezada, muito menos neste momento em que as potências econômicas do mundo, Estados Unidos e as pertencentes à União Europeia, atravessam a pior crise financeira desde 1929. Para muitos analistas a presente é ainda mais grave que aquela.</p>
<p align="justify">Prova irrefutável da importância que concede Brasília a seus laços com Beijing foi dada pela própria presidente Dilma Rousseff ao escolher o gigante asiático como destino de sua primeira viagem a um país fora do âmbito regional, em abril de 2011, a três meses e dias de se ter convertido na primeira mulher em comandar os destinos desta nação sul-americana. Mas, como em todo nexo entre dois colossos, existem diferenças a equilibrar e para isso precisamente viajou Qishan ao Brasil, acompanhado de uma extensa delegação de servidores públicos e de empresários chineses, interessados em incrementar ainda mais a presença de Beijing no gigante sul-americano.</p>
<p align="justify">Em conferência de imprensa conjunta no Palácio de Itamaraty, onde se realizou a reunião da Cosban, Temer e Qishan coincidiram na necessidade de fortalecer os nexos bilaterais e trabalhar para diversificar ainda mais o comércio, os investimentos e a cooperação em diversas esferas, bem como incrementar a coordenação nas reuniões internacionais.</p>
<p align="justify">Sobre os vínculos comerciais bilaterais, Temer apontou o interesse brasileiro de incrementar as exportações de carnes (avícola, de porco e bovina) e de produtos manufaturados, uma vez que atualmente 80 por cento dos envios de Brasília a Beijing são básicos: soja, ferro e petróleo.</p>
<p align="justify">Também, prosseguiu, solicitamos à parte chinesa que coloque no centro de sua atenção nosso desejo de uma regulação voluntária de suas exportações para o Brasil, pois estamos preocupados com o aumento em massa e indiscriminado de produtos chineses no mercado brasileiro&quot;.</p>
<p align="justify">Nesta mesma semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, foi mais explícito e indicou que o governo brasileiro pediu a seu par chinês que reduza voluntariamente suas exportações de produtos como têxteis, calçados e eletrônicos, a fim de proteger a indústria nacional.</p>
<p align="justify">Não obstante a petição, Temer expressou sua segurança de que a segunda Cosban incrementará ainda mais as relações entre os dois países e revelou a conformidade de ambas partes de realizar este tipo de encontro anualmente e não bienal como se projetou de início.</p>
<p align="justify">Por seu lado, Qishan manifestou a necessidade de que Beijing e Brasília reforcem a colaboração bilateral e trabalhem de maneira conjunta contra o protecionismo, bem como pelo sucesso das cúpulas dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), do G-20 -as principais 20 economias do mundo- e da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.</p>
<p align="justify">Destacou que os dois países avaliaram positivamente os resultados da cooperação nas áreas econômico-comercial, investimentos, financeira, ciência, cultura, educação, tecnologia, turismo e esportes e manifestaram seu interesse de incrementá-las ainda mais.</p>
<p align="justify">Reafirmamos, apontou Qishan, a intenção de manter a trajetória de crescimento de nosso intercâmbio comercial e otimizar a pauta bilateral (atualmente favorável ao Brasil em 11,5 bilhões de dólares), além de aumentar os investimentos recíprocos em infraestrutura e indústria.</p>
<p align="justify">A parte chinesa continuará incrementando a importação de produtos brasileiros de alto valor agregado, precisou Qishan, quem chamou a aproveitar a Cosban para criar um bom ambiente de cooperação. Pontuou que &quot;com o esforço conjunto das duas partes nosso futuro será ainda mais esplendido&quot;.</p>
<p align="justify"><b>COOPERAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA</b></p>
<p align="justify">Como resultado da segunda Cosban e a visita da extensa delegação chinesa, ambas nações decidiram criar o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBC-Nano), ciência que trabalha com objetos e matérias 10 mil vezes menores ao diâmetro de um cabelo.</p>
<p align="justify">A ordem para a instalação do CBC-Nano apareceu no Diário Oficial da União no dia seguinte de realizada a Cosban, e estabelece que o centro terá a forma de uma rede cooperativa de pesquisa e desenvolvimento como mecanismo de implementação do Acordo sobre Colaboração Científica e Tecnológica, assinado entre os dois países como parte dos objetivos estratégicos nacionais nesta esfera.</p>
<p align="justify">O CBC-Nano coordenará as atividades vinculadas com a cooperação Brasil-China na área da nanotecnologia, deve promover o avanço científico e tecnológico da investigação e aplicações das matérias nanoestruturadas.</p>
<p align="justify">Assim mesmo, consolidar e ampliar a pesquisa em nanotecnologia, expandindo a capacitação científica com o objetivo de explorar os benefícios resultantes dos desenvolvimentos associados a envolvimentos tecnológicos, e desenvolver programas de mobilização de empresas instaladas em Brasil para possíveis extensões no área de nanomatérias.</p>
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		<title>O pior j&#225; passou. Mas reflexos mais graves ainda podem estar por vir</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 17:00:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na tentativa de manter a tranqüilidade diante da crise global, o governo federal adotou a tese de que o pior já passou. Ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, deram entrevistas na última semana transmitindo a mensagem de que o país sobreviveu à fase mais aguda da turbulência. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Na tentativa de manter a tranqüilidade diante da crise global, o governo federal adotou a tese de que o pior já passou. Ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, deram entrevistas na última semana transmitindo a mensagem de que o país sobreviveu à fase mais aguda da turbulência.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia13.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia13" border="0" alt="Economia13" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia13_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">De fato, os mercados se comportaram melhor nos últimos dez dias – o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou de 29 mil pontos, no dia 27 de outubro, para 40 mil pontos na terça-feria, dia 4, enquanto o dólar tem oscilado menos do que nas três primeiras semanas de outubro. O problema da tese oficial é que ela deixa de fora todos os efeitos da crise sobre a economia real, e desdenha do risco de um novo momento de pânico.</p>
<p align="justify">“Discordo da avaliação do governo”, diz o economista Marcelo Curado, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “O que passou foi uma fase de ajustes nos preços de ativos, como ações e o dólar. O reflexo da crise no lado real da economia será mais grave e não está nem perto de ter mostrado a cara inteiramente.”</p>
<p><span id="more-1172"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">A tese do governo precisa ser descartada juntamente com a idéia de que os mercados emergentes se descolaram do mundo rico. A economia global está sendo freada. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento mundial cairá de 5% em 2007 para menos de 2,2% em 2009. Estimativa que é considerada uma recessão segundo os critérios do Fundo. Diz a economista Virene Roxo Matesco, professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV): “Os últimos dados sobre a economia norte-americana mostram uma desaceleração muito forte. Na Europa e Japão, a mesma coisa. 2009 será um ano difícil por aqui também.”</p>
<p align="justify">O fato de os mercados financeiros terem saído do período maníaco-depressivo das semanas que seguiram a falência do banco de investimentos Lehman Brothers, em 15 de setembro, mostra apenas que os pacotes de salvamento lançados nos Estados Unidos e Europa evitaram uma catástrofe: o derretimento do sistema financeiro. As previsões agora se baseiam no fato de ainda existir um sistema que precisa ser recapitalizado e regulado para voltar a funcionar normalmente.</p>
<p align="justify">“Os bancos centrais agiram de maneira eficiente até agora e não vemos mais um risco de quebra sistêmica”, afirma o professor de finanças Haroldo Mota, da Fundação Dom Cabral. “Agora é hora de acompanhar de perto o que as empresas estão fazendo.” Fatos como a redução de produção da Vale, siderúrgicas trabalhando abaixo da capacidade e férias coletivas nas montadoras são sintomas que podem ficar mais graves até o primeiro semestre de 2009.</p>
<p align="justify">Os dados da economia brasileira ainda não refletiram totalmente a onda de pânico nos mercados. O índice de produção industrial brasileiro referente a setembro, divulgado na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou um desempenho ainda forte, expansão de 1,7% em relação a agosto. Quando saírem os números de outubro, o tranco sofrido pelo país ficará claro. Para 2009, as previsões crescimento econômico estão na faixa de 3%, e caindo. Pouco, diante dos 5% de 2008. Como reflexo, o desemprego deve subir de 8% para 9,3%, segundo projeção da FGV.</p>
<p align="justify">“O ritmo do crédito ficou bem mais lento em outubro e já sabemos que a atividade industrial perdeu força”, afirma Pedro Paulo da Silveira, economista-chefe da Gradual Corretora. “Não temos razão para acreditar que novembro será melhor.” Os primeiros setores a sentir a crise são aqueles que dependem mais do crédito. Construtoras que aproveitaram o boom na bolsa para captar recursos começaram a segurar projetos e a vender terrenos para fazer caixa. Enquanto aguardam a ajuda prometida pelo governo, algumas companhias do setor anunciaram as primeiras demissões. As vendas de carros em outubro foram tão fracas que o governo empurrou R$ 4 bilhões do Banco do Brasil para irrigar as linhas de crédito.</p>
<p align="justify">“O pânico deu lugar à cautela”, resume a economista Virene Matesco, da FGV. “Os bancos aos poucos voltam a emprestar, as empresas se adaptam ao novo cenário e a volatilidade vai caindo. Mas não vamos voltar ao ritmo de antes de setembro.”</p>
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		<title>Classe C vai sustentar um aumento de 40% do PIB at&#233; 2020</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A classe média será a principal responsável por sustentar um crescimento acumulado de 40% do PIB da economia brasileira até 2020, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgada nesta quarta-feira. O estudo, &#34;A evolução da classe médio e seu impacto no varejo&#34;, considera como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A classe média será a principal responsável por sustentar um crescimento acumulado de 40% do PIB da economia brasileira até 2020, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgada nesta quarta-feira. O estudo, &quot;A evolução da classe médio e seu impacto no varejo&quot;, considera como classe média, ou classe C, as famílias com renda mensal entre 1,4 mil e 7 mil reais.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia72.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia7" border="0" alt="Economia7" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia7_thumb2.jpg" width="222" height="244" /></a></p>
<p align="justify">Para a instituição, o crescimento do poder aquisitivo da população ficará mais evidente nos próximos anos, principalmente nas classes baixas. A renda per capita da população, que em 2010 era de 19.342 reais, deve crescer 30% nas classes A (famílias com rendimento mensal acima de 11 mil reais) e B (entre 7 mil e 11 mil reais) e 50% nas demais.</p>
<p align="justify">A classe C, que hoje representa 54% da população e responde por 51% da renda, deve ter consumo equivalente ao das classes A e B somadas em 2015. O consumo familiar no Brasil, estimado em 2,34 trilhões de reais em 2011, deve chegar a 3,53 trilhões em 2020 e representar 65% do PIB.</p>
<p><span id="more-1249"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Transformação &#8211; Segundo a pesquisa, o país já passa por um forte processo de crescimento do mercado consumidor. Em 2003, cerca de 49% das famílias brasileiras pertenciam às classes A, B e C. Hoje, são 61%. &quot;O Brasil de 2020 será um dos maiores mercados consumidores e uma das maiores economias globais&quot;, diz o estudo. A taxa de desemprego passou de 11,7% para 6,7% e a massa real de salários aumentou em torno de 30% entre 2002 e 2010. &quot;O Brasil tornou-se uma economia de classe média com renda maior e mais bem distribuída e ainda contará com o processo de inclusão de pessoas de faixas de renda mais baixas no mercado de consumo por mais essa década, ao menos&quot;.</p>
<p align="justify">De acordo com a entidade, o comércio varejista foi um dos setores privilegiados com a mudança dos padrões sociais da população. &quot;O comércio varejista quase dobrou de tamanho em sete anos&quot;, diz a Fecomercio. O crescimento médio foi de 9% ao ano entre 2004 e 2010, um aumento real de 82% nas vendas no período.</p>
<p align="justify">Envelhecimento &#8211; Em 2020, o Brasil terá aproximadamente 207 milhões de habitantes. A população economicamente ativa, que atualmente conta com 130 milhões de brasileiros, deve chegar a 145 milhões. Para a entidade, o principal desafio do Brasil para os próximos dez anos é lidar com as consequências provocadas pelo envelhecimento da população.</p>
<p align="justify">&quot;Se a última década foi do fortalecimento e crescimento da classe média, esta será focada no entendimento dos riscos e oportunidades envolvidos no envelhecimento da população&quot;. O total de pessoas com mais de 60 anos deve pular dos atuais 18 milhões para 26 milhões em 2020. Com o aumento da qualidade e da expectativa de vida, muitas pessoas com idade superior a 60 anos permanecerão no mercado de trabalho.</p>
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		<title>Preocupa a Desindustrializa&#231;&#227;o do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo “A economia segundo Bresser-Pereira“, do articulista convidado Ricardo Galuppo, destacou a preocupação do ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira com a atual conjuntura da economia brasileira. Galuppo destacou “a prolongada valorização do real e a perda de competitividade da indústria” como fatores preocupantes. O jornalista comentou a análise de Bresser-Pereira, ainda que discordando do economista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O artigo “A economia segundo Bresser-Pereira“, do articulista convidado Ricardo Galuppo, destacou a preocupação do ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira com a atual conjuntura da economia brasileira. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia53.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Economia5" border="0" alt="Economia5" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Economia5_thumb3.jpg" width="244" height="160" /></a></p>
<p align="justify">Galuppo destacou “a prolongada valorização do real e a perda de competitividade da indústria” como fatores preocupantes. O jornalista comentou a análise de Bresser-Pereira, ainda que discordando do economista quanto à criação de mais um imposto que contenha a entrada de dólares no país (sobre a exportação de commodities).</p>
<p><span id="more-1246"></span>
<p align="justify">O articulista apontou uma urgente necessidade de desenvolvimento industrial que consiga motivar a manufatura nacional sem colocar em risco a abertura do mercado para a importação. Segundo ele, a questão não é unicamente cambial: “a taxa de emprego continua sendo um pilar importante de ativação do mercado interno”.</p>
<p align="justify">O economista Raul Velloso, no artigo “O desafio é a competitividade“, aponta que a queda da industrialização do país acontece desde os anos 1980 por diversas razões, tais como: “baixa qualidade da educação, a rigidez da legislação trabalhista, a altíssima carga tributária — que esconde gastos públicos correntes muito elevados —, as elevadas taxas de juros, a cara e insuficiente infraestrutura, e o baixo desenvolvimento tecnológico”. Outros fatores, segundo o especialista, são a emergência da China como potência industrial e a posição do Brasil como seu maior supridor de bens primários.</p>
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