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Categoria Arquivos: Desemprego

Brasil pode cortar superavit primario


Internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016


Segundo relatório da Boston Consulting Group, a participação da internet na economia brasileira deve alcançar R$ 158 bilhões até 2016, representando 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país até lá.

INTERNET BRASILJá comentamos que em 2010 a economia da internet representou R$ 81 bilhões, ou 2,2% do PIB,o que significa que o número duplicará em apenas 6 anos, proporcional ao crecimento que está representando Internet no nosso país.

São 76 bilhões de dólares referentes a consumo, 21 a investimentos e 8 a gastos do governo. Desse valor, são descontados 16 bilhões de dólares, referentes a exportações.

Boas notícias para o varejo on-line brasileiro, que deverá passar de 15 a 36 bilhões nesse mesmo período. Mais

Reação coerente da economia brasileira


No dia em que o IBGE anunciou o crescimento de apenas 2,7% da economia nacional, em 2011, refletindo o quadro internacional de estagnação e incertezas, o Banco Central do Brasil deu uma demonstração de coerência com as diretrizes da política econômica, no sentido de preservar a sustentabilidade do crescimento econômico.

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A redução da taxa básica de juros (Selic) vai proporcionar uma significativa economia de gastos do Tesouro Nacional, com o menor pagamento dos juros sobre a dívida pública, abrindo espaço para que sejam aumentados os investimentos na infraestrutura. Por outro lado, taxas de juros mais baixas podem influir na expansão do crédito, mola mestra do financiamento ao consumo das famílias e dos investimentos privados. Durante o corrente ano, a questão fundamental passa a ser o cuidado para que a inflação não fuja ao controle.

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Índice de Expectativas das Famílias registra queda em fevereiro


O otimismo das famílias brasileiras em relação à economia brasileira diminuiu em fevereiro, segundo levantamento divulgado hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Índice de Expectativas das Famílias (IEF), medido mensalmente pela instituição, ficou em 67,2 pontos, depois de registrar 69 pontos em janeiro. Em fevereiro de 2011, o IEF havia atingido 65,3 pontos.

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O índice varia de 0 a 100 pontos, sendo que, quanto mais alta a pontuação, maior o otimismo. A pesquisa é realizada em 3.810 domicílios, em 214 municípios, abrangendo todas as unidades da Federação.

Os resultados regionais, no entanto, revelam discrepâncias. Nas regiões Sudeste (de 68,5 para 68,8 pontos) e Norte (de 62,1 para 62,9 pontos) houve aumento no otimismo das famílias; enquanto o Centro-Oeste (de 84,8 para 73,3 pontos), Nordeste (de 66,7 para 63,9 pontos) e Sul (de 71 para 66,6 pontos) apresentaram diminuição.

De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ainda não é possível avaliar se o resultado de fevereiro representa um movimento sazonal, em consequência de uma acomodação nas expectativas das famílias, ou se o grau de otimismo iniciou uma nova fase de retração.

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Turismo no Mercosul cresce no ritmo da economia brasileira


Com um crescimento impulsionado pelo bom momento da economia brasileira, o Mercosul faturou mais de US$ 15 bilhões em turismo durante em 2011, informaram seus representantes durante a realização da Bolsa Internacional do Turismo (ITB) de Berlim, uma das feiras mais importante do setor.

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Em 2011, o Brasil recebeu 5,4 milhões de turistas e somou mais de US$ 6,7 bilhões, uma quantia que representa 3,3% do PIB nacional. Os brasileiros também são os principais turistas dos países do Mercosul e, pela primeira vez, do Chile.

Esse fator acompanha ‘os resultados das políticas econômicas e sociais que permitem a população desfrutar de uma economia estável, com o aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas e com a incorporação de elementos que antes o brasileiro não consumia, como as viagens ao exterior e também dentro do país’, disse à agência Efe Marcelo Pedroso, diretor de mercados internacionais do Ministério do Turismo.

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Desempenho da economia é puxado pela demanda doméstica


O desempenho da economia brasileira em 2011 seguiu o padrão dos últimos anos. Mais uma vez a atividade foi puxada pela demanda doméstica, principalmente o consumo das família. Já o setor externo afetou negativamente o PIB (Produto Interno Bruto) devido ao aumento das importações de bens e serviços.

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Se o PIB fosse medido apenas pela demanda doméstica, teria crescido 3,4%, apontam dos dados do IBGE. Mas como o setor externo deu uma contribuição negativa para o PIB de 0,7%, ele fechou o ano com alta de 2,7% apenas.

O consumo das famílias aumentou 4,1% em 2011, após alta de 6,9% em 2010. Apesar de ter sido o oitavo ano seguido de expansão, esse crescimento é o menor desde 2003, quando a demanda desse grupo havia crescido 3,8%. Ainda assim, trouxe um importante contribuição para a expansão da economia, pois o consumo das famílias responde por 60% do PIB brasileiro.

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Economia aquecida exige maior especialização de fornecedores


A economia brasileira segue em boa fase. Notícia preocupante: as novas empresas que chegam ao mercado procuram fornecedores qualificados, mas com frequência percebem que são difíceis de encontrar em determinados nichos – ou por deficiência de capacitação ou porque os “bons” são exclusivos de determinados clientes ou não têm capacidade de atender a novas clientelas.

Economia10Como no mundo dos negócios não existe problema que não resulte em oportunidades de atuação, o fornecedor que visa a expansão tem a chance de abrir um novo campo junto a esses atores. Antes de se animar com a possibilidade, ele deve tomar certas precauções. Afinal, o risco de investir em mudanças de sua linha de produção e se tornar dependente de clientes com negócios mal estruturados pode fazê-lo descobrir mais tarde que se aliou a um mau pagador.

Para Kelly Sanches, gerente de Atendimento Coletivo e Indústria do Sebrae Nacional (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o País vive um momento pautado por grandes empreendimentos ligados ao PAC II, à Copa do Mundo de 2014, à exploração do Pré-Sal e às Olimpíadas de 2016. Segundo a executiva, o Sebrae tem trabalhado junto a fornecedores que precisam se capacitar para atender a grandes compradores, como a Petrobras, a mineradora Vale e a fabricante de aços longos Gerdau.

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