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Categoria Arquivos: Bancos do Brasil

Brasil pode cortar superavit primario


A escassez de crédito no Brasil é descartada


O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, descartou ontem a possibilidade de ocorrer uma nova escassez de crédito como houve no Brasil após a deflagração da crise financeira mundial de 2008, fato que levou o governo federal a reforçar a oferta de financiamento por parte dos bancos oficiais.

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“Não acredito que isso vai ocorrer, até porque atualmente estamos com a demanda por crédito maior que a oferta e no País”, afirmou. Mas ele garantiu que se for necessário e a nova crise econômica que tem foco na Europa chegar ao Brasil, reduzindo a oferta de crédito, o banco está preparado para atuar.

Aldemir esteve ontem em Goiânia, onde recebeu do governador Marconi Perillo, durante solenidade no Palácio das Esmeraldas, a Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera. Ele foi recebido também em audiência pelo prefeito Paulo Garcia.

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Boa condição fiscal e monetária do Brasil para enfrentar agravamento da crise


A solidez do sistema financeiro e consecutivos superávits, que permitiram o acúmulo de reservas, são fatores que protegem o país de eventuais choques e o deixam preparado para enfrentar um possível agravamento da crise econômica internacional, disse hoje (30) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao participar de fórum promovido pela revista Exame.

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“O Brasil reúne hoje condições fiscais e monetárias para uma eventual ação anticíclica que poderá se fazer necessária”, observou Mantega. Ele disse que a solidez do sistema financeiro e os superávits são os pontos fortes do país neste momento. “Nós temos espaço para estímulos fiscais, embora eu dê preferência para os estímulos monetários que forem necessários”.

Ele explicou que essa preferência se justifica pelo fato de os ajustes não terem nenhum ônus, enquanto a concessão de estímulos fiscais gera custos. “Estímulo monetário não custa nada. Pelo contrário, quando se reduz a taxa de juros, reduz-se uma das principais dívidas que nós temos”, avaliou.

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Bancos do Brasil


O Banco Central do Brasil (BC ou BACEN) é a autoridade monetária principal do país que integra o Sistema Financeiro Nacional, e está vinculado ao Ministério da Fazenda. Recebe a competência de três instituições diferentes: a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), o Banco do Brasil (BB) e o Tesouro Nacional.

Entre suas funções principais se encontram: a autorização, normatização, fiscalização e intervenção nas instituições financeiras, o controle do fluxo de capitais estrangeiros e a realização de operações de redesconto e empréstimos de assistência à liquidez às instituições financeiras.

Os Bancos que se encontram no Brasil são os seguintes:

BANCO A.J. RENNER S.A.
BANCO ABC BRASIL S.A.
BANCO ALFA S.A.
BANCO ALVORADA S.A.
BANCO ARBI S.A.
BANCO AZTECA DO BRASIL S.A.
BANCO BANDEPE S.A.
BANCO BANERJ S.A.
BANCO BANKPAR S.A.
BANCO BARCLAYS S.A.
BANCO BBM S/A
BANCO BGN S.A.
BANCO BM&F DE SERVIÇOS DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA S.A.
BANCO BMG S.A.
BANCO BNP PARIBAS BRASIL S.A.
BANCO BOAVISTA INTERATLANTICO S.A.
BANCO BONSUCESSO S.A.
BANCO BRACCE S.A.
BANCO BRADESCO BBI S.A.
BANCO BRADESCO CARTÕES S.A.
BANCO BRADESCO FINANCIAMENTOS S.A.
BANCO BRADESCO S.A.
BANCO BRASCAN S.A.
BANCO BRJ S.A.
BANCO BTG PACTUAL S.A.
BANCO BVA S.A.
BANCO CACIQUE S.A.
BANCO CAIXA GERAL – BRASIL S.A.
BANCO CAPITAL S.A.
BANCO CARGILL S.A.
BANCO CATERPILLAR S.A.
BANCO CEDULA S.A.
BANCO CITIBANK S.A.
BANCO CITICARD S.A.
BANCO CLASSICO S.A.
BANCO CNH CAPITAL S.A.
BANCO COMMERCIAL INVESTMENT TRUST DO BRASIL S.A. – BANCO MÚLTIPLO
BANCO CONFIDENCE DE CÂMBIO S.A.
BANCO COOPERATIVO DO BRASIL S.A. – BANCOOB
BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A.
BANCO CR2 S/A
BANCO CREDIBEL S.A.
BANCO CRÉDIT AGRICOLE BRASIL S.A.
BANCO CREDIT SUISSE (BRASIL) S.A.
BANCO CRUZEIRO DO SUL S.A.
BANCO CSF S.A.
BANCO DA AMAZONIA S.A.
BANCO DA CHINA BRASIL S.A.
BANCO DAYCOVAL S.A.
BANCO DE LA NACION ARGENTINA
BANCO DE LA PROVINCIA DE BUENOS AIRES
BANCO DE LA REPUBLICA ORIENTAL DEL URUGUAY
BANCO DE LAGE LANDEN BRASIL S.A.
BANCO DE TOKYO-MITSUBISHI UFJ BRASIL S.A.
BANCO DIBENS S.A.
BANCO DO BRASIL S.A.
BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S.A.
BANCO DO ESTADO DO PARÁ S.A.
BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A.
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A.
BANCO FATOR S.A.
BANCO FIAT S.A.
BANCO FIBRA S.A.
BANCO FICSA S.A.
BANCO FIDIS S/A
BANCO FORD S.A.
BANCO GE CAPITAL S.A.
BANCO GERADOR S.A.
BANCO GMAC S.A.
BANCO GUANABARA S.A.
BANCO HONDA S.A.
BANCO IBI S.A. – BANCO MÚLTIPLO
BANCO IBM S.A.
BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A.
BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A.
BANCO INDUSVAL S.A.
BANCO INTERCAP S.A.
BANCO INTERMEDIUM S/A
BANCO INVESTCRED UNIBANCO S.A.
BANCO ITAÚ BBA S.A.
BANCO ITAUBANK S.A.
BANCO ITAUCARD S.A.
BANCO ITAUCRED FINANCIAMENTOS S.A.
BANCO ITAULEASING S.A.
BANCO J. SAFRA S.A.
BANCO J.P. MORGAN S.A.
BANCO JBS S.A.
BANCO JOHN DEERE S.A.
BANCO KDB DO BRASIL S.A.
BANCO KEB DO BRASIL S.A.
BANCO LUSO BRASILEIRO S.A.
BANCO MATONE S.A.
BANCO MÁXIMA S.A.
BANCO MAXINVEST S.A.
BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.
BANCO MERCEDES-BENZ DO BRASIL S.A.
BANCO MODAL S.A.
BANCO MONEO S.A.
BANCO MORGAN STANLEY S.A.
BANCO OPPORTUNITY S.A.
BANCO OURINVEST S.A.
BANCO PANAMERICANO S.A.
BANCO PAULISTA S.A.
BANCO PECUNIA S.A.
BANCO PETRA S.A.
BANCO PINE S.A.
BANCO PORTO SEGURO S.A.
BANCO POTTENCIAL S.A.
BANCO PROSPER S.A.
BANCO PSA FINANCE BRASIL S.A.
BANCO RABOBANK INTERNATIONAL BRASIL S.A.
BANCO RANDON S.A.
BANCO RENDIMENTO S.A.
BANCO RIBEIRAO PRETO S.A.
BANCO RODOBENS S.A.
BANCO RURAL MAIS S.A.
BANCO RURAL S.A.
BANCO SAFRA S.A.
BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
BANCO SCHAHIN S.A.
BANCO SEMEAR S.A.
BANCO SIMPLES S.A.
BANCO SOCIETE GENERALE BRASIL S.A.
BANCO SOFISA S.A.
BANCO SUMITOMO MITSUI BRASILEIRO S.A.
BANCO TOPÁZIO S.A.
BANCO TOYOTA DO BRASIL S.A.
BANCO TRIANGULO S.A.
BANCO TRICURY S.A.
BANCO VIPAL S.A.
BANCO VOLKSWAGEN S.A.
BANCO VOLVO BRASIL S.A.
BANCO VOTORANTIM S.A.
BANCO VR S.A.
BANCO WESTLB DO BRASIL S.A.
BANCO YAMAHA MOTOR DO BRASIL S.A.
BANESTES S.A. BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
BANIF – BANCO INTERNACIONAL DO FUNCHAL (BRASIL), S.A.
BANK OF AMERICA MERRILL LYNCH BANCO MÚLTIPLO S.A.
BPN BRASIL BANCO MÚLTIPLO S.A.
BRB – BANCO DE BRASILIA S.A.
CAIXA ECONOMICA FEDERAL
CITIBANK N.A.
CONCÓRDIA BANCO S.A.
DEUTSCHE BANK S.A. – BANCO ALEMAO
DIDIER LEVY BANCO DE CÂMBIO S.A.
DRESDNER BANK BRASIL S.A. BANCO MULTIPLO
GOLDMAN SACHS DO BRASIL BANCO MULTIPLO S.A.
HIPERCARD BANCO MÚLTIPLO S.A.
HSBC BANK BRASIL S.A. – BANCO MULTIPLO
HSBC FINANCE (BRASIL) S.A. – BANCO MÚLTIPLO
ING BANK N.V.
ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.
ITAÚ UNIBANCO S.A.
JPMORGAN CHASE BANK, NATIONAL ASSOCIATION
NATIXIS BRASIL S.A. BANCO MÚLTIPLO
NBC BANK BRASIL S. A. – BANCO MÚLTIPLO
PARANÁ BANCO S.A.
SCANIA BANCO S.A.
UNIBANCO – UNIÃO DE BANCOS BRASILEIROS S.A.
UNICARD BANCO MÚLTIPLO S.A.

Brasil não engata na corrida dos Bancos Centrais pelo Ouro


O cenário incerto para a recuperação da economia global tem motivado bancos centrais – em especial nos países emergentes – a ampliar as compras de ouro em busca de proteção para suas reservas. Segundo dados do Conselho Mundial de Ouro (World Gold Council), a quantidade de metal adquirida no primeiro semestre já supera o total negociado durante todo o ano de 2010. Enquanto isso, o volume de ouro que o Brasil possui em estoque é o mesmo desde 2002. São 33,6 toneladas do metal, que representam apenas 0,5% do total das reservas internacionais do País.

“O ouro se transforma em ativo da crise. Os países correm para ele em momentos de insegurança como o que vemos hoje”, diz Nathan Blanche, sócio da Tendências Consultoria. Mas o Brasil faz bem em não comprar o metal, em sua avaliação. “É muito bom para o País não ter mais ouro. A administração das reservas é tão conservadora quanto deve ser. Não temos tradição nisso e nem devemos ter”, diz Blanche. Ele afirma que, historicamente, a volatilidade do ouro é muito elevada e o metal possui rentabilidade negativa. “Quem comprou ouro em 1980 e guardou está perdendo uma fortuna hoje.” Se não for decretado default americano na próxima semana – cenário que Blanche considera praticamente certo – e as tensões na Europa diminuam, a cotação do ouro deve sair do atual patamar recorde de mais de US$ 1.600 por onça troy e voltar para a casa dos US$ 1.300.

Para Eduardo Coutinho, professor do Ibmec-MG, a estratégia de comprar ouro não faz muito sentido no Brasil quando se considera a participação relativa do metal no total das reservas internacionais do País. “Mesmo que o Banco Central triplique as compras de ouro, ainda assim o percentual seria muito pequeno e não seria suficiente para proteger as reservas de uma desvalorização mais acentuada do dólar”, diz Coutinho. Com o atual nível e composição de reservas internacionais, ele acredita que o País “já está bem calçado para sustentar o crescimento e possui economia sólida”. A maior parte das reservas brasileiras está alocada em dólar e títulos do governo americano – o País é o quinto maior detentor desses papéis entre os investidores estrangeiros. Já o estoque de ouro do Brasil fica em 50º lugar, segundo o Conselho Mundial do Ouro.

Enquanto o volume de ouro permanece estável no País, o Banco Central continua a ampliar as compras em moeda estrangeira – em junho, essas reservas estavam em US$ 327 bilhões, 18,4% a mais que em 2010. Segundo analistas, esse movimento pode ser entendido, em parte, como mais uma tentativa do governo de frear a desvalorização do dólar frente ao real – até o último dia 28, a moeda acumula queda de 5,7% no ano.

A corrida para o ouro tem como pano de fundo a insegurança dos bancos centrais e dos investidores no mundo todo sobre qual será o novo padrão monetário internacional, afirma Daniel Motta, professor de economia e finanças do Insper. “Já vivemos o padrão ouro, o padrão dólar e hoje, diante do enfraquecimento da moeda americana, nos perguntamos qual será a referência para as transações internacionais”, diz o economista.

Atualmente, cerca de 60% das reservas internacionais estão em títulos do governo americano, atreladas ao movimento do dólar. Com a desvalorização da moeda – em meio à lenta recuperação da economia americana e ao impasse sobre o endividamento público no país –, a alternativa é procurar proteção por diversificar os investimentos. “O normal seria ir para o euro, mas com a crise da dívida na Grécia e em outros países da região, também não é uma boa ideia. Então acabamos nos voltando para o ouro até saber o que acontecerá daqui para frente”, avalia o professor do Insper.

De acordo com o Conselho Mundial do Ouro, o banco central do México lidera o movimento de busca pelo metal no ano – o país saiu do patamar de 7 toneladas de reservas de ouro no final de 2010 para 106 toneladas em julho. A Rússia também tem feito compras mensais do metal e já adquiriu 41,8 toneladas desde o início do ano, chegando ao total de 830,5 toneladas de ouro em reserva.

 

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