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	<title>Economia Brasil &#187; Acordos Comerciais</title>
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		<title>Estrangeiros mant&#234;m confian&#231;a no Brasil a pesar da crise</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 17:14:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões de 2010. Mesmo com a crise, investidores internacionais mantêm confiança na economia brasileira. O Ministério da Fazenda informa que, com base em sondagens e anúncios de empresas internacionais, somente em 2011 os investimentos no país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões de 2010.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/investimentosestrangeiros.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="investimentos estrangeiros" border="0" alt="investimentos estrangeiros" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/investimentosestrangeiros_thumb.jpg" width="222" height="244" /></a> </p>
<p align="justify">Mesmo com a crise, investidores internacionais mantêm confiança na economia brasileira. O Ministério da Fazenda informa que, com base em sondagens e anúncios de empresas internacionais, somente em 2011 os investimentos no país devem alcançar US$ 282,2 bilhões, cerca de 5% acima dos US$ 268,8 bilhões apurados em 2010.</p>
<p align="justify">Na publicação &quot;Economia Brasileira em Perspectiva&quot; relativa ao período agosto-outubro, a Fazenda aponta que os investimentos em infraestrutura devem crescer 54%, no período 2011 a 2014, situando-se ao redor de R$ 381 bilhões, com base em informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p><span id="more-1069"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Isso em relação ao intervalo 2006 a 2009, quando os investimentos na área somaram R$ 247 bilhões. Há maior interesse em energia elétrica (R$ 139 bilhões) e ferrovias (R$ 60 bilhões).</p>
<p align="justify">A publicação cita ainda que, no setor industrial, os de investimentos devem crescer 60% até 2014, atingindo R$ 603 bilhões, ante R$ 378 bilhões nos quatro anos terminados em 2009. Destaque para indústria de petróleo e gás (R$ 378 bilhões) e extrativa mineral (R$ 62 bilhões).</p>
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		<title>Empres&#225;rios do Brasil ganham mercado na zona do euro</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 14:08:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A contenção da economia nas maiores potências do globo ainda não intimidou as marcas brasileiras. Em 2010, as franquias nacionais registraram um crescimento de 12% no exterior, e aumentaram para 79 o número de empresas brasileiras com representação fora do território nacional, segundo dados da Associação Brasileira de Franquias (ABF). &#34;Temos um terreno muito próspero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A contenção da economia nas maiores potências do globo ainda não intimidou as marcas brasileiras. Em 2010, as franquias nacionais registraram um crescimento de 12% no exterior, e aumentaram para 79 o número de empresas brasileiras com representação fora do território nacional, segundo dados da Associação Brasileira de Franquias (ABF). &quot;Temos um terreno muito próspero na Espanha e em Portugal, que é, aliás, o país na Europa com o maior número de marcas nossas&quot;, disse em conversa com a DW Brasil Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF. São 38 marcas brasileiras em 118 lojas portuguesas. Na Espanha e França estão instaladas, respectivamente, 33 e 15 franquias. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/eurodolar1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="euro-dolar" border="0" alt="euro-dolar" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/eurodolar_thumb1.jpg" width="244" height="170" /></a> </p>
<p align="justify">Na Alemanha, duas marcas brasileiras administram três representações. Sem medo da crise, a Morana Acessórios se prepara para inaugurar sua terceira unidade em Portugal. A loja de bijuterias se lançou no mercado internacional em 2006 e administra outras duas representações nos Estados Unidos. &quot;Percebemos que o DNA de moda brasileira funciona fora do país. E até em função da crise, vários consumidores começam a olhar o nosso produto com outros olhos: por causa da queda do poder aquisitivo, as pessoas deixam de comprar joias&quot;, avalia Eduardo Morita, diretor do Grupo Ornatus.</p>
<p><span id="more-1049"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Os ânimos de expansão dos investidores brasileiros agora se voltam para países como Turquia, Rússia e China. &quot;A Turquia tem um mercado que agora está se abrindo para o mundo, tentando trazer mais investimentos internacionais. Na Rússia, também há muitos empreendimentos de shoppings centers em andamento, não só na capital&quot;, comenta Camargo. A Rosa Chá, que atua no segmento de moda praia, foi a primeira a entrar no mercado turco.</p>
<p align="justify">A corrida das franquias para fora do Brasil começou há apenas cinco anos, mas o crescimento mais significativo veio nos últimos dois. &quot;O Brasil nunca foi muito pró-ativo nessa área. Há um grande desconhecimento sobre o mercado internacional. Então essa falta de informação foi um fator negativo para a expansão&quot;, explica Camargo.</p>
<p align="justify">Os setores de maior sucesso são os de vestuário, beleza e saúde, acessórios pessoais e calçados. Nomes conhecidos pelos consumidores brasileiros como as fabricantes de calçados Via Uno e Arezzo, a rede fast-food Giraffas, e lingeries Hope [que tem a modelo Gisele Bundchen como garota-propaganda] começam a ser apreciadas também por estrangeiros. Por outro lado, levar o produto para fora do Brasil ainda pode ser complicado. Segundo a ABF, além dos problemas de infraestrutura nos portos e aeroportos do país, o empresariado paga uma das taxas mais caras do mundo para esses serviços. &quot;A mercadoria fica dias parada, há muitos arranjos burocráticos, poucos portos para exportação, o processo é lento e custa para a empresa&quot;, lista a associação.</p>
<p align="justify">O diretor do Grupo Ornatus diz que a prática de buscar mercado requer muito preparo. &quot;O Brasil não tinha cultura forte para internacionalizar marcas. Neste setor, a gente percebe muito um trabalho de tentativa e erro. Cada mercado é uma receita que precisa ser testada e que não vai funcionar necessariamente como no Brasil&quot;, comenta Morita.</p>
<p align="justify">As marcas brasileiras também contemplam os países vizinhos. A Colômbia é o principal alvo: a economia nesse país deve crescer 5% neste ano. Peru, Chile e Argentina &#8211; país que tem o maior número de franquias brasileiras, 118 &#8211; também oferecem atrativos.</p>
<p align="justify">Para Camargo, a estabilização do preço do dólar frente ao real deve encorajar o empresariado brasileiro em 2012. Por outro lado, as marcas podem vivenciar tempos mais difíceis fora do Brasil. &quot;Como a economia nos Estados Unidos e Europa estão paradas, as empresas desses países querem cada vez mais aumentar a internacionalização para compensar os resultados, e estão mais agressivas. Podemos esperar uma competição muito acirrada&quot;, prevê.</p>
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		<title>FGTS vai injetar R$ 44 bilh&#245;es na economia do Brasil em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 16:52:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quarta-feira o orçamento para o exercício de 2012, segundo a Caixa Econômica Federal. Ao todo, o FGTS aplicará R$ 44 bilhões na economia do País em 2012. Com essa aprovação, R$ 26 bilhões serão destinados à habitação popular e R$ 10 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quarta-feira o orçamento para o exercício de 2012, segundo a Caixa Econômica Federal. </p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/FGTS1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="FGTS1" border="0" alt="FGTS1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/FGTS1_thumb.jpg" width="244" height="215" /></a> </p>
<p align="justify">Ao todo, o FGTS aplicará R$ 44 bilhões na economia do País em 2012. Com essa aprovação, R$ 26 bilhões serão destinados à habitação popular e R$ 10 bilhões serão enviados para saneamento básico e infraestrutura urbana.</p>
<p align="justify">Além disso, segundo a Caixa, o FGTS subsidiará descontos para famílias com menor poder aquisitivo. De cerca de R$ 4,5 bilhões a serem aplicados em descontos para moradia popular, R$ 3 bilhões serão utilizados em empréstimos realizados pelo programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p><span id="more-888"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Para o ano que vem, dos recursos aprovados do FGTS, serão destinados R$ 2,5 bilhões para investimentos em Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e R$ 1 bilhão para financiamentos da linha Pró-Cotista.</p>
<p align="justify"><b>Exercício 2011</b></p>
<p align="justify">O conselho aprovou também nesta quarta-feira o suporte no orçamento dos programas de habitação popular de 2011, agregando mais R$ 6,2 bilhões a eles. Com esse acréscimo, o orçamento de 2011 atinge R$ 54,74 bilhões, dos quais R$ 36,6 bilhões serão destinados para habitação popular.</p>
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		<title>Selos verdes para produtos sustent&#225;veis s&#227;o promovidos pela Zona Franca de Manaus</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 17:52:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Representantes da indústria e do governo e trabalhadores da Zona Franca de Manaus estão propondo acrescentar aos produtos da região selos que identifiquem a origem amazônica, assim como a sustentabilidade ambiental e também social. No final de 2012, deve entrar em vigor a certificação do Selo Amazônico, proposta por empresários à Superintendência da Zona Franca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Representantes da indústria e do governo e trabalhadores da Zona Franca de Manaus estão propondo acrescentar aos produtos da região selos que identifiquem a origem amazônica, assim como a sustentabilidade ambiental e também social.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/seloVERDE1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="selo-VERDE-1" border="0" alt="selo-VERDE-1" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/seloVERDE1_thumb.jpg" width="244" height="148" /></a> </p>
<p align="justify">No final de 2012, deve entrar em vigor a certificação do Selo Amazônico, proposta por empresários à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), para produtos que contenham matérias-primas extraídas da floresta.</p>
<p align="justify">Serão certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) alimentos, cosméticos e fitoterápicos produzidos nos nove estados da Amazônia Legal que, além de serem ecologicamente sustentáveis, remunerem o conhecimento das populações tradicionais e não explorem trabalho escravo ou infantil.</p>
<p><span id="more-919"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus também propôs ao governo estadual e à Suframa agregar ao selo que já acompanha os produtos da Zona Franca um selo “verde e social”, que ateste a qualidade do produto e o respeito à legislação trabalhista.</p>
<p align="justify">“O Brasil e o mundo vão saber que aquele produto foi feito com mais dignidade para todos”, ressalta o presidente do sindicato, Valdemir Santana, que pretende encaminhar a proposta do selo ambiental e trabalhista ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p>
<p align="justify">Para ele, os selos podem agregar valor atestando qualidade e distinguindo os produtos da Zona Franca de Manaus das mercadorias de países que não respeitem direitos de trabalhadores, reconhecidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p align="justify">Internamente, o selo proposto pelo sindicato pode servir como recurso para evitar casos de abuso, como agressões físicas e assédio a trabalhadores que ocorreram recentemente em empresa de capital asiático instalada no Polo Industrial de Manaus.</p>
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		<title>Ap&#243;s 7 anos de espera, Supercade &#233; aprovado na C&#226;mara</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 14:35:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de sete anos de espera, o projeto de lei que cria o Supercade foi aprovado hoje na Câmara dos Deputados, após intensas articulações de última hora que mobilizaram o Palácio do Planalto, o Ministério da Fazenda e o Ministério da Justiça. O texto vai a sanção presidencial. O texto traz uma importante mudança para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Depois de sete anos de espera, o projeto de lei que cria o Supercade foi aprovado hoje na Câmara dos Deputados, após intensas articulações de última hora que mobilizaram o Palácio do Planalto, o Ministério da Fazenda e o Ministério da Justiça. O texto vai a sanção presidencial.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/cade.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="cade" border="0" alt="cade" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/cade_thumb.jpg" width="244" height="244" /></a> </p>
<p align="justify">O texto traz uma importante mudança para a <a href="http://economiabrasil.com/">economia brasileira</a>. Ele determina que as fusões e aquisições entre empresas serão analisadas pelo sistema brasileiro de defesa da concorrência antes de o negócio ser fechado. Hoje, o Brasil é um dos poucos países no mundo onde a avaliação é feita posteriormente. A nova lei também funde em um só órgão três estruturas dos ministérios da Fazenda e da Justiça: a Secretaria de Direito Econômico (SDE), a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) e o próprio Conselho Administrativo de Defesa Econômica (<a href="http://www.cade.gov.br/">Cade</a>), daí o apelido de Supercade.</p>
<p><span id="more-746"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Se a análise prévia foi um ganho importante para o Cade, por outro lado o colegiado foi prejudicado por uma modificação: a determinação de multas no caso de formação de cartel. Pelo texto aprovado hoje (5), elas variarão de 1% a 30% do faturamento da empresa no mercado relevante, que é algo difícil de ser mensurado objetivamente. Na prática, é uma redução, pois hoje esses porcentuais são aplicados sobre todo o faturamento.</p>
<p align="justify">Ainda assim, a aprovação foi comemorada pelo governo. &quot;É uma reforma microeconômica que pode ter impactos macroeconômicos importantes&quot;, disse o presidente em exercício do Cade, Olavo Chinaglia. &quot;A aprovação é importante porque vivemos um momento diferenciado, em que o Brasil se coloca como uma nação moderna&quot;, comentou o relator do projeto de lei, deputado Pedro Eugênio (PT-PE). Ele se referia à análise prévia, que iguala o País às economias mais avançadas. Em férias no Himalaia, o presidente do Cade, Fernando Furlan, enviou mensagem aos jornalistas. Furlan. &quot;Me sinto feliz pela votação e ao mesmo tempo triste por não estar aí. Quando viajei de férias, tudo estava nebuloso&quot;, justificou.</p>
<p align="justify">O texto aprovado hoje determina que serão objeto de análise pelo Supercade as fusões e aquisições nas quais o maior sócio fature pelo menos R$ 400 milhões e o menor, pelo menos R$ 30 milhões. Esses valores foram objeto de polêmica com o Senado, que havia aprovado outros limites: R$ 1 bilhão e R$ 40 milhões. O relator da matéria no Senado, Francisco Dornelles (PP-RJ), alegou que havia um acordo com o governo em torno do valor mais elevado, o que desencadeou intensas articulações de bastidor.</p>
<p align="justify">Outro ponto de divergência era o que tratava do depósito em juízo no caso de as empresas quererem recorrer à Justiça contra decisões do Cade. O Senado havia proposto que a multa fosse fixada pelo juiz. O texto aprovado hoje diz que o depósito terá de ser igual ao valor da multa aplicada pelo Cade. O juiz poderá apenas decidir se o depósito será em dinheiro ou em outra forma, como bens ou garantias.</p>
<p align="justify">O <a href="http://www.cade.gov.br/">Cade</a> terá seis meses para se preparar para iniciar as análises das fusões antes de elas ocorrerem. Nesse período, deverão ser contratados 200 novos especialistas para dar vazão à demanda.</p>
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		<title>Aposta no mercado dom&#233;stico para enfrentar crise global no Brasil</title>
		<link>http://economiabrasil.com/aposta-no-mercado-domstico-para-enfrentar-crise-global-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:27:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao discursar hoje (5) em Sofia, no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Bulgária, a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, os países desenvolvidos, os mais atingidos pela crise, estão em “encruzilhada”. “Os países desenvolvidos, que não encontraram equilíbrio entre ajustes fiscais apropriados e estímulos necessários para retomar o crescimento de maneira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Ao discursar hoje (5) em Sofia, no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Bulgária, a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a crise econômica mundial. Segundo ela, os países desenvolvidos, os mais atingidos pela crise, estão em “encruzilhada”.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/dilmanabulgaria.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="dilma-na-bulgaria" border="0" alt="dilma-na-bulgaria" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/dilmanabulgaria_thumb.jpg" width="244" height="183" /></a> </p>
<p align="justify">“Os países desenvolvidos, que não encontraram equilíbrio entre <a href="http://oimpostoderenda.com/">ajustes fiscais</a> apropriados e <a href="http://trtaxa.com/">estímulos</a> necessários para retomar o crescimento de maneira equilibrada, se encontram numa encruzilhada. Muitas vezes, o que provocou a crise é reafirmado e prescrito como terapia”, disse, em seu discurso na capital búlgara.</p>
<p align="justify">Dilma listou fatores que estão ajudando o Brasil a enfrentar este período de turbulência na economia global. Entre eles, a aposta no fortalecimento do mercado doméstico, a expansão do emprego e da renda e o aumento dos investimentos sociais e em infraestrutura.</p>
<p><span id="more-743"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">“Apostamos ainda em marcos regulatórios para o <a href="http://bovespaacoes.com/">sistema financeiro</a> e bancário brasileiro bastante robustos, com grandes exigências de capital para os nossos bancos”, acrescentou a presidenta. Ela assinalou ainda que o Brasil procura sempre reduzir o <a href="http://emprestimospessoal.com/">endividamento</a> em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p align="justify">Dilma destacou a importância da assinatura de um acordo para cooperação econômica entre os dois países. A presidenta disse que o Brasil é uma porta para a Bulgária entrar no Mercosul. E a Bulgária pode ser uma das portas de entrada do Brasil na União Europeia, completou.</p>
<p align="justify">A presidenta lembrou ao empresários que a Bulgária é um importante produtor de fertilizantes. Por isso, enfatizou, tem condições de se tornar parceiro privilegiado do Brasil nos esforços de elevar a produção agrícola. Ela citou ainda a possibilidade de os dois países firmarem parcerias na utilização da energia nuclear para fins pacíficos. Dilma também comemorou o fato de os jatos da Embraer começarem a operar na Bulgária.</p>
<p align="justify">Em visita de Dilma à Bulgária começou hoje (5) e termina amanhã (6). Ela se reuniu com o presidente do país, Georgi Parvanov, e com o primeiro-ministro, Boyko Borissov, além de ter recebido a ordem Stara Planina, a mais alta condecoração da Bulgária.</p>
<p align="justify">Amanhã, a presidenta vai a Gabrovo, cidade onde nasceu seu pai, Pedro Rousseff, para se encontrar com familiares. Esta é a primeira vez que Dilma visita a Bulgária. Ela disse estar feliz e emocionada com a visita ao país.</p>
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		<title>UE pode contar com Brasil para sair da crise, diz Dilma</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 09:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No segundo dia da reunião de cúpula Brasil-UE, a presidente Dilma Rousseff garantiu nesta terça-feira à União Europeia (UE) que o bloco &quot;pode contar com o Brasil&quot; e que os países emergentes estão preparados para &quot;assumir sua responsabilidade&quot; na economia mundial. &quot;Brasil, e aqui tenho a certeza que expresso o sentimento das economias em desenvolvimento, está disposto a assumir sua responsabilidade de forma cooperativa&quot;, afirmou Dilma em uma declaração à imprensa após a 5ª cúpula euro-brasileira.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image00211.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/clip_image002_thumb9.jpg" width="244" height="184" /></a></p>
<p align="justify">&quot;Somos parceiros da União Europeia, podem contar com o Brasil&quot;, declarou diante dos presidentes do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. no entanto, ela não mencionou valores nem a possibilidade de repasses financeiros. No momento, vários países da zona do euro, como a Grécia e a Espanha, esforçam-se para evitar que a crise acentue os problemas internos de desemprego e alta de impostos e tarifas.</p>
<p align="justify">&quot;Estamos agora diante do aumento do risco soberano. Acredito que é fundamental a coordenação política entre os países para fazer face (ao agravamento da crise)&quot;, acrescentou. Dilma se reuniu por cerca de duas horas, durante a cúpula, com os presidentes do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, além de ministros brasileiros. No encontro, os temas que dominaram os debates foram o agravamento da crise econômica internacional, a violência na Síria e os conflitos nos países árabes, além de acordos multilaterais.</p>
<p><span id="more-740"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">&quot;É necessário que se busque o combate ao desemprego para que as populações não percam a esperança no futuro. A recessão traz o aumento das desigualdades sociais&quot;, disse a presidente. Segundo ela, é possível conciliar o estímulo à geração de emprego com a responsabilidade fiscal. Dilma lembrou que há 20 dias a América Latina era &quot;sinônimo de crise&quot; e agora mostra que é capaz de superação.</p>
<p align="justify">Para a presidente, a solução para a crise econômica internacional passa por uma reavaliação do sistema financeiro mundial. Segundo ela, classificado como um &quot;sistema ineficaz&quot;, que se comprovou com o fato de a crise ter se acentuado. Dilma disse também que é fundamental aliar políticas macroeconômicas com a geração de emprego e renda.</p>
<p align="justify">Dilma disse ainda que os ministros da Fazenda da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) vão se reunir nos próximos dias para coordenar ações para a Cúpula do G20 (que reúne as 20 maiores economias do mundo). O encontro ocorrerá nos dias 3 e 4 de novembro, em Cannes, no Sul da França. &quot;As Nações Unidas precisam estar à altura de um mundo multipolar&quot;, advertiu.</p>
<p align="justify">No auge da crise de crédito, que se agravou em 2008, a saúde financeira dos bancos no mundo inteiro foi colocada à prova. Os problemas em operações de financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram bilhões em perdas e o sistema bancário não encontrou mais onde emprestar dinheiro. Para diminuir os efeitos da recessão, os países aumentaram os gastos públicos, ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o estímulo não foi suficiente para elevar os Produtos Internos Brutos (PIB) a ponto de garantir o pagamento das contas.</p>
<p align="justify">A primeira a entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida pública alcançou 340,227 bilhões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz amarela acesa, as economias de outros países da região foram inspecionadas mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção por conta da fragilidade econômica. No entanto, o fraco crescimento econômico e o aumento da dívida pública na região já atingem grandes economias, como Itália (120% do PIB) e Espanha.</p>
<p align="justify">Um fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Central Europeu (BCE), com influência da Alemanha, país da região com maior solidez econômica. Contudo, para ter acesso aos pacotes de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas condições impostas pelo FMI. A Grécia foi a primeira a aceitar e viu manifestações contra os cortes de empregos públicos, programas sociais e aumentos de impostos.</p>
<p align="justify">Os Estados Unidos atingiram o limite legal de endividamento público &#8211; de US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões) &#8211; no último dia 16 de maio. Na ocasião, o Tesouro usou ajustes de contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas que o previsto, para seguir operando normalmente. O governo, então, passou por um longo período de negociações para elevar o teto. O acordo veio só perto do final do prazo (2 de agosto) para evitar uma moratória e prevê um corte de gastos na ordem de US$ 2,4 trilhões (R$ 3,7 trilhões). Mesmo assim, a agência Standard &amp; Poor&#8217;s retirou a nota máxima (AAA) da dívida americana.</p>
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		<title>C&#250;pula entre Brasil e UE tem como centro a coopera&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 08:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, participa hoje em uma cúpula bilateral com autoridades da União Européia (UE) para tratar temas relacionados com a economia e a cooperação em matéria de ciência e educação. Rousseff, quem chegou ontem a esta capital, também tem previsto reunir-se com o primeiro ministro em funções da Bélgica, Yves Leterme. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, participa hoje em uma cúpula bilateral com autoridades da União Européia (UE) para tratar temas relacionados com a <a href="http://economiabrasil.com/">economia</a> e a cooperação em matéria de ciência e educação.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/bra_ue.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="bra_ue" border="0" alt="bra_ue" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/bra_ue_thumb.png" width="244" height="164" /></a> </p>
<p align="justify">Rousseff, quem chegou ontem a esta capital, também tem previsto reunir-se com o primeiro ministro em funções da Bélgica, Yves Leterme.</p>
<p align="justify">A presidenta participará nesta noite em um jantar oferecido pelos presidentes do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e da Comissão Européia, José Manuel Durao, segundo fonte da delegação que lhe acompanha.</p>
<p align="justify">Nas conversas, que prosseguirão amanhã, também tomará parte a alta representante de política exterior da UE, Catherine Ashton, e o comissário para assuntos comerciais, Karel De Gucht.</p>
<div align="justify"><span id="more-736"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">A presidenta brasileira tratará temas relativos à crise econômica, o papel de seu país como produtor de bio-combustíveis e outros vinculados com a mudança climática e o <a href="http://economiabrasil.com/posio-brasileira-pode-ser-comprometida-no-rio20/">desenvolvimento sustentável</a>.</p>
<p align="justify">Assim mesmo, referirá seu ponto de vista sobre a petição da Autoridade Nacional Palestina de ser reconhecido como um membro pleno da ONU.</p>
<p align="justify">A assinatura de acordos sobre serviços aéreos, desenvolvimento tecnológico, políticas espaciais, cultura e turismo faz parte, ademais, da estância de Rousseff na Bélgica.</p>
<p align="justify">Na manhã desta segunda-feira, a líder sul-americana reuniu-se com o secretário geral da FIFA, Jerome Valcke, a quem reafirmou seu compromisso de oferecer melhores condições para efetuar a Copa do Mundo que organiza seu país para junho de 2014.</p>
<p align="justify">Rousseff será recebida pelo rei dos belgas, participará na inauguração do <a href="http://www.europalia.be/">Europalia</a>, o maior festival europeu de cultura que este ano está dedicado a Brasil.</p>
<p align="justify">A presidenta sul-americana viaja acompanhada pelos ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota; Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercandante; Comunicações, Paulo Bernardo; Cultura, Ana de Hollanda, entre outros.</p>
<p align="justify">A visita de Rousseff pela Europa também lhe levará a Bulgária e a Turquia.</p>
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		<title>Presidente uruguaio cr&#234; em suspens&#227;o do IPI a ve&#237;culos do pa&#237;s</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 03:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do Uruguai, José Mujica, se mostrou convencido nesta terça-feira de que o Brasil suspenderá em poucos dias as barreiras tarifárias impostas recentemente à entrada de veículos uruguaios no país, como parte de um pacote de medidas para proteger o setor automotivo brasileiro. &#34;O problema são as dificuldades jurídicas que podem representar uma demora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O presidente do Uruguai, José Mujica, se mostrou convencido nesta terça-feira de que o Brasil suspenderá em poucos dias as barreiras tarifárias impostas recentemente à entrada de veículos uruguaios no país, como parte de um pacote de medidas para proteger o <a href="http://economiabrasil.com/">setor automotivo</a> brasileiro.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Effa.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Effa" border="0" alt="Effa" align="right" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/Effa_thumb.jpg" width="244" height="165" /></a> </p>
<p align="justify">&quot;O problema são as dificuldades jurídicas que podem representar uma demora, e não a decisão de suspender esse imposto para a importação de automóveis do Uruguai&quot;, disse Mujica sobre a negociação que funcionários dos dois países fazem nesta terça-feira para resolver a disputa.</p>
<p align="justify">Entretanto, fontes oficiais de Brasília dizem que o Governo de Dilma Roussef <b>apenas se comprometeu a estudar uma possível isenção da alta de impostos a automóveis importados </b>para aqueles procedentes do Uruguai. A alta de 30 pontos percentuais dos impostos se aplica aos veículos importados de fora do Mercosul e aos procedentes de países do bloco comercial (Argentina, Paraguai e Uruguai) que não cumpram uma série de requisitos.</p>
<p><span id="more-721"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Para evitar a alta <a href="http://oimpostoderenda.com/">tributária</a>, que se aplicará até 31 de dezembro de 2012, os produtores fixados em um país do Mercosul terão que <b>utilizar no mínimo 65% de peças produzidas no bloco</b>, entre outras condições. Após participar de um encontro com a missão uruguaia, liderada pelo subsecretário de Economia, Luis Porto, a secretária de Desenvolvimento da Produção do Brasil, Heloísa Menesez, afirmou que o governo estudará com carinho a situação do Uruguai, e que a medida não pretende causar um impacto na relação entre os dois países.</p>
<p align="justify">O Uruguai exporta anualmente ao Brasil cerca de 15 mil veículos por um valor total de US$ 150 milhões. O setor automotivo uruguaio emprega diretamente mil pessoas, e a medida brasileira já teve efeitos, porque a empresa de capital chinês <a href="http://www.effamotors.com.uy/">Effa</a> anunciou na última quinta-feira o fechamento temporário de sua montadora de veículos em San José.</p>
<p align="justify"><b>A verdade é que o Mercosul foi feito para potenciar as industrias locais de cada país membro e não para oficiar de alavanca para o ingresso de mercadorias de fora do bloco com mínima participação de mão de obra local e produção</b>. </p>
<p align="justify"><b>O Uruguai esta sendo leviano com os requisitos para as empresas estrangeiras desembarquem no seu país</b> e a verdade é que a maior parte das matérias primas vem semi-acabadas de fora do bloco e intrazona o único que se faz e a montagem aportando um mínimo valor agregado que <b>não é competência leal para as montadoras brasileiras</b>.</p>
<p align="justify">Antes de solicitar uma isenção ao governo brasileiro que procura ver por milhões de postos de trabalho e centenas de milhões de dólares em risco se a industria automotriz se prejudicar, deveria exigir aquelas empresas que venham se instalar no seu país, os mesmos requisitos que o Brasil exige para assim competir lealmente no mercado. </p>
<p align="justify">Mas, os impostos excessivos que a atividade industrial no país tem, <b>um sindicato (a UMRA) que não permite a formação de novos operários</b> para manter o patamar de salários elevadísimo, e que impede os donos da montadora de demitir funcionários assim, não tem empresa que possa agüentar. </p>
<p align="justify">Nos ditos do próprio dono da Effa Motors “Eu poderia ter 2.000 pessoas trabalhando aqui, más só posso ter 200 porque o sindicato ameaça com fazer greve se eu contratar mais alguém” e continua “meu nível de produtividade aqui é péssimo, se eu pudesse formar novos operários e incluí-los na empresa, certamente meu custo por unidade baixaria, más vai falar para UMRA isso aí, eles não estão nem ligando para minha rentabilidade, nem a competitividade do mercado, eles só pressionam, alem que não posso demitir ninguém porque lá vem greve também, mesmo o operário me roubando, eu tenho que conservar&#8230;. ”</p>
<p align="justify"><b>As claras do assunto que o próprio dono da Effa Motors já decidiu que vai trasladar suas atividades para o sul do Brasil porque no Uruguai é impossível se tornar competitivo e trabalhar pressionado por um sindicato abusivo</b>.</p>
<p align="justify">Concluindo, Brasil não é o culpado de que Uruguai perca uma indústria e deixe os empregados sem trabalho, analisando a situação o Brasil faz bem em proteger seus empresários e seus trabalhadores com as medidas tomadas e o Uruguai deveria aprender do que o Brasil está fazendo e fazer melhor porque não foi para isto que o Mercosul foi criado e sim para potenciar as industrias locais de cada integrante, e para ser industria agora, como mínimo deveram contar com 65% de valor agregado intrazona, é justo e é o que faz os países crescer.</p>
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		<title>Governo vai manter economia livre de amea&#231;as</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 17:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o governo vai defender a economia brasileira de todas as ameças internas e externas para manter a capacidade de crescimento. Dilma esteve presente no lançamento do Pacto pela Erradicação da Miséria, em Arapiraca, Alagoas. &#34;Não tenham dúvida de que seremos capazes de defender a economia brasileira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o governo vai defender a <a href="http://economiabrasil.com/brasil-otimista-com-o-futuro-da-economa/">economia brasileira</a> de todas as ameças internas e externas para manter a capacidade de crescimento. Dilma esteve presente no lançamento do Pacto pela Erradicação da Miséria, em Arapiraca, Alagoas.</p>
<p align="justify"><a href="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/cash3.jpg"><img title="cash" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 0px 0px 10px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="175" alt="cash" src="http://economiabrasil.com/wp-content/uploads/cash_thumb3.jpg" width="244" align="right" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">&quot;Não tenham dúvida de que seremos capazes de defender a economia brasileira de todas as ameças internas e externas. Estou me referindo à ameaça da <a href="http://ainflacao.com/">inflação</a>, por exemplo, que corrói a renda do trabalhador e que saberemos responder à altura&quot;, disse Dilma.</p>
<p><span id="more-420"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Segundo ela, o Brasil precisa crescer com estabilidade, controle da inflação e robustez <a href="http://oimpostoderenda.com/">fiscal</a> e também gerar empregos. &quot;Temos de crescer e gerar empregos, porque não podemos conceber o Brasil parado, sem a dinâmica da geração de oportunidades para milhões de brasileiros. Não haverá desenvolvimento se houver desconcentração econômica, de logística, de <a href="http://fundosinvestimentos.com/">recursos</a> hídricos e energéticos&quot;, disse.</p>
<p align="justify">Na reunião com governadores da Região Nordeste, Dilma também disse que a atenção especial à região se justifica porque 9,6 milhões de nordestinos vivem na extrema pobreza. A presidente ainda fez um apelo aos governadores e prefeitos para cooperar no plano.</p>
<p align="justify">&quot;Sabemos que a miséria no Brasil não constava na pauta política ou era relegada a estudo e não era considerada uma questão legítima. Não descansaremos enquanto não conseguirmos fazer com que o povo do Nordeste tenha perspectiva de sair da condição de miséria em que ainda se encontra&quot;, disse Dilma, que também lançou o <a href="http://www.fomezero.gov.br/noticias/governo-lanca-programa-agua-para-todos">Programa Água para Todos</a>.</p>
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