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Brasil tem se convertido num país “asiático”.


A agenda de negócios do presidente brasileiro Lula, pelo oriente médio, mostra uma crescente influencia do pais na estrutura do poder mundial.

Brasil crescerá este ano um 5,5% do PIB, arrastado por um espetacular incremento da demanda interna, induzida pelo nível histórico de consumo popular e uma forte aceleração dos investimentos.

O consumo cresce praticamente o dobro que ou do produto. No quarto trimestre de 2009, aumentou 7,7% comparado com o ano anterior, e no primeiro trimestre desde ano, tinha crescido dois pontos amais: 9%. As vendas do varejo aumentaram 10,4% em janeiro (ano sobre ano) e 2,7% com relação ao mês anterior.

Em tanto, os investimentos cresceram 3,6% nos últimos três meses de 2009, ou o que e igual, aumentou um 6,6% comparado com o trimestre anterior. Hoje representa um 19% do PBI e foi um 16% em 2006.

 

No Brasil, sintetizando, a demanda interna, arrastada pelo consumo de seus 194 milhões de habitantes, cresce com taxas “chinesas” que duplicam o auge do PIB.

O consumo particular cresceu em 2009 aos 118.000milhões de dólares, dez vezes maior que a taxa de investimentos.

Ésta es hitóricamente baixa (16%/19% do PIB) e permite crescer numa taxa não inflacionaria de só 3,8% anual. Pode-se formular uma hipótese: nos últimos sete anos Brasil não so tem modificado seu “status” internacional (e tem se convertido num ator global) senão que sua economia tem mudado de natureza.

Isto tem ocorrido numa dupla dimensão: por uma parte, tem mudado sua inserção internacional, e se vincula agora estruturalmente com a demanda asiática (China e seu principal sócio comercial).

Por outra parte tem incorporado no seu mercado (como produtores e consumidores) a 26 milhões de brasileiros, pelo que sua demanda é hoje de quase 80 milhões de pessoas. Em termos da economia mundial Brasil tem se transformado num país “asiático”. Tudo isto no contexto de uma economia mundial em expansao de longo prazo (10-20 anos), arrastada por paises asiáticos (China, Índia, entre outros).

Isto significa que a economía brasileira não so saiu do estancamento que experimentou desde a década dos 80, senão que agora o faz de forma sustentável e guiada pela demanda interna, que fixa sua taxa de crescimento no longo prazo, e não pela taxa de investimentos que, no contrario, e induzida pelo auge nos gastos do consumidor.

O “status” internacional do Brasil e resultado direto da nova estrutura de poder mundial, com eixo nos países emergentes sobre tudo os asiáticos (Chine e Índia), e da modificação experimentada pela natureza de sua economia, centrada na demanda doméstica e o consumo massivo e popular.

Brasil e hoje, um ator global (na política e na economia) porque o mundo mudou e Brasil mudou junto. Sendo já a segunda economia do hemisfério, após superar o Canadá; e 50% maior que o México e representa 60% do PIB de América do Sul (em 1980 representava só 40%).

O resultado e que a participação do Brasil na política mundial já não e uma função de seu peso na região sul-americana, senão que se expressa na nova estrutura do poder mundial.

¿Porque se envolve Brasil no Oriente Medio?

E o resultado de um diagnóstico formulado pelo Itamaraty, do qual também participa China. Mantêm que a crise internacional foi ante tudo uma crise de governabilidade do sistema mundial, que amostrou que a hegemonia unipolar dos EEUU já não pode conduzir os acontecimentos mundiais, e em primeiro lugar, não pode fazê-lo no Oriente Médio, a região mais estratégica do mundo. O problema é Irã, não o conflito de Israel e Palestina, e processa-lo requer não encerrar o regime de Teerã e aos novos protagonistas de tamanho global, por exemplo, Brasil.

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1 Comentário

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  1. […] as vantagens do alcançar um acordo com o Brasil, está a facilidade para fazer negócios, falou o funcionário […]

    Pingback por Ruiz Mateos (Mexico) apoia pacto comercial com Brasil no Senado. — 19 de outubro de 2011 #

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