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Brasil tem o maior banco de desenvolvimento do mundo


BNDES e o maior banco de desenvolvimento do mundo e a maior entidade de empréstimos do Brasil. Seu tamanho dobra ao BID. Brasil, depois da China e a maior economia entre os países emergentes e seu poder político no novo mundo após crise e cada vez maior.

Brasil já saiu do aperto e o peso

do governo chegou para ficar. Quando os grandes economistas abrem o debate sobre a nova fundação do capitalismo, ¿e o modelo brasileiro uma das novas alternativas?

Os médios não param de recordar o poder político do Brasil no novo mundo após a crise econômica mundial. O exerce pelos seus próprios méritos. Depois da China, e a maior economia dos paises emergentes.

O presidente Lula recebeu este ano o primeiro premio do World Economic Fórum o “estadista global”. Sua liderança se sente no G20, na OMC, entre as BRICs, os BASIC (Brasil, Sudáfrica, Índia e China) e em toda reunião que se leve adiante no planeta.

 

Junto da Rússia, Brasil e a única grande economia auto-sustentável energeticamente no mundo. Seu poder financeiro também se percebe, seja pelo grau de investimento que recebeu em 2008 ou pelo empréstimo de US$10.000 milhões que deu ao FMI. Jogos Olímpicos e Mundial de Futebol serão ocasiões ideais para amostrar este poder.

No obstante, pouco se fala do papel do governo brasileiro na reformulação do poder empresarial a través do BNDES e os fundos de pensões públicos. BNDES e o maior banco de desenvolvimento do mundo e a maior entidade de empréstimos no Brasil.

Seu tamanho dobra ao do BID. Com seu apoio, varias empresas brasileiras tem se posicionado entre as 10 maiores do planeta em setores como o aeronáutico (Embraer), os alimentos (JBS-Friboi y Brasil Foods), o financeiro (Itaú Unibanco), a mineira (Vale do Rio Doce), o papel (Fibria) e o petróleo (Petrobrás).

Entanto os governos ocidentais injetavam liquidez aos bancos, no brasil foram os bancos públicos (Banco de Brasil, Caixa Federal e o BNDES) os que pasaram a ação. Representaram o 73% do crédito ao setor empresarial em 2009. BNDES atuou implementando a política industrial e de infra-estrutura do governo e conseguiu benefícios de US$3.800 milhões.

Este mecanismo foi vital também para evitar a ruína de vários “grandes” brasileiros quando o valor do real colapsou em outubro de 2008. Muitas dificuldades se resolveram com fusões financiadas por bancos e fundos de pensão. BNDES Participações (BNDESPAR) contribuiu a criar Brasil Foods (Sadia con Perdigão) e Fibria (Aracruz Celulose y Votorantim Celulose e Papel) com US$2.400 milhões. Também apoiou com

(BNDESPAR) contribuyó a crear Brasil Foods (Sadia con Perdigão) y Fibria, com US$760 milhões a fusão entre JBS y Friboi, o segundo maior investimento em private equity nos últimos três anos no Brasil. Com a posterior aquisição da estadounidense Pilgrim’s Pride, esta empresa virou a maior em carne bovina do mundo.

BNDES também ajudou a criar o décimo banco mundial por capitalização do mercado, produto da fusão do Banco Itaú e Unibanco. Como resultado, BNDES e o maior acionista das maiores corporações brasileiras: Vale com quase 17% se e incorporado o holding Valepar, 9% da Eletrobrás e Brasiliana, 6% da Telemar, Copel e JBS-Friboi, e 4% da Petrobrás. Mesmo que mais de 50% dos seus investimentos estejam em energia, sua mão chega em todos os setores e tamanhos.

O objetivo do Brasil e que estes “campeões” sejam globais. BNDES acabou de abrir uma oficina em Londres, o primeiro banco estrangeiro em faze-lo depois da crise.

O Estado chega também no setor privado a través dos fundos de pensões públicos. Os brasileiros, com US$306.000 milhões em ativos, representam 18% do PIB, o maior valor de um país emergente.

O maior e Previ, o fundo dos funcionários do Banco do Brasil, com US$75.000 milhões de ativos. Entanto que os fundos de pensões em nível global perderam 25% do seu valor em 2009, os brasileiros só caíram 1,5%. O 60% de seus investimentos esta em papeis do governo e entre 20% e 30% em ações.

Previ e a exceção, com 60% de seus investimentos em renda variável. Tem participações em Vale e contribuiu para a aquisição da Brasil Telecom por Oi/Telemar, criando um gigante regional. Previ participa com BNDES e outros fundos na propriedade da maioria das grandes corporações brasileiras. Quer ser um instrumento de fomento da inovação e um dos sócios oficiais dos fundos para as incubadoras da agencia estatal FINEP.

A forte presença do governo no setor privado não tem sempre efeitos positivos. Alguns atribuíram a falha das negociações da Vale para comprar Xstrata em 2008 as pressões governamentais. A administração acreditava que os benefícios da Vale deveriam ser re investidos no país. Estas mesmas vozes acreditam que a compra faz um par de meses da Vale, das minas de fosfato e uma participação indireta na empresa de fertilizantes Fosferil a Bunge por US$3.800 milhões, obedece em parte ao interesse do governo em se colocar nesse setor que tem o Brasil, China, EEUU e Índia como seus maiores consumidores. A produção de etanol tem aumentado a demanda. Provavelmente são decisões adequadas, mas a pergunta e: ¿estamos perante um processo de re-nacionalização do setor privado?

Os governos do mundo todo saíram no resgate do setor bancário e esperam que este resgate o resto da economia. Brasil já saiu do aperto e o peso do governo chegou para ficar. O plano e que este novo jogo que combina governo com empresas particulares, leve ao Brasil ao mundo desenvolvido. Quando os grandes economistas abrem o debate sobre a re-fundação do capitalismo, ¿e o modelo brasileiro uma das novas alternativas?

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