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Boa qualificação internacional e ótima para a economia do Brasil


A última, agora, é esta de que a agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou a nota soberana de crédito do Brasil nesta BBB- (menos) para BBB (positivo). É a 1ª elevação da nota do país desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu, ou conferiu ao país o “grau de investimento”, aquela espécie de selo de segurança para quem investe em títulos do país.

E vejam, a Fitch, elevou a nossa nota num reconhecimento à elevação da capacidade de crescimento sustentável do país para algo entre 4% e 5%. Para 2011, a agência projeta expansão de 4% da nossa economia.De acordo com a Agência, também pesaram para aumentar o grau do Brasil, a transição “suave” de governo do ex-presidente Lula para a presidenta Dilma Rousseff e a manutenção do consenso sobre a responsabilidade macroeconômica.

“A trajetória de crescimento do Brasil a médio prazo deve se manter relativamente forte devido à dinâmica de consumo doméstico sustentado pela diversidade econômica do país, por uma grande e crescente classe média e por um ciclo positivo de investimento”, assinalou Shelly Shetty, diretora e chefe de notas (grau) soberanos da América Latina

Crescer mais do que prevêem agentes econômicos e consultorias

Boa previsão da diretora! Como veem, só ótimas notícias, ao lado daquelas que temos registrado aqui nas últimas semanas: cai a inflação em março, mantem-se o saldo comercial e as contas externas fecham. A nota BBB agora, fortalece o Brasil como destino dos investimentos produtivos e especulativos, mas ao mesmo tempo encerra seu grau de perigo.

“Quanto mais sólida a economia brasileira fica, mais ela tende a atrair investimentos externos e dólares, o que nesse momento é um certo problema. (Mas) é melhor esse problema de excesso de dólares do que o problema que tivemos no passado, de falta”, reconheceu o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Que, ainda bem, promete que o governo continua adotando medidas para conter o excesso de dólares e à valorização do câmbio. A melhora na nota rating demonstra a força da nossa economia e que ela continua a crescer, bem como a produção industrial e o consumo, a criação de emprego e o aumento da renda.

E o melhor de tudo: todas estas são notícias que indicam que podemos crescer mais do que os 4% previstos pelos agentes econômicos e consultorias.

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