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Agroindustriais de Brasil sí quieren un TLC con México


Um acordo de livre comercio entre México e Brasil, não devastaria a industria agrícola mexicana, disse José Antonio do Prado Fay, presidente da empresa BRF Brasil Foods, principal exportadora de carne de frango a nivel mundial e uma das mais grandes empresas do ramo da Turquia.

Entre Brasil e México tem muito mais em comum “temos espaço para as empresas mexicanas, acredito que deve se concretar (O TLC) porque México tem muita dependência de Estados Unidos e nos somos bem semelhantes” falou o empresário.

Para José António Luciano Penido, presidente do Conselho de Administração da empresa Fibria Celulose, fornecedor de 11% da celulosa que se consome no mundo, falou que as duas economias sejam bem similares e por tanto ganhariam com a assinatura de um TLC.

Durante a celebração da 14º edição do SAP Fórum nesta cidade e que reúne diversas empresas da região. Do Pardo ressaltou que o segmento de alimentos brasileiro continúa firme na sua intenção de assinar um TLC com o México e destacou que são muitas as experiências de negocio que podem ser compartidas, ao afirmar “Das empresas mexicanas, respeito muito seus processos de distribuição e nos temos a capacidade de produzir em nível de custos bem interessantes”

A UNA solicita ficar de fora

Entanto, durante a reunião de trabalho ante a Comissão de Comercio e Fomento Industrial do Senado, o Secretario de Economia, Gerardo Ruiz Mateos, tranqüilizou os senadores sobre as críticas que tem se levantado entre alguns setores na eventual assinatura de um TLC com o Brasil.

“Na temos pressa para assinar o TLC, Não tem um acordo prévio de acabar o tratado antes que acabe a administração do Presidente Lula, este vai ser um acordo negociado… o tempo que seja necessário, em conjunto com o setor privado” destacou.

Após destacar que o primeiro que será negociado com Brasil, vão ser as barreiras não aliquotistas em assuntos de alfândegas, a normativa, subsídios e fiscal, assegurou que também vai incluir medidas em favor dos grupos que ficam mais vulneráveis.

No entanto, o setor avícola mexicano, pediu ficar de fora do acordo comercial com o Brasil, alegando entre outros motivos, porque teria uma drástica baixa na produção, uma queda nos preços, baixa nos empregos e possíveis práticas desleais como o dumping.

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1 Comentário

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  1. […] do setor têxtil, vestimenta e calçado de México, recusaram qualquer acordo comercial com […]

    Pingback por Brasil assusta qualquer um — 20 de outubro de 2011 #

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