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Agencia eleva expectativa para a nota de qualificação do Brasil


A agência de classificação de risco Standard & Poor’s revisou de ‘estável’ para ‘positiva’ a perspectiva para o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil, reafirmando a nota em ‘BBB-’. A revisão reforça à sua recomendação de investimento no Brasil e sinaliza uma chance de que a nota de crédito soberano do Brasil possa ser elevada.

hedge-funds

A S&P citou, entre outros motivos, sólidas expectativas de crescimento por fatores domésticos e externos para elevar a perspectiva do Brasil. A S&P também considerou que a estrutura econômica diversificada da economia brasileira, a classe média crescente e o potencial para exportações mais altas deveriam sustentar o crescimento do PIB e a liquidez externa nos próximos três a cinco anos.

A agência informou ainda que passos recentes para conter pressões inflacionárias de curto prazo demonstram o compromisso do governo em conter riscos macroeconômicos. A S&P também afirmou que também manteve o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda local em BBB+.

Outras duas importantes agências de rating -Moody’s e Fitch – classificam o Brasil como grau de investimento, com notas ‘Baa3’ (perspectiva ‘positiva’) e ‘BBB’ (perspectiva ‘estável’), respectivamente. A Fitich é a única agência de risco que coloca o país num nível acima do grau de investimento.

A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores na hora de decidir em que país irão colocar suas aplicações. Ela reflete o risco que um país tem de não honrar o pagamento de seus títulos.

A avaliação de risco de investimento é um sistema de nota desenvolvido por agências de análise de riscos para alertar os investidores de todo o mundo sobre os perigos do mercado em que eles escolhem para aplicar seu dinheiro.

O principal benefício de o país se tornar investment grade é atrair grandes investidores de países desenvolvidos que, por regras dos seus estatutos, só podem investir em ativos considerados de baixo risco.

Bovespa

A Bovespa não se mostrou entusiasmada para acompanhar os mercados externos quando estes subiram ao longo da semana, mas se animou na queda. O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,57%, aos 52.953,30 pontos.

Nem mesmo o anúncio da Standard & Poor’s de que revisou a perspectiva para o rating do País em moeda local para positiva, de estável, fez os investidores se animarem. Ao contrário, os estrangeiros seguiram na venda e poucas ações terminaram em alta.

Na visão da Standard & Poor´s, os fatores citados pela agência dão suporte a hipótese que um default (não pagamento) nas dívidas em moeda local do Brasil permanece menos provável do que um default nas dívidas em moeda estrangeiras.

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