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A Copa de 2014 e as olimpíadas de 2016 serão positivas para o Brasil


A Copa de 2014 e as olimpíadas de 2016 serão positivas para o Brasil e farão com que os governantes tomem medidas que melhore a infraestrutura e acelere o crescimento econômico.

fifa

A afirmação é do líder global para cidades e governo local da PricewaterwouseCoopers (PWC), Hazem Galal, que esteve nesta terça-feira no Centro de Convenções da Bolsa de Valores, no Centro do Rio, no evento “Copa 2014 e Olimpíadas 2016: uma década de oportunidades para o Rio de Janeiro.

Galal acredita que o Rio terá problemas para a entrega das obras, mas a cidade ganhará um legado cuja infraestrutura irá melhorar a imagem do município.

“O crescimento econômico pode tirar os aspectos negativos do Rio, como a segurança e a infraestrutura. Mas os BRTs (corredores expressos de ônibus) e as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) serão um grande legado”.

Com a Copa e as Olimpíadas, disse Galal, o Rio terá grandes oportunidades de negócios e trabalho, mesmo com as pendências para se adequar. “A capacidade dos aeroportos não é um problema exclusivo do Brasil. A classe C cresce, e é bom que se tenha a Copa aqui, para tomarem algumas medidas e com isso acelerar o crescimento econômico. O custo, prazo e qualidade são os pilares para se conseguir sucesso”, afirma.

Maior atenção ao legado

De acordo com o líder da PWC, é preciso ter alguém que pense exclusivamente o legado para o Rio, para que não tenham obras abandonadas. Ele deu como exemplo o estádio de Atenas, na Grécia, que disse estar pichado. “Estamos em um momento crítico. A Fifa fica responsável pelos estádios, e a cidade é do interesse dos organizadores. É preciso alguém para cuidar do legado, para não termos um estádio abandonado”.

Prestes a terminar toda a explanação, Galal disse que os eventos esportivos precisam ter uma coordenação para acompanhar os indicadores da cidade, o que para ele ainda há essa carência na cidade. O mediador do evento, o diretor Executivo da Agência Rio de Negócios, Marcelo Haddad, informou que há uma coordenação e está com a Autoridade Olímpica, que vai dar até outubro as atribuições. “O Rio é monitorado a cada três meses pelo Comitê Olímpico internacional (COI), e a cidade parece superior a Londres, no mesmo período das obras de lá”.

Além de Hazem gala, participaram do debate o diretor da Agência Rio de Negócios e ex-CEO da Think London, agência de promoção de investimentos de Londres; a diretora comercial do Comitê organizador Rio 2016, Maggie Sanchez; e o diretor-geral para a Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 – Coca-Cola Brasil. O evento é promovido em parceria com o Comitê de Marketing da Câmara de Comércio Americana (AmchamRio) e a Bolsa do Rio.

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