Arquivos mensais: agosto, 2011
Postado por MGonzalez no 31 de agosto de 2011
A produção industrial brasileira se contraiu 0,3% em julho em relação ao mesmo mês do ano passado após dois meses de crescimento, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado de julho confirmou a tendência de desaceleração do setor neste ano após o crescimento de 10,5% em 2010, sua maior expansão em 24 anos. Em comparação com junho, a produção industrial de julho foi 0,5% superior.
Nos sete primeiros meses do ano, a produção das fábricas cresceu 1,4%, resultado inferior aos 15% registrados no mesmo período de 2010, acrescentou o IBGE. Da mesma forma, a produção acumulada no período de 12 meses até julho foi de 2,9%, abaixo dos 8,3% observados entre agosto de 2009 e julho de 2010.
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Publicado em: 31 de agosto de 2011
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Postado por MGonzalez no 30 de agosto de 2011
O faturamento dos cartões de crédito, débito, redes e lojas no Brasil registrou alta de 26% no segundo trimestre de 2011, em comparação ao mesmo período do ano passado. No Sul, o aumento foi de 26% para o crédito e 32% para o débito. As informações são de um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).
Segundo a Associação, o incentivo à competitividade e a entrada de novos agentes no mercado – provocados pela quebra de exclusividade de bandeiras e credenciadoras – ajudaram a impulsionar o crescimento. O bom momento da economia nacional também teria estimulado o resultado, que somou R$ 159 bilhões.
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Postado por MGonzalez no 29 de agosto de 2011
O corte dos gastos e aumento do superávit primário que deve ser anunciado nesta segunda-feira pelo governo pode contribuir com a redução da taxa de juros oficial, a Selic, porque pressionaria menos a elevação de preços e os índices de inflação.

Na avaliação d e especilaistas em finanças públicas, os gasto do governo a exemplo dos gastaso das famílias pressiona a demanda e dificulta um equilíbrio com a oferta de bens e serviços no País. " À medida que se consegue uma política fiscal mais austera, com menos gastos e mais popupança, possibilita em redução na taxa de juros", diz o economista Felipe Salto, especialista em finanças públicas da Tendências Consultoria.
Com o objetivo de tentar antecipar o processo de redução da taxa de juros, atualmente em 12,5%, já para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central que começa amanhã, o ministro da Fazenda Guido Mantega vai se reunir com a presidenta Dilma Rousseff e com ministros do conselho político para apresentar uma proposta de corte de gastos e aumento do superávit primário.
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Publicado em: 29 de agosto de 2011
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Postado por MGonzalez no 26 de agosto de 2011
O agronegócio deve ajudar o Brasil na resistência à crise internacional. Essa é a previsão de economistas que acreditam na estabilidade dos preços das commodities, o que manteria o setor fortalecido. As previsões foram feitas durante o V Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, promovido pela BM&FBovespa.
Tendências
Prêmio Nobel em Economia em 2003, Robert Engle traçou um cenário pessimista para a economia dos Estados Unidos. De acordo com ele, não há sinais de aumento das exportações e, com o alto desemprego, os americanos não consomem. O país precisaria de estímulos e até de um pouco de inflação. O problema é que isso depende dos políticos, que, em novembro, devem tomar uma nova decisão sobre a dívida e a situação fiscal do país.
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Postado por MGonzalez no 25 de agosto de 2011
A agência de classificação de risco Standard & Poor’s revisou de ‘estável’ para ‘positiva’ a perspectiva para o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil, reafirmando a nota em ‘BBB-’. A revisão reforça à sua recomendação de investimento no Brasil e sinaliza uma chance de que a nota de crédito soberano do Brasil possa ser elevada.
A S&P citou, entre outros motivos, sólidas expectativas de crescimento por fatores domésticos e externos para elevar a perspectiva do Brasil. A S&P também considerou que a estrutura econômica diversificada da economia brasileira, a classe média crescente e o potencial para exportações mais altas deveriam sustentar o crescimento do PIB e a liquidez externa nos próximos três a cinco anos.
A agência informou ainda que passos recentes para conter pressões inflacionárias de curto prazo demonstram o compromisso do governo em conter riscos macroeconômicos. A S&P também afirmou que também manteve o rating de crédito soberano de longo prazo em moeda local em BBB+.
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Postado por Gabriela Piccinna no 24 de agosto de 2011
As Contas Nacionais Trimestrais apresentam os valores correntes e os índices de volume para o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado, consumo do governo, formação bruta de capital fixo, valor adicionado a preços básicos, exportações e importações de bens e serviços, impostos sobre produtos, variação de estoques, consumo pessoal. Duas séries de números-índices são calculadas:
- Base no ano anterior e,
- A encadeada com referência em 2000 (1995 = 100), que é ajustada pelo X12-ARIMA possibilitando o cálculo das taxas de variação em relação ao trimestre imediatamente anterior.
A pesquisa no IBGE foi iniciada em 1988 e reestruturada a partir de 1998, quando os resultados foram integrados ao Sistema de Contas Nacionais, de periodicidade anual. O PIB do Brasil é próximo de 2,5 trilhões de dólares (R$ 3, 674 964 trilhões), constituindo a sétima maior economia do mundo no ano 2010 segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), e o Banco Mundial.

| Setor de atividade | 1º Trim 2010 | 1º Trim 2011 |
| Agropecuária | 173,8 | 179,3 |
| Indústria | 127,1 | 131,5 |
| Extrativa mineral | 187,1 | 194,7 |
| Transformação | 117,6 | 120,5 |
| Construção civil | 130,5 | 137,3 |
| Prod. e distrib.de eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana | 149,4 | 156,8 |
| Serviços | 154,8 | 161 |
| Comércio | 144,9 | 153 |
| Transporte, armazenagem e correio | 148,5 | 155,5 |
| Serviços de informação | 245,5 | 258 |
| Interm. financ, seguros, prev. complem. e serviços relacionados | 180,1 | 191,6 |
| Outros serviços | 148,3 | 153,6 |
| Atividades imobiliárias e aluguéis | 158,2 | 161,1 |
| Adm., saúde e educação públicas | 145,1 | 149,2 |
| Valor adicionado a preços básicos | 147,7 | 153,3 |
| Impostos líquidos sobre produtos | 163,7 | 174,4 |
| PIB a preços de mercado | 150 | 156,2 |
| Despesa de consumo das familias | 154,8 | 164 |
| Despesa de consumo da administração pública | 136,5 | 139,3 |
| Formação bruta de capital fixo | 154,8 | 168,5 |
| Exportação de bens e serviços | 223,2 | 232,8 |
| Importação de bens e serviços (-) | 212,2 | 239,9 |
Imagem e dados do IGBE